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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

TURISMO INHOTIM





  • Saída de Belo Horizonte as 8 h


Investimento:
R$ 160,00 por pessoa (dinheiro ou cartão)
O valor cobre transporte, guia de turismo e ingresso.
Esse valor minimo 2 pessoas 

Obs.:O valor deverá ser quitado com antecedência à data da viagem.



 INFORMAÇÔES E RESERVAS:
henriktour@hotmail.com
msn: henrique_guia@hotmail.com
FACEBOOK : HENRIK TOUR
Telefone:(31) 25114469
Celular:  (31) 85992160

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

INHOTIM HENRIK TOUR






O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhão
Foto: Divulgação/Daniela Paoliello










O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhãoDIVULGAÇÃO/DANIELA PAOLIELLO
BRUMADINHO - Em 1998, o público viu “Tereza”, de Tunga, pela primeira vez. Ao som de Arnaldo Antunes e de uma espécie de mantra entoado pelos atores (contratados de uma agência de extras), “Tereza” nascia no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio. Saía das mãos do elenco como longa trança e, enfim, era deixada lá, sozinha, aos olhos do público já tomado por sua presença hipnótica.
Mais tarde, “Tereza” viajou, entre outros destinos, à Argentina (lá, foi tecida por anarquistas e sem-teto, em 1999), a São Paulo (foi vista no Centro Cultural Banco do Brasil, em 2001) e a Paris (esteve no Louvre, em 2005). Nesta quarta-feira, “Tereza” se mostra em Inhotim: será tecida pelos funcionários do instituto de arte contemporânea ao longo do dia, na abertura do pavilhão dedicado a seu consagrado autor.
Nascido em Palmares, em Pernambuco, e morador do Rio desde os anos 1970, Tunga mostrará hoje, das 9h30m às 17h, para convidados, outras cinco performances além da célebre “Tereza”. Para sua faceta performática — embora ele rejeite o termo “performance” e prefira se referir aos trabalhos como “instaurações” —, cem performers estão a postos do artista no Inhotim.
— Trata-se de reinstaurar uma situação que exacerba alguns aspectos de minhas obras. A cada vez que se reinstaura uma performance, cria-se algo novo. Não é a mesma performance, são os mesmos comandos e a mesma direção de exacerbação de um aspecto da obra — diz o artista ao GLOBO, entre as obras do pavilhão em Inhotim, a cerca de 60 km de Belo Horizonte. — Na “Tereza”, por exemplo, está presente a ideia de pensar em Santa Tereza de Ávila chamando em sonhos São João da Cruz para fazer uma trança com os lençóis e ir encontrá-la espiritualmente. É a estrutura da performance. Ou as “teresas” das prisões, feitas pelos presos para tentar escapar. A cada vez que é refeita essa estrutura, é uma nova situação, um novo pensamento. As obras de arte são como cebolas. Há sempre uma casca a mais.
‘Toda obra é performática’
Outra “instauração” emblemática a ser apresentada nesta quarta são as tranças em cobre e ferro de “Xifópagas capilares” — presença que, segundo o artista, “em geral, é solicitada, quando apresentam-se os ‘Lézart’ (1989)”, peças com cabelos, pentes e ímãs, que já estavam no acervo de Inhotim e agora ficarão no pavilhão. Além disso, uma atriz fará “a encarnação mimética de peças que foram feitas com fibra, lixadas e agora estão no osso”: nua e com muita maquiagem, a atriz vai maquiar as peças e, ao mesmo tempo, maquiar a si mesma, “terminando por integrar continuamente o corpo dela com a obra”. O diretor Murilo Salles, parceiro frequente do artista, deve registrar as apresentações.
Para além das performances, instalações grandiosas do artista vão ocupar os 2.600 m² do pavilhão Tunga, que é a estrela da inauguração de outros espaços no Instituto Inhotim (nesta quarta, o centro de arte contemporânea inaugura ainda o pavilhão que abriga “Ttéia”, de Lygia Pape, as instalações de Carlos Garaicoa e de Cristina Iglesias, e as novas obras da galeria Mata). Na entrada do pavilhão Tunga, “À la lumière des deux mondes”, exposta em 2005 no Louvre, em Paris, e no PS1, do MoMA, surge imponente na entrada da imensa galeria com paredes de vidro que dará conta de 30 anos de carreira do artista.
— Toda e qualquer peça é uma antologia permanente. Quando você faz um desenho, ele guarda vários momentos. Uma linha vai do ponto A ao ponto B, ou seja, implica em tempo. Expandir essa ideia durante a trajetória de um artista é dar um desenho mais extenso daquilo que está contido em cada obra — diz Tunga.
A escolha dos trabalhos e de refazer as performances é parte da ideia de criar “conectividade entre as obras”, já que o pavilhão foi “concebido como um acelerador de partículas”, tendo “Ão” (1980), filme de 1980 feito numa seção curva do túnel Dois Irmãos, no centro de tudo, numa espécie de subsolo dedicado a filmes. Dele, partem, como no movimento curvilíneo dentro do túnel, as demais esculturas do artista que diz ver “toda obra de arte como performance”.
*A repórter viajou a convite do Instituto Inhotim


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/tunga-mostra-performances-historicas-em-pavilhao-de-inhotim-6007007#ixzz2DKhyZx8u
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CONTATO : (31) 94316649
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

INHOTIM centro de arte contemporânea

Ao fazer esse roteiro, você vai entrar em contato direto com a história, em um lugarejo formado nos fins do século XVII e que ainda conserva estruturas arquitetônicas dessa época. Um passeio em uma das mais belas paisagens de Minas e onde está instalado o maior museu de arte contemporânea do mundo, o Instituto Inhotim, em Brumadinho. Um lugar que impressiona todos que o visitam, com seu conjunto de obras de arte e jardins de Burle Marx, resultando na harmonia entre a cultura e a natureza.

Saídas de terça a domingo as 09:00hs
150,00 
minimo 02 pessoas 
duração aproximada de 06 horas

Museu Inhotim - o museu combina uma das maiores coleções de arte contemporânea do mundo com um extenso parque ambiental cerca de 500 obras de mais de 100 artitas, com grandes nomes da arte contemporânea nacional e internacional . Os pavilhões , galerias e obras extensas estão espalhadas por 97 hectares de jardin , com influência do grande paisagista Burle Max .

Inclui: transporte e guia 
Nao inclui: taxas de entrada , almoço e despesas pessoais .

Contato : (31) 94316649 
                 (31)85992160
Email: henriktour@hotmail.com




terça-feira, 31 de maio de 2011

Instituto Inhotim

       O Instituto Inhotim foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980. Em 1984, o local recebeu a visita do renomado paisagista Roberto Burle Marx, que apresentou algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.



      A propriedade particular foi se transformando com o tempo. Começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea. Ganhava vida também o rico acervo botânico, consolidado a partir de 2005 com o resgate e a introdução de coleções botânicas de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.



Cronologia



2002 - Foi fundado o Instituto Cultural Inhotim, instituição sem fins lucrativos, destinada à conservação, exposição e produção de trabalhos contemporâneos de arte e que também desenvolve ações educativas e sociais.



2005 - O extenso acervo cultural e ambiental abria suas portas timidamente, com pré-agendamento de visitas somente da rede escolar da região de Brumadinho e de grupos específicos.



2006 - Com estrutura completa, a obra particular chega ao grande público, com o Instituto passando a receber visitas em dias regulares, sem a necessidade de agendamento prévio.



2007 - O compromisso com o desenvolvimento social da população de Brumadinho e seu entorno originou a criação da Diretoria de Inclusão e Cidadania, em julho deste ano.



2008 - O número de visitantes é crescente. Até este ano, mais de 110 mil pessoas de diversas partes do País e do mundo já haviam visitado Inhotim. Em abril, foi reconhecido como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Governo de Minas Gerais.



2009 - Em junho o governo federal também reconhece o Instituto Inhotim como uma OSCIP. Neste ano, mais de 160 mil pessoas visitaram o Inhotim. Em setembro/outubro, foi realizado Nove Novos Destinos, evento para lançar nove obras permanentes que só poderiam ser construídas em um lugar como o Inhotim.



2010 - Os jardins do Instituto Inhotim recebem, dia 5 de abril, o título de Jardim Botânico pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos (CNJB). O registro foi aprovado após a 4ª Reunião da Comissão, ocorrida no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, entre os dias 24 e 26 de março.





Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho, MG, Brasil 35460-000 +55 31 3227 0001 info@inhotim.org.br
Horário: Terça, Quarta, Quinta e Sexta 9:30 às 16:30. Aos Sábados, Domingos e feriados de 9:30 às 17:30.



 
                         



                        



                                   



                                      



                                                  



                                 

INHOTIM centro de arte contemporânea

Ao fazer esse roteiro, você vai entrar em contato direto com a história, em um lugarejo formado nos fins do século XVII e que ainda conserva estruturas arquitetônicas dessa época. Um passeio em uma das mais belas paisagens de Minas e onde está instalado o maior museu de arte contemporânea do mundo, o Instituto Inhotim, em Brumadinho. Um lugar que impressiona todos que o visitam, com seu conjunto de obras de arte e jardins de Burle Marx, resultando na harmonia entre a cultura e a natureza.

Saídas de terça a domingo as 09:00hs
150,00 
minimo 02 pessoas 
duração aproximada de 06 horas

Museu Inhotim - o museu combina uma das maiores coleções de arte contemporânea do mundo com um extenso parque ambiental cerca de 500 obras de mais de 100 artitas, com grandes nomes da arte contemporânea nacional e internacional . Os pavilhões , galerias e obras extensas estão espalhadas por 97 hectares de jardin , com influência do grande paisagista Burle Max .

Inclui: transporte e guia 
Nao inclui: taxas de entrada , almoço e despesas pessoais .

Contato : (31) 94316649 
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Email: henriktour@hotmail.com