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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Atrações turísticas de Belo Horizonte


A lagoa artificial foi construída na década de 1940, quando o prefeito era Juscelino Kubitscheck. Para compor o seu entorno Oscar Niemeyer projetou um conjunto arquitetônico que se tornou referência e influenciou toda a arquitetura moderna brasileira. Fazem parte do conjunto a igreja de São Francisco de Assis, o Museu de Arte, a Casa do Baile e o Iate Tênis Clube. Os jardins de Burle Marx, a pintura de Portinari e as esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa completam e valorizam o projeto concebido para a lagoa. A orla da Pampulha concentra várias opções de lazer, como o ginásio do Mineirinho, o Jardim Zoológico, o Centro de Preparação Eqüestre da Lagoa e pistas para ciclismo e caminhada. É lá também que está o Estádio Governador Magalhães Pinto, mais conhecido como "Mineirão".

Igreja São Franciso de Assis: suas linhas arredondadas denunciam a ousadia de Oscar Niemeyer e são um marco da arquitetura moderna brasileira. As curvas são um contraponto ao ângulo reto. No interior existem 14 painéis que retratam a Via Sacra, considerados a obra-prima de Portinari. Na parte externa destacam-se os jardins elaborados por Burle Marx e mosaicos nas fachadas laterais.
Av.Otacílio Negrão de Lima s/n - Lagoa da Pampulha.
Tel: (0xx31) 3427-1644.
Horário: terça a sábado, das 9 às 17 h, e domingo, das 9 às 13h.00

Museu de Arte da Pampulha: primeiro projeto de Niemeyer na Pampulha. Funcionou como cassino, o primeiro da cidade, até ser fechado em 1946, devido à proibição do jogo no país. Passou a funcionar como museu em 1957, quando era conhecido como "Palácio de Cristal". Burle Marx assina os jardins externos, que são decorados por três esculturas (de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa). Suas instalações possuem biblioteca, loja de souvenirs, café e salas de multimídia. O acervo do MAP é constituído de 900 obras.
Av. Otacílio Negrão de Lima 16.585 - Lagoa da Pampulha
Telefax: (0xx31) 3277-7946.
Horário: de terça a domingo, das 9 às 19h.




Casa do Baile : inaugurada em 1943, funcionou como casa de baile até 1948. Sua desativação se deve principalmente ao fechamento do cassino. Situada numa pequena ilha, a construção chama a atenção por seu desenho de linhas sinuosas, como ondas, características de Niemeyer. Passou por uma reforma geral e foi reinaugurada em dezembro de 2002.
Av. Otacílio Negrão de Lima 751 - Lagoa da Pampulha.
Tel: (0xx31) 3277-7443.
Horário: terça a domingo, das 9 às 19h.



Estádio Governador Magalhães Pinto : popularmente conhecido como Mineirão, é o segundo maior estádio coberto do mundo. Foi inaugurado em 1965 e tem capacidade para 130 mil pessoas. São famosos os clássicos do futebol mineiro, que têm como palco o estádio.
Av. Antônio Abrahão Caram 1001 - Pampulha.
Tel: (0xx31) 3499-1154.
Horário: diariamente, das 8 às 17 h.




Estádio Jornalista Felipe Drummond : ginásio poliesportivo conhecido como Mineirinho. Fica ao lado do Mineirão, daí o nome. A capacidade é de 25 mil pessoas, tendo sido inaugurado em 1980. Além de esportes, o local também atende a grandes shows e eventos.
Av. Antônio Abrahão Caram 1000 - Pampulha.
Tel: (0xx31) 3499-1171.
Aberto ao público: diariamente, das 9 às 18 h.



Fundação Zoo-Botânica de BH : ocupa uma área de 1,4 milhão de metros quadrados e abriga o Jardins Zoológico e Botânico. São 900 animais, pertencentes a 200 espécies brasileiras e de várias partes do mundo. Possui uma reserva nativa de cerrado e o primeiro borboletário público da América do Sul.
Av. Otacílio Negrão de Lima 8000 - Lagoa da Pampulha.
Telefax: (0xx31) 3277-7100.
Horário: de terça a domingo, das 8:30 às 16:00 h.

Agencia de turismo receptivo de Minas Gerais 






terça-feira, 26 de novembro de 2013

Turismo em Minas Gerais - Henrik Tour



 Minas Gerais é um  estado que tem vários atrativos , Ouro Preto é um desses roteiros que você pode conhecer igrejas barrocas, Minas de Ouro , Museus e ainda fazer um belo passeio de trem Maria fumaça .
A cidade conta com uma infraestrutura de pousadas e hotéis e também restaurantes mas ainda tem  uma certa dificuldade com banheiros públicos . Eu sou guia de turismo receptivo nas cidades históricas e atuo também nas grutas e o museu Inhotim.
Quero deixar minhas dicas para que o turista tenha uma melhor estadia em nossas Minas Gerais. Na cidade de Ouro Preto você pode visitar em um  dia fazendo um roteiro mais simples começando por volta das 08:00 da manhã , começando na igreja Nossa Senhora do Pilar , nessa igreja encontra se as obras de Francisco Xavier de Brito, Pedro Gomes Chaves e outros . Depois você pode visitar a igreja Nossa Senhora do Carmo que tem obras do Manuel Francisco Lisboa , pai do Aleijadinho e também encontra obra do próprio Antônio Francisco . Pausa para almoço , indico o restaurante Contos de Réis que tem uma deliciosa comida mineira . Depois do almoço tem a igreja São Francisco de Assis do Aleijadinho , nessa ele sublimou sua arte arquitetando uma bela igreja inovando com a sua arte barroca ...

Vejam meu site onde encontra se diversos  passeios pelas  cidades históricas http://henriktourviagens.com.br/

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Caminhando por Minas Gerais

Minas Gerais é um estado único, alia cultura, rico patrimônio histórico e uma variedade enorme de atrativos de natureza, principalmente na região de abrangência da Estrada Real. A mesa mineira, “onde sempre cabe mais um”, é a maior marca da hospitalidade do povo de Minas Gerais. O jeitinho mineiro acolhe os mais diferentes paladares, gostos, interesses e desejos: do turista aventureiro ao despojado, de crianças à terceira idade, do rural ao urbano. Por isso, vale a pena experimentar os roteiros e atrativos turísticos deste estado acolhedor e rico em diversidade! Minas Gerais detém cerca de 60% do patrimônio histórico nacional, com cidades centenárias que narram a grandiosidade da história do Brasil. O viajante impressiona-se com a arquitetura colonial barroca, expressada através das autênticas igrejas centenárias. Minas Gerais é também um imenso palco de manifestações artísticas e um lugar ideal para realizar novos investimentos e negócios. E aqui você encontra destinos ideais para relaxar e cuidar do corpo e da mente. Conhecer Minas Gerais é muito mais que uma simples viagem turística, é estabelecer uma vivência com a natureza mineira, com sua gente . Um lugar onde a exuberância da natureza combina com a simplicidade das pessoas e onde o passado vive em harmonia com o contemporâneo.

Por onde ir ? 

Comecemos por Ouro Preto cidade histórica Patrimônio da humanidade ...

Nela conheceremos o barroco mineiro com obras de grandes artistas em destaque o Antonio Francisco Lisboa (Aleijadinho) . Esse fez obras em diversas cidades de Minas .Na igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto ele sublimou a sua arte , fazendo dessa sua   maior obra prima .Filho de uma bela escrava chamada Isabel com Manuel Francisco Lisboa , também grande arquiteto do séc. XVIII .
Outro artista que se destacou no barroco mineiro foi o amigo de Aleijadinho o mestre Athayde , referência do barroco colonial, esse foi o altor da pintura do teto da igreja São Francisco de Ouro Preto. 
O casario remete ao esplendor da época em que Vila Risa era o lugar mais importante do Brasil - além de guardar a memória do primeiro movimento de independência , a inconfidência Mineira , que por estas ruas se estruturou . O conjunto dessas atrações e mais o efervescente cenário cultural , com importantes festivais de jazz e de cinema,fazem desta joia uma paragem obrigatória .




  






Bem ao lado de Ouro Preto está Mariana, a primeira capital de Minas Gerais. Em Mariana, iremos conhecer algumas igrejas e finalizaremos o passeio na Mina da Passagem, a maior Mina de Ouro aberta à visitação pública do mundo.

(31) 41416726 - 94316649 - 85992160
henriktour@hotmail.com

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Roteiros de Minas Gerais



Viajar por Minas é se surpreender a todo instante com a natureza, a tradição, a história, os sabores e a 
hospitalidade do povo. E para quem quiser vivenciar todas essas experiências em um só passeio, a Estrada Real é a opção perfeita. Os seus mais de 1.600 km de extensão são divididos em três grandes caminhos: o Caminho Velho, o Caminho Novo e o Caminho dos Diamantes. O percurso, que há três séculos era marcado pelo Ciclo do Ouro, hoje oferece uma infinidade de atrações, como cacheiras, parques ecológicos e belas paisagens, além de igrejas, museus, artesanato típico e festas regionais e religiosas. Um passeio inesquecível, repleto de agradáveis surpresas. O que você não pode perder: Minas Gerais do Ouro: O passeio proporciona ao turista a vivência das experiências no Caminho Novo e Velho da Estrada Real que passa pelas cidades de Ouro Preto, Mariana, Florestas e Congonhas do Campo. O visitante passeia pelas cachoeiras, trilhas, vilarejos e fazendas coloniais cercadas por montanhas e lagos com águas azuis. Pode saborear os quitutes e desfrutar dos tradicionais doces de Minas, um dos privilégios deste roteiro. Estão incluídas visitas a igrejas e museu, além do espetáculo de Marionetes Musicircus, do mestre Catin Nardi. Pedalando na Estrada Real: paisagens repletas de montanhas, rios, cachoeiras e muito verde criaram um cenário perfeito para a prática de esportes de aventura. O passeio de bicicleta pelo sul de Minas passa por vilarejos e fazendas antigas em Capela do Saco, Carrancas, São Vicente de Minas, Serranos, Aiuruoca, Alagoa, Itamonte. São 5 dias pedalando uma média de 35 km por dia.


A primeira cidade brasileira e uma das primeiras do mundo a ser declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, Ouro Preto atingiu esse status em 1980. Famosa por sua arquitetura colonial primorosa, a cidade foi construída por artistas e escravos, no auge do Ciclo do Ouro.

Seu grande valor histórico como palco da Inconfidência Mineira e seu expressivo conjunto histórico , não são os únicos atrativos da cidade, que também se beneficia de sua intensa atividade cultural, além do rico ecossistema que a contorna, com cachoeiras, trilhas e uma enorme área de mata nativa.

Suas imponentes e silenciosas igrejas contrastam com o clima jovial e alegre proporcionado pelo movimento contagiante dos estudantes e turistas, sempre dispostos a festejar em suas famosas repúblicas ou nas ladeiras da cidade.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

TURISMO RECEPTIVO - Aeroporto / Berços de Minas (Ouro Oreto ou Mariana ) - Traslado




Saídas regulares todos os dias

Passeios:

Durante o traslado você receberá informações sobre as cidades de Belo Horizonte, Ouro Preto e Mariana, os atrativos, os serviços e as opções de passeios na região. Quando vier para Minas Gerais, chegue de forma tranquila. Utilize os nossos serviços de receptivos, traslados e passeios. VENHA VIVER MINAS GERAIS!!!

Investimento por pessoa:

2 pessoas: R$100,00
3 a 6 pessoas: R$90,00
7 a 10 pessoas: R$80,00
Desconto para crianças (acompanhadas de adultos):
De 0 a 5 anos: GRÁTIS
De 6 a 10 anos: 50%
Incluído:
Motorista e traslado (Aeroporto de Confins // Ouro Preto ou Mariana).





(31) 94316649 / 85992160
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Estrada Real: Minas para todos os gostos


Muitos ainda têm dúvidas, acham que é um atrativo específico, outros duvidam que ela realmente existiu, mas a Estrada Real vem se consolidando a cada ano como um dos maiores complexos turísticos e culturais do país, unindo cidades e vilas de Minas Gerais e garantindo aos turistas experiências inesquecíveis.
A Estrada Real são caminhos formados ao longo de muitos anos de idas e vindas, das Minas ao litoral em buscas de riquezas, desde o século XVII. Os caminhos foram abertos oficialmente pela Coroa Portuguesa e ligam as antigas regiões das minas e das pedras preciosas, do interior do estado de Minas Gerais ao litoral do Rio de Janeiro, passando ainda por São Paulo. Constituída basicamente pelas vias de acesso, os pontos de parada, as cidades e vilas históricas que se formaram durante o passar dos homens e do tempo.
Estrada Real: os caminhos do ouro e dos diamantes
Estrada Real: os caminhos do ouro e dos diamantes
Assim se formou o complexo da Estrada Real, cercado de montanhas, natureza, cultura e arte. Hoje o complexo reúne uma série de atrativos para turistas que querem se encantar com tanta beleza e história.
A Estrada Real é formada por quatro caminhos. Conheça:
Caminho Velho
Do mar às minas, soma 630 quilômetros. Saindo de Paraty, no litoral fluminense, passa pela Serra da Mantiqueira, pelo Circuito das Águas, por antigas vilas transformadas em cidades de médio porte e grande potencial turístico. A parada final é em Ouro Preto, ponto central da Estrada Real.
O Caminho Velho foi a primeira via aberta oficialmente pela Coroa Portuguesa para o tráfego entre o litoral fluminense e a região mineradora. A notícia da riqueza das minas fez com que fosse decretado como legal somente o Caminho Velho, instituindo crime de lesamajestade quem adentrasse o interior do país sem passar pelos registros de fiscalização e controle.
Caminho Novo
Os 515 quilômetros do Caminho Novo são os mais jovens da Estrada Real. Sua criação ocorreu em 1698, mas foi entre 1722 e 1725 que a rota estava finalmente definida. De Ouro Preto ao Rio de Janeiro, liga Minas Gerais ao mar da capital fluminense. Hoje, repleto de atrativos turísticos, guarda dezenas de vestígios da época mineradora, um verdadeiro convite para o viajante.
Aberto para ser alternativa ao Caminho Velho, devido às necessidades de recebimento de mais trabalhadores e equipamentos e do escoamento da crescente produção de ouro e diamantes, o Caminho Novo guarda para os turistas uma série de elementos da época das bandeiras e das primeiras explorações do território. São túneis, chafarizes e fazendas, alguns hoje transformados em confortáveis meios de hospedagem, que resgatam construções e costumes dos séculos XVIII e XIX.
A Inconfidência Mineira é a principal marca histórica de uma série de municípios do Caminho Novo. As dificuldades, lutas e ideais defendidos pelos inconfidentes estão até hoje marcadas em locais como Conselheiro Lafaiete e Ouro Branco, em Minas Gerais, e Inconfidência, distrito de Paraíba do Sul, no estado do Rio de Janeiro, que guarda o Museu de Tiradentes.
As sinalizações fazem a demarcação dos trechos da Estrada Real
As sinalizações fazem a demarcação dos trechos da Estrada Real
Caminho dos Diamantes
O Caminho dos Diamantes tem cerca de 350 quilômetros e liga Diamantina a Ouro Preto. Passou a ter grande importância a partir de 1729, quando as pedras preciosas de Diamantina ganharam destaque nas economias brasileira e portuguesa.
Além da história de seus municípios, da cultura latente e da gastronomia típica, o Caminho dos Diamantes destaca-se pela beleza natural. Abriga o Parque Nacional da Serra do Cipó – trecho da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço – e suas cachoeiras, paredões e serras que permitem atividades como canoagem, rafting, moutain bike, cavalgadas, escaladas e, claro, boas viagens de carro por estradas de terra, entre pequenas cidades e vilarejos, ricos em fauna e flora.
Seu entorno conta ainda com outras sete unidades de conservação. São os Parques Estaduais do Rio Preto, de Biribiri, do Itambé, da Serra da Candonga, da Serra do Rola-Moça e do Itacolomi, além do Parque Nacional das Sempre-Vivas. A paisagem do Cerrado, que marca toda a região, mescla vegetação de campos de altitude com zonas de transição para Mata Atlântica.
Próximo ao Caminho dos Diamantes, no município de Confins, está o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, importante elo entre cidades do sudeste brasileiro com diversas regiões do mundo.
Caminho de Sabarabuçu
O Caminho de Sabarabuçu foi criado como uma rota alternativa entre o Caminho dos Diamantes e a cidade de Ouro Preto. Seus 160 quilômetros conectam os distritos de Cocais (Barão de Cocais) e de Glaura (Ouro Preto).
A curta distância é suficiente para abrigar lugares com muita história para contar. Há cerca de trezentos anos, as serras íngremes do trecho, cortadas por cursos d’água como o rio das Velhas, eram vistas como verdadeiros tesouros, onde seria possível achar ouro e outros metais preciosos. Essa crença devia-se ao brilho que a atual Serra da Piedade (antigo Pico de Sabarabuçu) tem. O que os bandeirantes imaginavam ser ouro é, na verdade, o minério de ferro do topo da montanha, que reflete a luz do sol.
O caminho segue margeando o rio das Velhas e tem a Serra da Piedade, do alto dos seus 1.762 metros, como um dos atrativos. Além da mítica história da serra que reluz, servia também como referência de localização para a chegada nas minas a partir de Raposos, Sabará e Caeté.
Conhecer a Estrada Real é reviver o passado e a história de Minas e do Brasil. Caminhar pela Estrada Real é reviver os passos e os caminhos percorridos pelos escravos, pelo ouro e pela história.
Instituto Estrada Real: desenvolvimento do turismo regional
O desenvolvimento das regiões que compõem a Estrada Real tem um parceiro de peso que vem contribuindo para melhoria, em todos os aspectos, para a recepção de turistas que procuram vivenciar o que Minas Gerais tem de melhor: o Instituto Estrada Real (IER).
O Instituto Estrada Real (IER) é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1999 pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Com uma equipe de técnicos especializados em turismo, transformou o antigo caminho, aberto há mais de 300 anos pela Coroa Portuguesa, em um destino turístico reconhecido no Brasil e no exterior.
Hoje, a ER passa por 199 municípios – 169 em Minas Gerais, 22 em São Paulo e oito no Rio de Janeiro – e tem 1,6 mil quilômetros de extensão e mais de 80 mil quilômetros quadrados de área de influência.
Com o fortalecimento da cadeia produtiva do turismo, o IER busca o desenvolvimento sustentável dos municípios da Estrada Real. A demanda gerada pelos milhões de visitantes do destino é capaz de movimentar mais de 50 setores da indústria, criando oportunidades de lucrativos negócios, de mais empregos e renda, contribuindo de forma efetiva para a redução das desigualdades sociais do país.
Nos 12 anos da sua fundação, o Instituto Estrada Real, em parceria com diversas entidades, vem trabalhando para identificar potencialidades turísticas, industriais e de negócios das cidades e regiões pertencentes ao destino Estrada Real, com especial atenção à manutenção da cultura regional e respeito ao meio ambiente, baseados em um modelo de Turismo Sustentável.
A Henrik Tour sempre teve o apoio do IER para suas ações de divulgação das regiões que compõe o complexo. “O IER sempre foi um grande parceiro da Henrik Tour, estamos sempre juntos em prol do turismo e do desenvolvimento das regiões que compõe a Estrada Real”, declara Henrique félix , Gerente de Operações da Henrik Tour.
Conheça os roteiros da Estrada Real da Henrik Tour e viva histórias em nossa companhia.


Fonte: Estrada Real
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Vejam nosso site www.henriktour.com.br 



quarta-feira, 3 de abril de 2013

MINA DE OURO SANTA RITA

Descubram porque os mineiros falam "UAI"

                                                       MINA SANTA RITA

Cidade de Ouro Preto - MG


(31) 94316649 
henriktour@hotmail.com

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

"""A Melhor Coxinha do Mundo """




Rua Conde de Bobadela, 48 - Centro - Ouro Preto-MG

Horário de Funcionamento: 
a noite até de madrugada de terça a domingo

Telefone: (31) 3551-3032

Aceita só dinheiro!


Após alguns anos ensaiando uma viagenzinha para a universitária Ouro Preto-MG, finalmente conseguimos!!! E após várias recomendações sobre um bar que segundo os guias locais é simples, mas que tem uma coxinha que é o Ó DO BOROGODÓ, lá fomos nós o BARROCO. Um botecaço!!! Simplesmente E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R.


Com uma coxinha aclamada pelo público e pela crítica, o BARROCO ficou conhecido como o BAR DAS COXINHAS. É claro que experimentamos a iguaria de R$ 2,50 a unidade - ela é diferente, você segura ela por um ossinho enquanto se delicia - show! Com certeza a melhor Coxinha que já comemos na vida. Foi impossível comer uma só.


O filho do proprietário estava no bar, e pedimos uma ajuda na hora da cachaça e ele não titubeou e foi logo indicando uma da terrinha dele, uma cachaça de Guaraciaba-MG. Tomamos e aprovamos essa premium de Minas. 


A primeira vez que você vê esse autêntico boteco em meio uma ladeira surreal bem ao estilo de Ouro Preto-MG, você acaba ficando um pouco em dúvida se entra ou não entra: é um bar super eclético, onde você encontra pessoas de todas as tribos. Mas é pisar lá dentro que você fala isso sim é um boteco style. Com paredes rasuradas, mesinhas bambas e muita cerveja rodando o salão, esse é o Barroco, o principal bar de Ouro Preto-MG, com certeza.


Enfim, o boteco BARROCO é para universitários e turistas, mas também é para os alternativos, bebuns e nativos. Ali tem ambulantes vendendo as coisas, moradores da cidade em momentos "zen" e alguns turistas como nós, apenas curiosos pela Coxinha e pela fama local. Vale muito a pena a visita! ;-)


Data da Visita: 03/11/2012

Simulação de gastos para 2 Pessoas: 
R$ 10,00 (Coxinha = 4 x R$ 2,50)
R$ 11,00 (Cerveja Original = 2 x 5,50)
R$ 4,00 (Cachaça)
TOTAL R$ 25,00

Tira Gosto: 10,0 (Coxinha)
Atendimento: 10,0
Temperatura da Bebida: 9,0
Higiene do Local: 7,0

sábado, 23 de junho de 2012

Sementes Negras

Não se sabe ao certo quem descobriu a primeira pedrinha de ouro. Corria algum dia entre 1693 e 1698. Provavelmente a expedição era comandada por Duarte Lopes. Naqueles idos bandeirantes serpenteavam as montanhas de Minas em busca da lendária Serra de Sabarabuçu, relatada pelos índios. Eram homens rudes, pois as adversidades assim exigiam, mas não perdiam a sensibilidade para reconhecer o fausto. Tanto é assim que nosso anônimo descobridor decerto ficou curioso com as pedrinhas escuras encontradas, enquanto escarafunchava o rio Tripuí (água veloz, em tupi). Ouro negro, eclipse de um sol de mais puro quilate, encoberto por uma camada fina de óxido de ferro.


A amostra chegou ao Rio de Janeiro, aos olhos do governador, que já havia recebido outras anteriores das minas de Itaverava. Constatado seu valor deu-se início à corrida. A fábula povoou a imaginação de aventureiros, que se introduziram nas matas num sobe e desce em busca de uma referência para a glória, um pico chamado Ita-corumi (pedra-menino), hoje Itacolomi. Aos seus pés estavam as tão sonhadas minas.
Bandeira de Antônio Dias em 1698: a primeira a chegar. A fundação de um primitivo arraial se deu no morro de São João, onde também foi celebrada a primeira missa pelo padre João de Faria Fialho. Um grupo relativamente pequeno, que depois se multiplicaria aos milhares. Trinta anos depois a cidade contaria perto de 40 mil pessoas, a maior aglomeração de toda a América Latina. Quarenta mil interesses diferentes... E o ouro, apesar de muito, não era suficiente para alimentar a ambição. Começam os confrontos.












Entre 1707 e 1709 ocorreu o primeiro grande conflito, envolvendo essencialmente paulistas e portugueses: a Guerra dos Emboabas. Ambos defendiam terem direitos legítimos sobre o eldorado, reivindicavam a concessão de terras e minas. Ainda em 1709 seria criada a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, tendo Mariana como capital. Dois anos mais tarde os núcleos de Ouro Preto, Antônio Dias, Ouro Podre e Padre Faria foram elevados à categoria de vila. Nascia a Vila Rica de Albuquerque



Enquanto no litoral a sociedade colonial permanecia engessada em sua estrutura fechada, em Minas nascia um caos social que se movimentava efervescentemente. Ambição era a locomotiva, o ouro o combustível. Ascensão social, embora difícil, era possível: bastava uma bateada feliz e muita astúcia. Mercadores, artesãos, engenheiros, advogados, clero, nobres, médicos, poetas, serviçais... O ecletismo se firmava, gerando uma nova consciência, um espírito libertino, capaz de caminhar com os próprios pés. Não foi uma tarefa fácil. Que o digam Felipe dos Santos e os Inconfidentes (ler "Sonho de Liberdade").
Minas crescia e em 1720 tornou-se uma capitania autônoma, sendo a capital transferida para Vila Rica. Encontrava-se ouro como em nenhum outro lugar, fazendo as lendas do Rei Salomão parecerem ingênuos contos infantis. A festa para celebrar o translado do Santíssimo Sacramento (1733), da igreja do Rosário para a matriz do Pilar, marcou esta época. Cronistas relatam a pompa das vestimentas e artefatos, repletos de ouro e pedras preciosas.

O fausto durou até 1750. A partir daí o metal amarelo começou a escassear. A Coroa intensifica a fiscalização, combatendo o contrabando (muito grande), e força os mineradores a garantirem as cotas estabelecidas de impostos. A opressão culminou com a Inconfidência Mineira, movimento rechaçado duramente por Portugal. Minas e o Brasil não seriam mais os mesmos.
Vila Rica virou Imperial Cidade de Ouro Preto em 1823 e permaneceu como capital da Província de Minas Gerais até 1897, ano da inauguração de Belo Horizonte. Os anos setecentos se foram, mas legaram um futuro que hoje nos presenteia com uma das histórias mais interessantes da saga humana.

e o peso da opressão...
Apure os ouvidos ao andar pelas ruas de Ouro Preto. Sem muito esforço e alguma imaginação é possível ouvir os sussurros conspiratórios, os ideais subversivos, as intrigas palacianas... Os paralelepípedos cobrem um chão sagrado, abençoado pela história. E onde há história há interesses dicotômicos, que se chocaram violentamente pelas ruas de Vila Rica.
Felipe dos Santos e Pascoal Guimarães foram os primeiros a enfrentarem a autoridade da Coroa. Eram mineradores e se revoltaram contra a instalação das Casas de Fundição e a cobrança de 20% de todo ouro recolhido (chamado Quinto). Detinham certa influência e mobilizaram militares, mineradores, clero e parte do povo. A Sedição de Vila Rica, como ficou conhecida a revolta, foi duramente reprimida. Pascoal foi condenado e teve sua propriedade incendiada. A pena de Felipe dos Santos foi mais severa: enforcamento. Outros estudiosos alegam que seu corpo foi amarrado a cavalos e arrastado pelas ruas, para depois ser esquartejado. O horror gerou um nó na garganta que mais tarde ganharia a força de um grito de liberdade.
A Coroa não soube dosar a medida de sua autoridade. é certo que não podiam ser complacentes, uma vez que deveriam perpetuar o controle de Portugal sobre a colônia rica e distante milhares de quilômetros. Exerciam um controle sobre homens rudes, talhados pelas crueldades recíprocas, ambições desmedidas e aspereza de um lugar belo mas hostil. Também havia aqueles que não queriam pagar imposto algum e se aproveitavam da situação para conquistar a simpatia da sociedade. Vila Rica não teve infância. Cresceu rápido demais. A Coroa sabia disso: parecia prever a efemeridade de seu poder. Era preciso ganhar o máximo em menos tempo possível.
Os becos estreitos testemunharam inconfidências

Neste local, na rua São José, residia Tiradentes. Por ordem da Coroa a casa foi demolida, o terreno salgado e nele levantado um padrão da infâmia.
Casa de álvares Maciel, onde se reuniam os inconfidentesO ouro vazava por todas as frestas. O contrabando faz deduzir, com certeza quase absoluta, que muito mais ouro foi retirado do que consta nos registros oficiais. Muitos esconderam na fé o resultado do ardil. Igrejas com altares suntuosos, santos do pau-oco; tudo era permitido aos que escondiam seus ganhos. Não demorou para que as minas demonstrassem exaustão. Na contramão do fato, a nobreza portuguesa aumentou os impostos, garantindo os lucros dos tempos de opulência. Contestavam o declínio alegando o aumento constante no número de mineradores e dos recursos cada vez maiores empregados na atividade. Não convenceram. Cresceu o sentimento de insatisfação.
Casa de Cláudio Manuel da Costa

Tiradentes esquartejado - quadro de Pedro Américo (Museu Mariano Procópio - Juiz de Fora MG)
Por volta de 1783 a produção já tinha caído consideravelmente e continuava a cair. O Iluminismo e outros pensamentos europeus ecoaram na mente dos formadores de opinião. Poetas, juristas, militares, padres e até setores do poder constituído se envolveram num movimento libertário. Queriam Minas livre de Portugal, queriam uma universidade, queriam indústrias... A gota d'água era a Derrama, a cobrança acumulada de todos os impostos atrasados, sem levar em conta o esgotamento das minas.
O ápice se deu em 1789, entretanto não chegou a eclodir como o planejado. Houve traições e a denúncia de Joaquim Silvério dos Reis. Pessoas importantes recuaram e negaram envolvimento. Poucos foram condenados e entraram para a história como "inconfidentes", um nome depreciativo. O processo-crime, denominado "Autos da Devassa", foi aberto. Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi o único a declarar abertamente participação. Permaneceu preso por três anos, assim como os outros inconfidentes. Também foi o único condenado à morte, sendo enforcado em 1792 e seu corpo esquartejado e espalhado pelos caminhos de Minas. Os demais foram exilados na África.

O poeta Cláudio Manuel da Costa foi encontrado morto na prisão. Declararam que fora suicídio(?). A cabeça de Tiradentes foi exposta em plena Vila Rica. Sumiu misteriosamente e nunca foi encontrada. Seu paradeiro suscita muitas versões, mais um pitada de sabor nas histórias de Ouro Preto. No local onde estivera o poste (atual praça Tiradentes) se encontra hoje um monumento ao Mártir. A estátua em bronze de Tiradentes está de costas para o palácio do governador. Desdenha da opressão do poder. O movimento não foi em vão: o Brasil se tornaria livre três décadas depois. Inconfidente deixou de ser xingamento; 


Ouro Preto não é feita só de histórias douradas. A natureza foi bem generosa e também exigiu sua cota de sacrifício. O ouro, neste aspecto, tem apenas o papel de recheio numa paisagem que revela muito mais riquezas. Belos vales, esplendorosos mirantes, infinitas nascentes. Um paraíso perdido em meio às lendas.

A conquista deste paraíso foi uma empreitada arriscada e difícil. Adentraram pelos rios os primeiros bandeirantes. Homens muitas vezes em farrapos, em meio a um ambiente idílico. Densas florestas, montanhas que descem e tão logo sobem vertiginosamente. Muitas pessoas visitam Ouro Preto e se encantam com a arquitetura e as lendas. Entretanto, para conhecer o sacrifício do descobrimento, é preciso ir além.
Um passeio pelos arredores de Ouro Preto proporciona isso. Cachoeiras - que com certeza aliviaram o cansaço de personagens históricos - se espalham por toda a parte. Mirantes nos dão uma visão ampla da aspereza do desafio. Como puderam aqueles homens toscos saber onde estava exatamente o ouro? Muitas minas são pequenos buracos em fendas completamente ignoradas pelos incautos. é certo que o ouro foi achado primeiro no leito dos rios. O rio das Velhas, um dos mais importantes de Minas - tanto do ponto de vista geográfico quanto histórico - nasce em Ouro Preto. No formoso vale do Tripuí foram encontradas as primeiras amostras do eldorado. Rios, com suas pontes seculares, serpenteiam por todo canto.
Estrada para Lavras Novas

Vista montanhosa - Lavras Novas




Doze distritos compõem o município de Ouro Preto. Muitos foram coadjuvantes e em alguns momentos se tornaram protagonistas da saga dourada. Guardam segredos saborosos e grande parte das belezas naturais da região. Possibilitam entender com era a antiga Vila Rica e vislumbrar o caminho seguido pelos desbravadores. Encontrar cachoeiras, devassar os profundos vales, escalar o cume de montanhas como o Itacolomi (ponto de referência dos viajantes antigos)... Tudo isso é mais que um deleite; é um exercício de história, uma sala de aula a céu aberto. Belezas naturais ou construídas pelas mãos do homem, como as represas de Santa Rita e do Custódio. Se as ruas escondem segredos, também o fazem os leitos dos rios, pois foram lá que começaram os rumores, onde a lenda virou realidade.
Represa do Custódio - Lavras Novas
Represa de Santa Rita

Cachoeira do Campo
Cachoeira dos Prazeres - Lavras Novas
Cachoeira do Macaco Doido - São Bartolomeu
Vista vale Santo Antônio do Salto

GUIA  DE TURISMO HENRIQUE FELIX 


Guia Henrique : (31) 3426 4469
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