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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Roteiros de Minas Gerais



Viajar por Minas é se surpreender a todo instante com a natureza, a tradição, a história, os sabores e a 
hospitalidade do povo. E para quem quiser vivenciar todas essas experiências em um só passeio, a Estrada Real é a opção perfeita. Os seus mais de 1.600 km de extensão são divididos em três grandes caminhos: o Caminho Velho, o Caminho Novo e o Caminho dos Diamantes. O percurso, que há três séculos era marcado pelo Ciclo do Ouro, hoje oferece uma infinidade de atrações, como cacheiras, parques ecológicos e belas paisagens, além de igrejas, museus, artesanato típico e festas regionais e religiosas. Um passeio inesquecível, repleto de agradáveis surpresas. O que você não pode perder: Minas Gerais do Ouro: O passeio proporciona ao turista a vivência das experiências no Caminho Novo e Velho da Estrada Real que passa pelas cidades de Ouro Preto, Mariana, Florestas e Congonhas do Campo. O visitante passeia pelas cachoeiras, trilhas, vilarejos e fazendas coloniais cercadas por montanhas e lagos com águas azuis. Pode saborear os quitutes e desfrutar dos tradicionais doces de Minas, um dos privilégios deste roteiro. Estão incluídas visitas a igrejas e museu, além do espetáculo de Marionetes Musicircus, do mestre Catin Nardi. Pedalando na Estrada Real: paisagens repletas de montanhas, rios, cachoeiras e muito verde criaram um cenário perfeito para a prática de esportes de aventura. O passeio de bicicleta pelo sul de Minas passa por vilarejos e fazendas antigas em Capela do Saco, Carrancas, São Vicente de Minas, Serranos, Aiuruoca, Alagoa, Itamonte. São 5 dias pedalando uma média de 35 km por dia.


A primeira cidade brasileira e uma das primeiras do mundo a ser declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, Ouro Preto atingiu esse status em 1980. Famosa por sua arquitetura colonial primorosa, a cidade foi construída por artistas e escravos, no auge do Ciclo do Ouro.

Seu grande valor histórico como palco da Inconfidência Mineira e seu expressivo conjunto histórico , não são os únicos atrativos da cidade, que também se beneficia de sua intensa atividade cultural, além do rico ecossistema que a contorna, com cachoeiras, trilhas e uma enorme área de mata nativa.

Suas imponentes e silenciosas igrejas contrastam com o clima jovial e alegre proporcionado pelo movimento contagiante dos estudantes e turistas, sempre dispostos a festejar em suas famosas repúblicas ou nas ladeiras da cidade.

(31) 41416726
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henriktour@hotmail.com

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

HENRIK TOUR AGENCIA DE RECEPTIVO MG


CAMINHANDO NA SERRA DO CIPÓ - 1 diaR$ 200,00
Passeios de um dia no Parque Nacional da Serra do Cipó, com o objetivo de percorrer as trilhas que levam a cachoeiras, nascentes e lugares de grande beleza cênica.
PASSEIO HISTÓRICO - 1 diaR$ 200,00
Passeios de um dia nas Cidades Históricas com o objetivo de conhecer suas Igrejas, Museus e as histórias que percorrem suas ladeiras.
TRASLADOSR$ 90,00
Traslados de BH // Aeroporto, Aeroporto // BH, e Cidades Históricas de Minas.Durante o traslado você receberá informações sobre a cidade, os atrativos, os serviços e as opções de lazer.
CONHECER MELHOR BH - 1diaR$ 150,00
O grande diferencial deste programa de caminhadas é mostrar para os próprios moradores e visitantes a diversidade de passeios que o entorno de BH oferece.
SERVIÇOS DE GUIA DE TURISMOR$ 200,00
Condução de pessoas e grupos nas Cidades Históricas, nas Grutas, na Estrada Real e nos Parques de Minas Gerais.
TRILHANDO A ESTRADA REAL - CAMINHO DO SABARABUÇU - 1 diaR$ 190,00
O Trilhando a Estrada Real, dividiu o Caminho do Sabarabuçu em seis trechos de um dia. Durante este caminho, iniciamos a nossa aventura em Ouro Preto e fazemos exatamente o mesmo trajeto dos naturalistas Spix e Martius até chegarmos a Vila de Cocais.








segunda-feira, 25 de junho de 2012

ESTRADA REAL

Estrada Real

Pelos pés incansáveis dos índios e os facões afiados dos bandeirantes, foi aberta, há mais de trezentos anos, uma estrada ligando o litoral ao interior de Minas Gerais. A estrada que transpunha a temida Serra da Mantiqueira levou bravos homens de outras épocas a descobrirem, num dos belos rios provenientes das montanhas do Espinhaço, uma das maiores reservas de ouro – e depois, de diamantes – de todo o mundo. A notícia da riqueza destas terras fez com que a Coroa Portuguesa decretasse como legal apenas uma das muitas vias, instituindo crime de lesa-majestade para aquele que adentrasse ou deixasse as ‘‘minas gerais’’ sem passar por um dos seus registros de fiscalização e controle. A intenção era evitar o contrabando e, assim, aumentar os ganhos da Fazenda Real. Durante todo esse tempo, três grandes caminhos foram controlados e se tornaram as primeiras estradas oficiais do Brasil, ligando Paraty, Rio de Janeiro e o Arraial do Tejuco (Diamantina) à região de Vila Rica (Ouro Preto). A Estrada Real foi lugar de bandeirantes, imigrantes, tropeiros, boiadeiros, escravos, garimpeiros, representantes da Coroa, inconfidentes e figuras lendárias, hoje imortalizados pela memória falada do povo singular e hospitaleiro que habita em suas margens. 



Os Caminhos
Diversidade
Cidades pertencentes a Estrada Real



Utilizando velhas trilhas dos índios Guaianás, alguns bandeirantes, saindo da região de São Paulo, cortaram matas serras e abriram um caminho para facilitar a locomoção e, assim, o transporte entre o litoral e a região mineradora. Mais tarde, este caminho, de Paraty a Ouro Preto, foi chamado de Caminho Velho. Uma pequena alça estendia esta estrada até as importantes vilas da Sabará e Caeté. Agora chamado de Caminho do Sabarabuçu, esta extensão do Caminho Velho tinha como referências o Rio das Velhas e a Serra da Piedade. Alguns anos depois, com a expulsão de piratas e ladrões do Porto do Rio de Janeiro e da Ilha Grande, o governo português incentivou a abertura de uma segunda via em direção à ‘‘terra das montanhas’’. Garcia Rodrigues, um explorador com vasta experiência, planejou e executou a construção de um Caminho Novo, do Rio de Janeiro a Ouro Preto, mais rápido e mais preparado para receber o enorme fluxo populacional que migrava para as cidades mineradoras. Logo após sua conclusão, a Coroa Portuguesa transferiu parte de seus registros para este caminho e decretou ilegal a utilização do Caminho Velho. Existia, ainda, um terceiro Caminho, o dos Diamantes, ligando Ouro Preto a Diamantina. Privilegiado pela beleza cenográfica da Serra do Espinhaço, esta via se destacou a partir de 1729 com a descoberta das ‘‘pedras brilhantes’’, abundantes na região.

Com sua diversidade climática, geográfica e, sobretudo, étnica, a Estrada Real foi sendo construída, ao longo do tempo, como um dos roteiros mais plurais do País. São centenas de municípios no seu entorno com características culturais, religiosas e econômicas diversificadas. Tudo isso faz da Estrada Real um dos destinos turísticos mais atraentes e interessantes do País. Quem procura aventura, cultura, natureza exuberante, gastronomia farta e as mais belas cidades históricas, está no caminho certo.

• Acaiaca• Aiuruoca• Alagoa• Alfredo Vasconcelos• Alto Rio Doce• Alvinópolis• Alvorada de Minas• Amarantina (Distrito de Ouro Preto)• Andrelândia• Antônio Carlos• Areias• Baependi• Barão de Cocais• Barbacena• Barroso• Bela Vista de Minas• Belmiro Braga• Belo Horizonte• Belo Vale• Bias Fortes• Biribiri (distrito de Diamantina)• Bom Jesus do Amparo• Buenópolis• Cachoeira Paulista• Caeté• Cambuquira• Capela Nova• Carandaí• Carmésia• Carmo de Minas• Carrancas• Casa Grande• Catas Altas• Catas Altas da Noruega• Caxambu• Chácara• Chiador• Cipotânea• Comendador Levy Gasparian• Conceição da Barra de Minas• Conceição do Ibitipoca (Dist. Lima Duarte)• Conceição do Mato Dentro• Conceição do Rio Verde• Congonhas• Congonhas do Norte• Conselheiro Lafaiete• Coronel Pacheco• Coronel Xavier Chaves• Couto de Magalhães de Minas• Cristiano Otoni• Cristina• Cruzeiro• Cruzília• Datas• Delfim Moreira• Desterro de Entre Rios• Desterro do Melo• Diamantina• Diogo de Vasconcelos• Dom Joaquim• Dom Viçoso• Dores de Campos• Dores de Guanhães• Entre Rios de Minas• Ewbank da Câmara• Extração (Distrito de Diamantina)• Felício dos Santos• Ferros• Gouveia• Guanhães• Guará• Ibertioga• Ibituruna• Ingaí• Itabira• Itabirito• Itambé do Mato Dentro• Itamonte• Itanhandú• Itaverava• Itutinga• Jaboticatubas• Juiz de Fora• Lagoa Dourada• Lambari• Lamim• Lima Duarte• Madre Deus de Minas• Maria da Fé• Mariana• Marmelópolis• Matias Barbosa• Milho Verde (distrito)• Moeda• Monjolo• Monjolos• Morro do Pilar• Nazareno• Nova Lima• Nova União• Ouro Branco• Ouro Preto• Paraty• Passa Quatro• Passa Tempo• Pedralva• Pedro Teixeira• Pequeri• Piau• Piedade do Rio Grande• Piranga• Ponte Nova• Pouso Alto• Prados• Presidente Bernardes• Presidente Kubitschek• Queluzito• Raposos• Resende Costa• Ressaquinha• Rio Acima• Rio Espera• Ritápolis• Sabará• Santa Bárbara• Santa Cruz de Minas• Santa Luzia• Santa Rita de Ibitipoca• Santana de Pirapama• Santana do Deserto• Santana do Garambéu• Santana do Riacho• Santana dos Montes• Santo Antônio do Itambé• Santo Hipólito• Santos Dumont• São Brás do Suaçuí• São Gonçalo do Rio Abaixo• São Gonçalo do Rio Preto• São João Del Rei• São João Nepomuceno• São Lourenço• São Sebastião do Rio Verde• São Thomé das Letras• São Tiago• São Vicente de Minas• Senador Firmino• Senhora de Oliveira• Senhora do Porto• Senhora dos Remédios• Serro• Simão Pereira• Soledade de Minas• Tiradentes• Três Rios• Virgínia

CONTATOS: (31) 3426 4469 / 94316649

domingo, 24 de junho de 2012

GRUTAS MINEIRAS


Grutas Mineiras



Gruta de Maquiné

A maior gruta de Minas Gerais fica próxima à cidade de Cordisburgo, a 120 km de Belo Horizonte. Uma beleza natural que foi descoberta e explorada em 1834 pelo cientista dinamarquês Dr.Peter Lund. São 440 metros de extensão abertos ao público para conhecer e admirar os sete salões e galerias, formados pelo trabalho de erosão da água. Os estalactites formam figuras inusitadas que lembram um urso, um elefante e há também cristais brilhantes em formato de franjas, grinaldas e lustres.

Na área foram encontradas pedras, ossadas humanas, pinturas rupestres e restos de animais pré-históricos, tornando a Gruta de Maquiné o berço da Paleontologia Brasileira. A gruta possui iluminação e passarelas que permitem aos visitantes transitarem com segurança pelas maravilhas do lugar, e todo o percurso é acompanhado por um guia local. Recomenda-se ir pela manhã ou no final da tarde, porque a gruta fica quente durante o dia. Está aberta diariamente de 8h às 17h.

Gruta da Lapinha

Uma obra de arte esculpida pela natureza e de uma beleza extraordinária. Quem conhece a Gruta da Lapinha se surpreende por não imaginar o que está escondido dentro dela. Localizada na região arqueológica de Lagoa Santa, a 38 Km de Belo Horizonte, a gruta possui uma área de 511 metros de extensão abertos à visitação com profundidade de 40 metros.

Surgiu a partir de rochas calcárias formadas pelos restos marinhos do fundo do mar raso da bacia do Rio das Velhas. Em seus salões existem os chamados espeleotemas, depósitos minerais do interior da caverna que possuem variadas formas, destacando a couve-flor, cascata, cortinas e pirâmides. A Gruta da Lapinha foi descoberta em 1835 pelo cientista dinamarquês Peter Lund, que vivia na região. Em suas escavações Lund descobriu fósseis de animais e as ossadas do chamado “homem de Lagoa Santa”, fundamental para as pesquisas da paleontologia no Brasil.

A Gruta da Lapinha funciona diariamente das 8:30h às 16:30h, com atendimento de guias especializados. Há iluminação artificial, escadas e passarelas que dão acesso aos locais mais difíceis. Na parte externa o visitante pode conferir o museu do castelinho e o Espaço Cultural e Ambiental Dr. Lund, com exposições sobre a região da APA – Carste de Lagoa Santa, além da réplica em tamanho natural da famosa Preguiça Gigante. A região de muito verde também é um convite para um agradável piquinique, e encontra-se próximo à entrada dois restaurantes que oferecem a tradicional comida mineira, além de quiosques de doces e artesanatos.

Gruta Rei do Mato


A Gruta Rei do Mato está a 70 quilômetros de Belo Horizonte e a aproximadamente 600 quilômetros das principais capitais brasileiras. A apenas 6 quilômetros do centro de Sete Lagoas, é possível percorrer 220 metros de extensão com desnível de 30 metros. As formações de estalagmite da gruta chamam a atenção de geólogos e visitantes de todo o mundo.

A gruta passou a ser visitada turisticamente em 1988 e recebeu o nome de Gruta Rei do Mato em homenagem a um forasteiro, que chegou na região na década de 1930 e passou a morar nas imediações da caverna e a extrair da Mata Seca, própria das regiões Calcárias, o seu sustento, alguns diziam que era um soldado fugitivo da Revolução de 30. Ficou conhecido na cidade como Rei do Mato, porque morava na Mata. Desapareceu da mesma forma que chegou na região, sem ninguém saber qual o seu destino.

Em 2010 o IEF assumiu a proteção e preservação da gruta e da área em torno da mesma, passando então a ser denominada toda a região de Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato. Dessa forma a SELTUR ficou com a administração financeira e turística especificamente da Gruta e o IEF de todo o monumento.

Quem pretende visitar a Gruta Rei do Mato deve se preparar para um espetáculo gracioso e harmonioso da natureza. 

terça-feira, 12 de julho de 2011

ORAPRONÓBIS, AROMA E SABOR BRASILEIRO



Onde se planta, nasce. Quando cresce, serve de proteção e alimento. Repleta de flores, ainda deixa o ambiente mais bonito. Por meio da hortaliça ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), a natureza oferece múltiplos benefícios ao ser humano, o que seria motivo suficiente para a escolha de seu nome popular. Mas, conta-se que assim foi batizada pelo costume de ser colhida no quintal de uma igreja, para ser preparada para o almoço, quando o padre iniciava a reza final da missa da manhã. "Rogai por nós" em português, ora-pro-nóbis é uma frase em latim nem sempre facilmente assimilada. Por isso, pode ser comum encontrar derivações dela, sendo por vezes chamada lobrobó ou orabrobó por agricultores de Minas Gerais, onde a planta é muito difundida na culinária local. Originária do continente americano, encontram-se variedades nativas dessa hortaliça perene, rústica e resistente à seca da Flórida, nos Estados Unidos, à região sudeste do Brasil. De fácil manejo e adaptação a diferentes climas e tipos de solo, produtiva e nutritiva, a ora-pro-nóbis é uma boa alternativa para produtores iniciantes no cultivo de hortaliças.

Costelinha com Ora-Pro-Nóbis

Ingredientes:
1 kg costelinha porco picada
2 1/2 litros água
1 colher (sopa) gordura
1 colher (sopa) sal com alho
1 cebola média ralada
1 colher de urucum
1 folha louro
1/2 cálice cachaça
1/2 cálice limão
Ora-pro-nóbis picado
Cheiro-verde
Pimenta

Preparo:
Lave as costelinhas, coloque em uma panela, cubra com água, junte a cachaça e o limão
Leve ao fogo para uma leve fervura.
Escorra e reserve.
Leve ao fogo uma panela
Aqueça a gordura e junte as costelinhas para fritar levemente.
Retire o excesso de gordura que ser formar, acrescente o sal com alho, a cebola e por último o urucum. Deixe pegar cor, pingue água, junte a folha de louro e tampe.
Deixe cozinhar e vá pingando mais água, até a carne amaciar bem e formar um caldo suculento.
Acerte o tempero e retire do fogo.
Lave e escorra o ora-pro-nóbis, pique e cubra as costelinhas.
Não mexa.
Sirva com angu e arroz com alho.

Frango com ora-pro-nóbis

Ao longo do legendário rio das Velhas, afluente do Velho Chico, nasceram arraiais que se transformaram em vilas e depois em cidades. Desde o século XVII, as águas vêm servindo como condutor da civilização, cultura, usos e costumes. E, claro, da força da culinária. Municípios como Rio Acima, a 36 quilômetros de Belo Horizonte, conservam receitas tradicionais, que passam de geração a geração, sem perder a originalidade. O frango capiria com ora-pro-nóbis atravessa séculos conquistando legiões de admiradores. Célia Apolinário de Aguiar, de 69 anos, dona de restaurante na cidade, faz a iguaria. Ao lado das filhas Patrícia e Helena Cristina, e das netas Monique e Laís, Célia lembra que, para agradar, o frango tem que ser caipira. O resto, certamente, fica por conta do seu talento na cozinha. O ora-pro-nóbis também tem papel de destaque. Rico em proteínas, é chamado de “carne do pobre”. Conta a história que, nos tempos coloniais, as igrejas eram cercadas pelo vegetal, mas os padres não deixavam que fossem colhidas. Então, durante a longa oração do ora-pro-nóbis, as famílias aproveitavam para apanhar as folhas e garantir o almoço. Melhor para o povo, que inventou pratos ricos, nutritivos e criativos.
Como fazer
Refogue o frango e coloque os temperos. Quando estiver pronto, coloque o ora-pro-nóbis e abafe (feche com a tampa da panela). Deixe ferver durante cinco minutos. Servir com angu, feito de fubá de moinho d’água, e arroz com feijão.


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