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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Turismo em Minas Gerais - Henrik Tour



 Minas Gerais é um  estado que tem vários atrativos , Ouro Preto é um desses roteiros que você pode conhecer igrejas barrocas, Minas de Ouro , Museus e ainda fazer um belo passeio de trem Maria fumaça .
A cidade conta com uma infraestrutura de pousadas e hotéis e também restaurantes mas ainda tem  uma certa dificuldade com banheiros públicos . Eu sou guia de turismo receptivo nas cidades históricas e atuo também nas grutas e o museu Inhotim.
Quero deixar minhas dicas para que o turista tenha uma melhor estadia em nossas Minas Gerais. Na cidade de Ouro Preto você pode visitar em um  dia fazendo um roteiro mais simples começando por volta das 08:00 da manhã , começando na igreja Nossa Senhora do Pilar , nessa igreja encontra se as obras de Francisco Xavier de Brito, Pedro Gomes Chaves e outros . Depois você pode visitar a igreja Nossa Senhora do Carmo que tem obras do Manuel Francisco Lisboa , pai do Aleijadinho e também encontra obra do próprio Antônio Francisco . Pausa para almoço , indico o restaurante Contos de Réis que tem uma deliciosa comida mineira . Depois do almoço tem a igreja São Francisco de Assis do Aleijadinho , nessa ele sublimou sua arte arquitetando uma bela igreja inovando com a sua arte barroca ...

Vejam meu site onde encontra se diversos  passeios pelas  cidades históricas http://henriktourviagens.com.br/

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Caminhando por Minas Gerais

Minas Gerais é um estado único, alia cultura, rico patrimônio histórico e uma variedade enorme de atrativos de natureza, principalmente na região de abrangência da Estrada Real. A mesa mineira, “onde sempre cabe mais um”, é a maior marca da hospitalidade do povo de Minas Gerais. O jeitinho mineiro acolhe os mais diferentes paladares, gostos, interesses e desejos: do turista aventureiro ao despojado, de crianças à terceira idade, do rural ao urbano. Por isso, vale a pena experimentar os roteiros e atrativos turísticos deste estado acolhedor e rico em diversidade! Minas Gerais detém cerca de 60% do patrimônio histórico nacional, com cidades centenárias que narram a grandiosidade da história do Brasil. O viajante impressiona-se com a arquitetura colonial barroca, expressada através das autênticas igrejas centenárias. Minas Gerais é também um imenso palco de manifestações artísticas e um lugar ideal para realizar novos investimentos e negócios. E aqui você encontra destinos ideais para relaxar e cuidar do corpo e da mente. Conhecer Minas Gerais é muito mais que uma simples viagem turística, é estabelecer uma vivência com a natureza mineira, com sua gente . Um lugar onde a exuberância da natureza combina com a simplicidade das pessoas e onde o passado vive em harmonia com o contemporâneo.

Por onde ir ? 

Comecemos por Ouro Preto cidade histórica Patrimônio da humanidade ...

Nela conheceremos o barroco mineiro com obras de grandes artistas em destaque o Antonio Francisco Lisboa (Aleijadinho) . Esse fez obras em diversas cidades de Minas .Na igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto ele sublimou a sua arte , fazendo dessa sua   maior obra prima .Filho de uma bela escrava chamada Isabel com Manuel Francisco Lisboa , também grande arquiteto do séc. XVIII .
Outro artista que se destacou no barroco mineiro foi o amigo de Aleijadinho o mestre Athayde , referência do barroco colonial, esse foi o altor da pintura do teto da igreja São Francisco de Ouro Preto. 
O casario remete ao esplendor da época em que Vila Risa era o lugar mais importante do Brasil - além de guardar a memória do primeiro movimento de independência , a inconfidência Mineira , que por estas ruas se estruturou . O conjunto dessas atrações e mais o efervescente cenário cultural , com importantes festivais de jazz e de cinema,fazem desta joia uma paragem obrigatória .




  






Bem ao lado de Ouro Preto está Mariana, a primeira capital de Minas Gerais. Em Mariana, iremos conhecer algumas igrejas e finalizaremos o passeio na Mina da Passagem, a maior Mina de Ouro aberta à visitação pública do mundo.

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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Roteiros de Minas Gerais



Viajar por Minas é se surpreender a todo instante com a natureza, a tradição, a história, os sabores e a 
hospitalidade do povo. E para quem quiser vivenciar todas essas experiências em um só passeio, a Estrada Real é a opção perfeita. Os seus mais de 1.600 km de extensão são divididos em três grandes caminhos: o Caminho Velho, o Caminho Novo e o Caminho dos Diamantes. O percurso, que há três séculos era marcado pelo Ciclo do Ouro, hoje oferece uma infinidade de atrações, como cacheiras, parques ecológicos e belas paisagens, além de igrejas, museus, artesanato típico e festas regionais e religiosas. Um passeio inesquecível, repleto de agradáveis surpresas. O que você não pode perder: Minas Gerais do Ouro: O passeio proporciona ao turista a vivência das experiências no Caminho Novo e Velho da Estrada Real que passa pelas cidades de Ouro Preto, Mariana, Florestas e Congonhas do Campo. O visitante passeia pelas cachoeiras, trilhas, vilarejos e fazendas coloniais cercadas por montanhas e lagos com águas azuis. Pode saborear os quitutes e desfrutar dos tradicionais doces de Minas, um dos privilégios deste roteiro. Estão incluídas visitas a igrejas e museu, além do espetáculo de Marionetes Musicircus, do mestre Catin Nardi. Pedalando na Estrada Real: paisagens repletas de montanhas, rios, cachoeiras e muito verde criaram um cenário perfeito para a prática de esportes de aventura. O passeio de bicicleta pelo sul de Minas passa por vilarejos e fazendas antigas em Capela do Saco, Carrancas, São Vicente de Minas, Serranos, Aiuruoca, Alagoa, Itamonte. São 5 dias pedalando uma média de 35 km por dia.


A primeira cidade brasileira e uma das primeiras do mundo a ser declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, Ouro Preto atingiu esse status em 1980. Famosa por sua arquitetura colonial primorosa, a cidade foi construída por artistas e escravos, no auge do Ciclo do Ouro.

Seu grande valor histórico como palco da Inconfidência Mineira e seu expressivo conjunto histórico , não são os únicos atrativos da cidade, que também se beneficia de sua intensa atividade cultural, além do rico ecossistema que a contorna, com cachoeiras, trilhas e uma enorme área de mata nativa.

Suas imponentes e silenciosas igrejas contrastam com o clima jovial e alegre proporcionado pelo movimento contagiante dos estudantes e turistas, sempre dispostos a festejar em suas famosas repúblicas ou nas ladeiras da cidade.

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

CIDADES HISTÓRICAS DE MINAS - Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Tiradentes e São João Del Rei - 3 dias e 2 noites Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Tiradentes e São João Del Rei (ER) / MG




Ouro Preto – Muito ouro descoberto por mero acaso, por uma expedição de paulistas chefiada pelo bandeirante Antônio Dias. Assim nasce Ouro Preto, berço do Barroco Mineiro, localizada a 99 km de BH. Andar por suas ruas é contemplar o mais importante conjunto arquitetônico do país, suas igrejas, museus, pontes, chafarizes, casario e ruínas da mineração. Circundada pelo Parque Estadual do Itacolomi, Tripuí e por várias cachoeiras, Ouro Preto mescla história, cultura e natureza privilegiada, fazendo-a Patrimônio Cultural da Humanidade.
Mariana – Berço da religiosidade mineira, Mariana nasceu do arraial do Ribeirão do Carmo, fundado em 1703, próximo ao curso de água onde o bandeirante João Lopes de Lima descobriu o ouro na região. Após a Guerra dos Emboabas, a Coroa criou a capitania das Minas e passou a controlar a exploração do ouro. Em 1711, o arraial foi elevado a vila e passou a ser residência do governador Antônio de Albuquerque. Em 1745, a vila foi elevada a cidade e seu nome homenageou a Rainha Maria Ana da Áustria, mulher de D. João V, Rei de Portugal. Mariana tornou-se sede do primeiro bispado da região e a primeira cidade planejada do País, com suas linhas retas e praças retangulares. Localizada a 107 Km de BH, possui algumas atrações em seu entorno, como a Mina da Passagem.
Congonhas - Formada nos arredores do Rio Maranhão por volta dos anos de 1700, a criação da então Freguesia de Congonhas gera algumas controvérsias com relação à sua fundação. Os registros mais confiáveis, porém, decretam em 17 de Dezembro de 1938 a criação do município de Congonhas do Campo, sendo simplificado seu nome dez anos mais tarde para Congonhas. Escolhida para abrigar as mais belas obras do mestre Aleijadinho, a 82 Km de BH, a cidade parece estar envolvida por uma sensação de paz e encantamento! Do alto do Santuário, sente-se exatamente a cumplicidade entre silêncio e religiosidade, arte e trabalho.
Tiradentes - “Ela é pequena, mas conta com casas muito bonitas e fica-se admirado com o tamanho da igreja paroquial”, descreveu o viajante Saint-Hillaire. Tiradentes foi palco de lutas que afetaram toda a capitania das Minas (como a Guerra dos Emboabas) e sediou reuniões dos inconfidentes. Abandonada com a decadência do ouro e tombada pelo Patrimônio Histórico, é uma delicada preciosidade protegida pela Serra de São José.
São João Del Rei - Escolhida pela Inconfidência Mineira como a capital da futura República Livre, São João Del Rei nasceu do chamado Porto Real da Passagem, situado às margens do Rio das Mortes, que era passagem obrigatória para quem ia de São Paulo a Minas Gerais. A história da cidade é muito movimentada, indo da corrida do ouro e da inauguração da primeira ferrovia em 1881 aos conflitos da Guerra dos Emboabas. Desde o século XVIII, São João Del Rei foi palco de importantes acontecimentos econômicos, culturais e políticos.



1º dia:
08:00 - Encontro dos participantes no aeroporto ou em frente ao hotel - Belo Horizonte.
08:15 - Embarque no transporte com destino a Ouro Preto.
10:00 - Chegada a Ouro Preto. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Tiradentes, Rua Direita, Igreja do Pilar, Igreja de São Francisco de Assis e Museu da Inconfidência).
12:30 - Almoço.
13:30 - Tempo livre. Sugestão: Feira de Pedra Sabão.
15:00 - Traslado até Mariana.
15:20 - Chegada a Mariana. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Minas Gerais, Casa de Câmara de Cadeia, Igrejas de São Francisco de Assis, do Carmo e Sé).
16:00 - Retorno a Ouro Preto e acomodação na pousada.
18:00 - Noite Livre.

2º dia:
08:00 - Café da Manhã.
08:15 - Embarque no transporte com destino a Congonhas.
09:30 - Chegada a Congonhas. Visitaremos a Basílica do Bom Jesus de Matosinhos os Profetas e os Passos (Obras do Aleijadinho).
10:30 - Traslado até Tiradentes.
11:30 - Chegada a Tiradentes e acomodação na pousada.
12:30 - Almoço.
14:00 - Passeio a pé pelas ruas, praças e largos de Tiradentes. Visitaremos o Chafariz de São José, a Igreja de Santo Antônio e a Casa do Padre Toledo.
16:00 - Tarde e noite livres...

3º dia:
08:00 - Café da manhã.
09:00 - Traslado até São João Del Rei.
09:30 - Chegada a São João Del Rei. Visitaremos a Igreja de São Francisco de Assis, o Solar dos Neves, o Solar dos Lustosa, o Largo da Cruz, a Ponte da Cadeia e o Chafariz da Legalidade.
12:00 - Almoço.
15:00 - Passeio de Maria Fumaça - opcional.
16:00 - Embaque no transporte para retorno a BH.
18:00 - Chegada à BH (ou aeroporto).

(ER) Roteiro da Estrada Real







Agencia de turismo receptivo de Belo Horizonte
consulte nossos serviços 

contato@henriktour.com
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(31) 94316649 / 85992160 







sexta-feira, 12 de abril de 2013

TURISMO RECEPTIVO - Aeroporto / Berços de Minas (Ouro Oreto ou Mariana ) - Traslado




Saídas regulares todos os dias

Passeios:

Durante o traslado você receberá informações sobre as cidades de Belo Horizonte, Ouro Preto e Mariana, os atrativos, os serviços e as opções de passeios na região. Quando vier para Minas Gerais, chegue de forma tranquila. Utilize os nossos serviços de receptivos, traslados e passeios. VENHA VIVER MINAS GERAIS!!!

Investimento por pessoa:

2 pessoas: R$100,00
3 a 6 pessoas: R$90,00
7 a 10 pessoas: R$80,00
Desconto para crianças (acompanhadas de adultos):
De 0 a 5 anos: GRÁTIS
De 6 a 10 anos: 50%
Incluído:
Motorista e traslado (Aeroporto de Confins // Ouro Preto ou Mariana).





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Estrada Real: Minas para todos os gostos


Muitos ainda têm dúvidas, acham que é um atrativo específico, outros duvidam que ela realmente existiu, mas a Estrada Real vem se consolidando a cada ano como um dos maiores complexos turísticos e culturais do país, unindo cidades e vilas de Minas Gerais e garantindo aos turistas experiências inesquecíveis.
A Estrada Real são caminhos formados ao longo de muitos anos de idas e vindas, das Minas ao litoral em buscas de riquezas, desde o século XVII. Os caminhos foram abertos oficialmente pela Coroa Portuguesa e ligam as antigas regiões das minas e das pedras preciosas, do interior do estado de Minas Gerais ao litoral do Rio de Janeiro, passando ainda por São Paulo. Constituída basicamente pelas vias de acesso, os pontos de parada, as cidades e vilas históricas que se formaram durante o passar dos homens e do tempo.
Estrada Real: os caminhos do ouro e dos diamantes
Estrada Real: os caminhos do ouro e dos diamantes
Assim se formou o complexo da Estrada Real, cercado de montanhas, natureza, cultura e arte. Hoje o complexo reúne uma série de atrativos para turistas que querem se encantar com tanta beleza e história.
A Estrada Real é formada por quatro caminhos. Conheça:
Caminho Velho
Do mar às minas, soma 630 quilômetros. Saindo de Paraty, no litoral fluminense, passa pela Serra da Mantiqueira, pelo Circuito das Águas, por antigas vilas transformadas em cidades de médio porte e grande potencial turístico. A parada final é em Ouro Preto, ponto central da Estrada Real.
O Caminho Velho foi a primeira via aberta oficialmente pela Coroa Portuguesa para o tráfego entre o litoral fluminense e a região mineradora. A notícia da riqueza das minas fez com que fosse decretado como legal somente o Caminho Velho, instituindo crime de lesamajestade quem adentrasse o interior do país sem passar pelos registros de fiscalização e controle.
Caminho Novo
Os 515 quilômetros do Caminho Novo são os mais jovens da Estrada Real. Sua criação ocorreu em 1698, mas foi entre 1722 e 1725 que a rota estava finalmente definida. De Ouro Preto ao Rio de Janeiro, liga Minas Gerais ao mar da capital fluminense. Hoje, repleto de atrativos turísticos, guarda dezenas de vestígios da época mineradora, um verdadeiro convite para o viajante.
Aberto para ser alternativa ao Caminho Velho, devido às necessidades de recebimento de mais trabalhadores e equipamentos e do escoamento da crescente produção de ouro e diamantes, o Caminho Novo guarda para os turistas uma série de elementos da época das bandeiras e das primeiras explorações do território. São túneis, chafarizes e fazendas, alguns hoje transformados em confortáveis meios de hospedagem, que resgatam construções e costumes dos séculos XVIII e XIX.
A Inconfidência Mineira é a principal marca histórica de uma série de municípios do Caminho Novo. As dificuldades, lutas e ideais defendidos pelos inconfidentes estão até hoje marcadas em locais como Conselheiro Lafaiete e Ouro Branco, em Minas Gerais, e Inconfidência, distrito de Paraíba do Sul, no estado do Rio de Janeiro, que guarda o Museu de Tiradentes.
As sinalizações fazem a demarcação dos trechos da Estrada Real
As sinalizações fazem a demarcação dos trechos da Estrada Real
Caminho dos Diamantes
O Caminho dos Diamantes tem cerca de 350 quilômetros e liga Diamantina a Ouro Preto. Passou a ter grande importância a partir de 1729, quando as pedras preciosas de Diamantina ganharam destaque nas economias brasileira e portuguesa.
Além da história de seus municípios, da cultura latente e da gastronomia típica, o Caminho dos Diamantes destaca-se pela beleza natural. Abriga o Parque Nacional da Serra do Cipó – trecho da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço – e suas cachoeiras, paredões e serras que permitem atividades como canoagem, rafting, moutain bike, cavalgadas, escaladas e, claro, boas viagens de carro por estradas de terra, entre pequenas cidades e vilarejos, ricos em fauna e flora.
Seu entorno conta ainda com outras sete unidades de conservação. São os Parques Estaduais do Rio Preto, de Biribiri, do Itambé, da Serra da Candonga, da Serra do Rola-Moça e do Itacolomi, além do Parque Nacional das Sempre-Vivas. A paisagem do Cerrado, que marca toda a região, mescla vegetação de campos de altitude com zonas de transição para Mata Atlântica.
Próximo ao Caminho dos Diamantes, no município de Confins, está o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, importante elo entre cidades do sudeste brasileiro com diversas regiões do mundo.
Caminho de Sabarabuçu
O Caminho de Sabarabuçu foi criado como uma rota alternativa entre o Caminho dos Diamantes e a cidade de Ouro Preto. Seus 160 quilômetros conectam os distritos de Cocais (Barão de Cocais) e de Glaura (Ouro Preto).
A curta distância é suficiente para abrigar lugares com muita história para contar. Há cerca de trezentos anos, as serras íngremes do trecho, cortadas por cursos d’água como o rio das Velhas, eram vistas como verdadeiros tesouros, onde seria possível achar ouro e outros metais preciosos. Essa crença devia-se ao brilho que a atual Serra da Piedade (antigo Pico de Sabarabuçu) tem. O que os bandeirantes imaginavam ser ouro é, na verdade, o minério de ferro do topo da montanha, que reflete a luz do sol.
O caminho segue margeando o rio das Velhas e tem a Serra da Piedade, do alto dos seus 1.762 metros, como um dos atrativos. Além da mítica história da serra que reluz, servia também como referência de localização para a chegada nas minas a partir de Raposos, Sabará e Caeté.
Conhecer a Estrada Real é reviver o passado e a história de Minas e do Brasil. Caminhar pela Estrada Real é reviver os passos e os caminhos percorridos pelos escravos, pelo ouro e pela história.
Instituto Estrada Real: desenvolvimento do turismo regional
O desenvolvimento das regiões que compõem a Estrada Real tem um parceiro de peso que vem contribuindo para melhoria, em todos os aspectos, para a recepção de turistas que procuram vivenciar o que Minas Gerais tem de melhor: o Instituto Estrada Real (IER).
O Instituto Estrada Real (IER) é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1999 pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Com uma equipe de técnicos especializados em turismo, transformou o antigo caminho, aberto há mais de 300 anos pela Coroa Portuguesa, em um destino turístico reconhecido no Brasil e no exterior.
Hoje, a ER passa por 199 municípios – 169 em Minas Gerais, 22 em São Paulo e oito no Rio de Janeiro – e tem 1,6 mil quilômetros de extensão e mais de 80 mil quilômetros quadrados de área de influência.
Com o fortalecimento da cadeia produtiva do turismo, o IER busca o desenvolvimento sustentável dos municípios da Estrada Real. A demanda gerada pelos milhões de visitantes do destino é capaz de movimentar mais de 50 setores da indústria, criando oportunidades de lucrativos negócios, de mais empregos e renda, contribuindo de forma efetiva para a redução das desigualdades sociais do país.
Nos 12 anos da sua fundação, o Instituto Estrada Real, em parceria com diversas entidades, vem trabalhando para identificar potencialidades turísticas, industriais e de negócios das cidades e regiões pertencentes ao destino Estrada Real, com especial atenção à manutenção da cultura regional e respeito ao meio ambiente, baseados em um modelo de Turismo Sustentável.
A Henrik Tour sempre teve o apoio do IER para suas ações de divulgação das regiões que compõe o complexo. “O IER sempre foi um grande parceiro da Henrik Tour, estamos sempre juntos em prol do turismo e do desenvolvimento das regiões que compõe a Estrada Real”, declara Henrique félix , Gerente de Operações da Henrik Tour.
Conheça os roteiros da Estrada Real da Henrik Tour e viva histórias em nossa companhia.


Fonte: Estrada Real
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domingo, 7 de abril de 2013

Cidades Históricas de Minas Gerais

Ouro Preto – Muito ouro descoberto por mero acaso, por uma expedição de paulistas chefiada pelo bandeirante Antônio Dias. Assim nasce Ouro Preto, berço do Barroco Mineiro, localizada a 99 km de BH. Andar por suas ruas é contemplar o mais importante conjunto arquitetônico do país, suas igrejas, museus, pontes, chafarizes, casario e ruínas da mineração. Circundada pelo Parque Estadual do Itacolomi, Tripuí e por várias cachoeiras, Ouro Preto mescla história, cultura e natureza privilegiada, fazendo-a Patrimônio Cultural da Humanidade.
Mariana – Berço da religiosidade mineira, Mariana nasceu do arraial do Ribeirão do Carmo, fundado em 1703, próximo ao curso de água onde o bandeirante João Lopes de Lima descobriu o ouro na região. Após a Guerra dos Emboabas, a Coroa criou a capitania das Minas e passou a controlar a exploração do ouro. Em 1711, o arraial foi elevado a vila e passou a ser residência do governador Antônio de Albuquerque. Em 1745, a vila foi elevada a cidade e seu nome homenageou a Rainha Maria Ana da Áustria, mulher de D. João V, Rei de Portugal. Mariana tornou-se sede do primeiro bispado da região e a primeira cidade planejada do País, com suas linhas retas e praças retangulares. Localizada a 107 Km de BH, possui algumas atrações em seu entorno, como a Mina da Passagem.
Congonhas - Formada nos arredores do Rio Maranhão por volta dos anos de 1700, a criação da então Freguesia de Congonhas gera algumas controvérsias com relação à sua fundação. Os registros mais confiáveis, porém, decretam em 17 de Dezembro de 1938 a criação do município de Congonhas do Campo, sendo simplificado seu nome dez anos mais tarde para Congonhas. Escolhida para abrigar as mais belas obras do mestre Aleijadinho, a 82 Km de BH, a cidade parece estar envolvida por uma sensação de paz e encantamento! Do alto do Santuário, sente-se exatamente a cumplicidade entre silêncio e religiosidade, arte e trabalho.
Tiradentes - “Ela é pequena, mas conta com casas muito bonitas e fica-se admirado com o tamanho da igreja paroquial”, descreveu o viajante Saint-Hillaire. Tiradentes foi palco de lutas que afetaram toda a capitania das Minas (como a Guerra dos Emboabas) e sediou reuniões dos inconfidentes. Abandonada com a decadência do ouro e tombada pelo Patrimônio Histórico, é uma delicada preciosidade protegida pela Serra de São José.
São João Del Rei - Escolhida pela Inconfidência Mineira como a capital da futura República Livre, São João Del Rei nasceu do chamado Porto Real da Passagem, situado às margens do Rio das Mortes, que era passagem obrigatória para quem ia de São Paulo a Minas Gerais. A história da cidade é muito movimentada, indo da corrida do ouro e da inauguração da primeira ferrovia em 1881 aos conflitos da Guerra dos Emboabas. Desde o século XVIII, São João Del Rei foi palco de importantes acontecimentos econômicos, culturais e políticos.








Roteiro Detalhado

1º dia:
08:00 - Encontro dos participantes no aeroporto ou em frente ao hotel - Belo Horizonte.
08:15 - Embarque no transporte com destino a Ouro Preto.
10:00 - Chegada a Ouro Preto. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Tiradentes, Rua Direita, Igreja do Pilar, Igreja de São Francisco de Assis e Museu da Inconfidência).
12:30 - Almoço.
13:30 - Tempo livre. Sugestão: Feira de Pedra Sabão.
15:00 - Traslado até Mariana.
15:20 - Chegada a Mariana. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Minas Gerais, Casa de Câmara de Cadeia, Igrejas de São Francisco de Assis, do Carmo e Sé).
16:00 - Retorno a Ouro Preto e acomodação na pousada.
18:00 - Noite Livre.

2º dia:
08:00 - Café da Manhã.
08:15 - Embarque no transporte com destino a Congonhas.
09:30 - Chegada a Congonhas. Visitaremos a Basílica do Bom Jesus de Matosinhos os Profetas e os Passos (Obras do Aleijadinho).
10:30 - Traslado até Tiradentes.
11:30 - Chegada a Tiradentes e acomodação na pousada.
12:30 - Almoço.
14:00 - Passeio a pé pelas ruas, praças e largos de Tiradentes. Visitaremos o Chafariz de São José, a Igreja de Santo Antônio e a Casa do Padre Toledo.
16:00 - Tarde e noite livres...

3º dia:
08:00 - Café da manhã.
09:00 - Traslado até São João Del Rei.
09:30 - Chegada a São João Del Rei. Visitaremos a Igreja de São Francisco de Assis, o Solar dos Neves, o Solar dos Lustosa, o Largo da Cruz, a Ponte da Cadeia e o Chafariz da Legalidade.
12:00 - Almoço.
15:00 - Passeio de Maria Fumaça - opcional.
16:00 - Embaque no transporte para retorno a BH.
18:00 - Chegada à BH (ou aeroporto).

(ER) Roteiro da Estrada Real
 Dicas para quem vai participar deste passeio

- Durante os passeios é aconselhável usar: roupas leves e claras, calçados e meias confortáveis, boné ou chapéu;
- Os participantes devem levar uma mochila com objetos pessoais, documentos, uma garrafa de água e medicamentos de uso pessoal;
- Aconselhamos levar ainda máquina fotográfica, protetor solar, óculos escuros e um agasalho para os dias mais frios.
Observações

- Este roteiro acontece de terça a domingo com no mínimo 2 pessoas. Atenção: roteiro não operado nos feriados;
- Crianças de 0 a 5 - Grátis / 6 a 10 – desconto de 50%. Sempre acompanhados de 2 adultos;
- As entradas nos atrativos não estão incluídas no preço do pacote;
- Passeio de Trem (sextas, sábados, domingos e feriados).
- Igrejas e museus não abrem na segunda-feira;
- Passeio indicado para todas as pessoas;
- Desconto de 5% para pagamento a vista (agência ou deposito);
- Caso a (s) data (s) abaixo não se encaixe na sua agenda, entre em contato.

Depósito - à vista

Primeira Pessoa: R$1.700,00

Individual: R$1.190,00

2 pessoas: R$1.090,00

3 a 6 pessoas: R$1.090,00

7 a 10 pessoas: R$1.000,00

Desconto para crianças (acompanhadas de dois adultos):

De 0 a 5 anos: GRÁTIS

De 6 a 10 anos: 50%



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Dom Joaquim MG Turismo Serra do Cipó


A importância da Barragem para
o Turismo e a Cultura do
Município de DOM JOAQUIM/MGDirceu Rabelo



A Barragem ao entardecer – Foto de Marília Escobar Thomaz Rabelo

A barragem do Rio Folheta já teve seus tempos áureos como usina hidrelétrica. Inaugurada em 1940, foi desativada com a chegada da CEMIG em 1979 no mandato do prefeito “Barriado”, e graças ele e mais alguns dom-joaquinenses tidos na época como visionários, hoje ela está lá quase intacta e transformou-se no “Complexo Turístico do Recanto da Represa”. O primeiro passo foi dado então, pelo prefeito Geraldo Madureira Simões, o “Barriado”, que desmanchou a ponte de madeira e construiu aquela preciosidade que se encontra lá até hoje; uma fortaleza em forma de ponte. As pedras para a construção da ponte, ele conseguiu, retirando-as do fundo do atual piscinão e com o restante ele fez o paredão desta primeira piscina para adultos, mais funda.

O prefeito que o sucedeu, Hélio Thomaz Neto (Nonô) continuou a transformá-la em área de lazer para a comunidade, através de um projeto do engenheiro dom-joaquinense Reinaldo Fernandes Lages. Neste projeto entraram mais duas piscinas de águas correntes e a construção de um bar/restaurante de dois andares, onde antes estava a usina de geração de energia e um chuveirão. Os outros prefeitos que o sucederam foram adicionando alguns itens importantes ao chamado “complexo”, assim como banheiros, praias artificiais, quadra poliesportiva, área de camping com boa infra-estrutura, iluminação aérea da área de camping, área de lazer infantil, arborização, etc.

Para a comunidade dom-joaquinense, a Barragem ou o Recanto da Represa é o cartão postal da cidade, ou melhor, é até mais, porque é naquele lugar aonde os nativos vão para se refrescar em suas águas limpas e de cor verde-esmeralda, naqueles meses mais quentes, que vão de setembro a abril. Para os visitantes é o “paraíso”, pois, além de bonita, a Barragem está sempre limpinha e para entrar não se paga nada… Nunca se cobra taxa, nem no carnaval, quando quase cinco mil pessoas de toda a região, de outras cidades de Minas e de outros estados se acotovelam ali nos quatro dias da folia de Momo, sob os olhares protetores e vigilantes de seguranças da Prefeitura e de soldados do Corpo de Bombeiros que são requisitados para os grandes eventos.

Saldo disso tudo: acaba o carnaval e nem um corte com cacos de vidros o hospital recebe para socorrer. É terminantemente proibida a venda de bebidas em garrafas de vidro, e copos, só de plástico. Para entrar na Barragem, a pessoa que estiver portando uma garrafa de vidro tem que deixá-la com os seguranças que ficam próximos do Hospital Nossa Senhora das Graças.

A Barragem não é só importante para os dom-joaquinenses; não! Ela foi e é tão importante, que jornais regionais já fizeram várias reportagens sobre o assunto, mostrando como as cidades vizinhas copiaram-na descaradamente. Algumas ainda resistem, mas a grande maioria feneceu com o tempo; foi apenas um arremedo da nossa Barragem que resiste bravamente. Depois do renascimento da Barragem com esta nova roupagem turística, Dom Joaquim deu um salto nesta área e hoje conta com um hotel e seis pousadas e um comércio que cresce a cada dia, incluindo aí, dois bares/restaurantes fixos na represa.

O Carnaval de Dom Joaquim, um dos melhores da região, acontece durante o dia com o trio elétrico e bandas na Barragem e só à noite vai para o centro da cidade, para retornar no dia seguinte à Barragem, onde centenas de turistas se unem aos dom-joaquinenses para uma brincadeira salutar.

Dom Joaquim é associado ao Circuito Turístico Parque Nacional da Serra do Cipó, e tem um artesanato e comidas típicas já descritos e classificados como de grande importância para a cultura mineira.



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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Catas Altas

                                                  A 120 km de Belo Horizonte 
 

     Ao pé do parque do Caraça, belas paisagens que compõem os caminhos da Estrada Real.

Caminhadas, trilhas e belíssimas cachoeiras.

No mês de maio acontece a festa de vinhos extraídos da jabuticaba.













Em 1702, o bandeirante Domingos Borges descobriu na fralda oriental da Serra do Caraça ricas minas auríferas, mais tarde denominadas de Catas Altas. A ele se deve também a fundação do arraial. Mas foi somente bem recentemente, em 21 de dezembro de 1995, que o então distrito de Catas Altas emancipou-se de Santa Bárbara.

Situada ao pé da Serra do Caraça, a apenas 120 quilômetros de Belo Horizonte, a aconchegante e turística cidade pertenceu ao ciclo do ouro. O primeiro batismo foi celebrado na capela de Nossa Senhora de Conceição, em 1712, época que coincide com o início da construção da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Nesta época já se delineava o aglomerado urbano que se formava ao redor da mineração.

Em 1718, o arraial foi elevado à freguesia, através de medidas da administração colonial, sendo a paróquia declarada de natureza coletiva. Seis anos mais tarde, foi nomeado o primeiro vigário de Catas Altas, então chamada de Catas Altas do Mato Dentro para diferenciar de Catas Altas da Noruega. A construção da Igreja da Matriz prolongou-se até por volta de 1780, encontrando-se inacabada até os dias atuais.

A mineração de ferro é hoje a principal atividade econômica. Mesmo tendo causado grandes estragos ao meio ambiente, pois o controle ambiental é bastante recente, a atividade não conseguiu diminuir a imponência e beleza da Serra do Caraça, guardiã da cidade. Com o esgotamento das minas, Catas Altas tornou-se um arraial abandonado e em ruínas e os habitantes que ali permaneceram se dedicaram ao cultivo de pequenas roças de subsistência.

No início do século XIX, o arraial contava com 200 casas enfileiradas em duas ruas. A mineração sobrevivente era feita nas lavras do Capitão-mor Inocêncio. O Capitão-mor recebeu, então, o conselho do naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire de substituir a exploração do ouro pela do ferro, cujas reservas eram abundantes na região. Saint-Hilaire visitou a região nos idos de 1816.

Em 1821 o Bispo de Mariana passou por Catas Altas e falou do estado da Matriz de Catas Altas, da capela de N.S. do Rosário dos Pretos, Santa Quitéria e a Ermida da Arquiconfraria de São Francisco. Contou que o povo era muito chegado à igreja e que havia nada menos do que seis padres na paróquia. Hoje praticamente apenas a matriz resta para glorificar aqueles tempos. Em 1839, por ocasião da emancipação do município de Santa Bárbara, Catas Altas passou a pertencer à sua jurisdição até 1995, quando também emancipou-se.




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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

"""A Melhor Coxinha do Mundo """




Rua Conde de Bobadela, 48 - Centro - Ouro Preto-MG

Horário de Funcionamento: 
a noite até de madrugada de terça a domingo

Telefone: (31) 3551-3032

Aceita só dinheiro!


Após alguns anos ensaiando uma viagenzinha para a universitária Ouro Preto-MG, finalmente conseguimos!!! E após várias recomendações sobre um bar que segundo os guias locais é simples, mas que tem uma coxinha que é o Ó DO BOROGODÓ, lá fomos nós o BARROCO. Um botecaço!!! Simplesmente E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R.


Com uma coxinha aclamada pelo público e pela crítica, o BARROCO ficou conhecido como o BAR DAS COXINHAS. É claro que experimentamos a iguaria de R$ 2,50 a unidade - ela é diferente, você segura ela por um ossinho enquanto se delicia - show! Com certeza a melhor Coxinha que já comemos na vida. Foi impossível comer uma só.


O filho do proprietário estava no bar, e pedimos uma ajuda na hora da cachaça e ele não titubeou e foi logo indicando uma da terrinha dele, uma cachaça de Guaraciaba-MG. Tomamos e aprovamos essa premium de Minas. 


A primeira vez que você vê esse autêntico boteco em meio uma ladeira surreal bem ao estilo de Ouro Preto-MG, você acaba ficando um pouco em dúvida se entra ou não entra: é um bar super eclético, onde você encontra pessoas de todas as tribos. Mas é pisar lá dentro que você fala isso sim é um boteco style. Com paredes rasuradas, mesinhas bambas e muita cerveja rodando o salão, esse é o Barroco, o principal bar de Ouro Preto-MG, com certeza.


Enfim, o boteco BARROCO é para universitários e turistas, mas também é para os alternativos, bebuns e nativos. Ali tem ambulantes vendendo as coisas, moradores da cidade em momentos "zen" e alguns turistas como nós, apenas curiosos pela Coxinha e pela fama local. Vale muito a pena a visita! ;-)


Data da Visita: 03/11/2012

Simulação de gastos para 2 Pessoas: 
R$ 10,00 (Coxinha = 4 x R$ 2,50)
R$ 11,00 (Cerveja Original = 2 x 5,50)
R$ 4,00 (Cachaça)
TOTAL R$ 25,00

Tira Gosto: 10,0 (Coxinha)
Atendimento: 10,0
Temperatura da Bebida: 9,0
Higiene do Local: 7,0

terça-feira, 27 de novembro de 2012


Ouro Preto – Muito ouro descoberto por mero acaso, por uma expedição de paulistas chefiada pelo bandeirante Antônio Dias. Assim nasce Ouro Preto, berço do Barroco Mineiro, localizada a 99 km de BH. Andar por suas ruas é contemplar o mais importante conjunto arquitetônico do país, suas igrejas, museus, pontes, chafarizes, casario e ruínas da mineração. Circundada pelo Parque Estadual do Itacolomi, Tripuí e por várias cachoeiras, Ouro Preto mescla história, cultura e natureza privilegiada, fazendo-a Patrimônio Cultural da Humanidade.
Mariana – Berço da religiosidade mineira, Mariana nasceu do arraial do Ribeirão do Carmo, fundado em 1703, próximo ao curso de água onde o bandeirante João Lopes de Lima descobriu o ouro na região. Após a Guerra dos Emboabas, a Coroa criou a capitania das Minas e passou a controlar a exploração do ouro. Em 1711, o arraial foi elevado a vila e passou a ser residência do governador Antônio de Albuquerque. Em 1745, a vila foi elevada a cidade e seu nome homenageou a Rainha Maria Ana da Áustria, mulher de D. João V, Rei de Portugal. Mariana tornou-se sede do primeiro bispado da região e a primeira cidade planejada do País, com suas linhas retas e praças retangulares. Localizada a 107 Km de BH, possui algumas atrações em seu entorno, como a Mina da Passagem.
Congonhas - Formada nos arredores do Rio Maranhão por volta dos anos de 1700, a criação da então Freguesia de Congonhas gera algumas controvérsias com relação à sua fundação. Os registros mais confiáveis, porém, decretam em 17 de Dezembro de 1938 a criação do município de Congonhas do Campo, sendo simplificado seu nome dez anos mais tarde para Congonhas. Escolhida para abrigar as mais belas obras do mestre Aleijadinho, a 82 Km de BH, a cidade parece estar envolvida por uma sensação de paz e encantamento! Do alto do Santuário, sente-se exatamente a cumplicidade entre silêncio e religiosidade, arte e trabalho.
Tiradentes - “Ela é pequena, mas conta com casas muito bonitas e fica-se admirado com o tamanho da igreja paroquial”, descreveu o viajante Saint-Hillaire. Tiradentes foi palco de lutas que afetaram toda a capitania das Minas (como a Guerra dos Emboabas) e sediou reuniões dos inconfidentes. Abandonada com a decadência do ouro e tombada pelo Patrimônio Histórico, é uma delicada preciosidade protegida pela Serra de São José.
São João Del Rei - Escolhida pela Inconfidência Mineira como a capital da futura República Livre, São João Del Rei nasceu do chamado Porto Real da Passagem, situado às margens do Rio das Mortes, que era passagem obrigatória para quem ia de São Paulo a Minas Gerais. A história da cidade é muito movimentada, indo da corrida do ouro e da inauguração da primeira ferrovia em 1881 aos conflitos da Guerra dos Emboabas. Desde o século XVIII, São João Del Rei foi palco de importantes acontecimentos econômicos, culturais e políticos.


1º dia
08:00 - Encontro dos participantes na Rua Guajajaras, 885 – Centro – BH / MG (ou em frente ao hotel).
08:15 -Embarque no transporte com destino a Ouro Preto.
10:00 - Chegada a Ouro Preto. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Tiradentes, Rua Direita, Igreja do Pilar, Igreja de São Francisco de Assis e Museu da Inconfidência).
12:30 - Almoço.
13:30 - Tempo livre. Sugestão: Feira de Pedra Sabão.
15:00 - Traslado até Mariana.
15:20 - Chegada a Mariana. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Minas Gerais, Casa de Câmara de Cadeia, Igrejas de São Francisco de Assis, do Carmo e Sé).
16:00 - Retorno a Ouro Preto e acomodação na pousada.
18:00 - Noite Livre.
2º dia:
08:00 – Café da Manhã
08:15 – Embarque no transporte com destino a Congonhas.
09:30 – Chegada a Congonhas. Visitaremos a Basílica de Bom Jesus de Matosinhos os Profetas e os Passos (Obras de Aleijadinho).
10:30 – Traslado até Tiradentes.
11:30 – Chegada a Tiradentes e acomodação na pousada.
12:30 – Almoço.
14:00 – Passeio a pé pelas ruas, praças e largos de Tiradentes. Visitaremos o Chafariz de São José, a Igreja de Santo Antônio e a Casa do Padre Toledo.
16:00 – Tarde e noite livres...
3º dia:
08:00 – Café da manhã.
09:00 – Manhã livre...
12:00 – Almoço.
14:30 – Traslado ate a Estação de Trem (ou São João Del Rei).
15:00 – Embarque no Trem (Maria Fumaça), com destino a São João Del Rei (Passeio Opcional).
15:40 – Chegada a São João Del Rei. Visitaremos a Igreja de São Francisco de Assis, o Solar dos Neves, o Solar dos Lustosa, o Largo da Cruz, a Ponte da Cadeia e o Chafariz da Legalidade.
17:00 – Embarque no transporte para retorno a BH.
20:00 – chegada à BH.

- Durante os passeios é aconselhável usar: roupas leves e claras, calçados e meias confortáveis, boné ou chapéu;
- Os participantes devem levar uma mochila com objetos pessoais, documentos, uma garrafa de água e medicamentos de uso pessoal;
- Aconselhamos levar ainda máquina fotográfica, protetor solar, óculos escuros e um agasalho para os dias mais frios.
Observações :
- Este roteiro acontece de terça a domingo com no mínimo 2 pessoas. Atenção: roteiro não operado nos feriados;
- Crianças de 0 a 5 - Grátis / 6 a 10 – desconto de 50%. Sempre acompanhados de 2 adultos;
- As entradas nos atrativos não estão incluídas no preço do pacote;
- Passeio de Trem (sextas, sábados, domingos e feriados).
- Igrejas e museus não abrem na segunda-feira;
- Passeio indicado para todas as pessoas;
- Caso a (s) data (s) abaixo não se encaixe na sua agenda, entre em contato.

Depósito - à vista
  • Individual: R$1.290,00
  • 2 pessoas: R$1.290,00
  • 3 a 6 pessoas: R$1.290,00
  • 7 a 10 pessoas: R$990,00

    Desconto para crianças (acompanhadas de dois adultos):
  • De 0 a 5 anos: GRÁTIS 
  • De 6 a 10 anos: 50%

  • 3 almoços, city tour em Congonhas, city tour em Mariana, city tour em Ouro Preto, city tour em São João Del Rei, city tour em Tiradentes, Guia de Turismo, 2 noites em pousada, seguro, transporte (ida e volta) e traslados.


    contato : (31) 94316649
                    (31) 85992160

    E-mail : henriktour@hotmail.com