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quarta-feira, 3 de abril de 2013

INHOTIM

O QUE É INHOTIM?


O Instituto INHOTIM é um centro de arte contemporânea (o maior centro ao ar livre da América Latina) que foi inaugurado em 2004, na cidade de Brumadinho (distante cerca de 60 km de Belo Horizonte, MG). Tem uma área de mais de 750 hectares compostos por um Jardim Botânico (Mata Atlântica), obras ao ar livre, e galerias de arte, além de restaurantes e um centro de reuniões.


Só passear pelo jardim, que tem um paisagismo incrível, com espelhos d’água, lagos, canteiros e uma variedade enorme de plantas, já faz sua visita valer a pena. Mas, mesmo se você não gostar muito de arte contemporânea, as obras são interessantíssimas e, muitas delas, interativas, o que deixa o passeio mais leve e divertido.


HORÁRIOS E PREÇOS


O instituto abre de terça a domingo das 9h30min as 16h30min (sendo que aos sábados, domingos e feriados, ele fecha um pouquinho mais tarde, as 17h30min) e o ingresso às terças é gratuito. De quarta a sexta custa R$20,00 e de sexta, sábado, domingos e feriados custa R$28,00. Idosos e estudantes pagam meia, e menores de 6 anos não pagam.


TRANSPORTE INTERNO


Na bilheteria do Instituto é possível, também, comprar o passe para o transporte interno oferecido. Você paga R$20,00 por pessoa e tem direito a usar, quantas vezes quiser ao longo do dia, os carrinhos que levam para os pontos mais distantes. Eles tem rotas pré-definidas e funcionam o dia todo. ajuda bastante , fazer a visita toda a pé é cansativo principalmente para quem não ta acostumado a andar. Eles também tem a opção de um carrinho que você pode locar exclusivamente pelo dia todo, para 5 pessoas, mas é bem mais caro. henriktour@hotmail.com.


HOSPEDAGEM


Brumadinho é bem perto de BH, então se você quiser fazer um bate-volta, é perfeitamente possível. hospedando em BH agente sai cedinho para o INHOTIM e a noite já está de volta. Mas, se você quiser passar um final de semana de imersão mesmo, Brumadinho tem algumas boas opções de hospedagem porem são mais caras .


ALIMENTAÇÃO


Brumadinho tem várias opções de restaurantes, mas eu, particularmente, acho que é mais interessante comer dentro do Inhotim mesmo. Lá tem várias lanchonetes e dois restaurantes bem legais. Cada lanchonete oferece algo diferente, por exemplo pizzas, cachorro quente, sanduíches, quiches, e itens de cafeteria. Elas estão espalhadas pelo parque. Os restaurantes, por sua vez, oferecem refeições mas, cada um com a sua particularidade. O restaurante Oiticica é bem amplo e moderno e conta com um buffet a kilo e, por isso, tem preços mais acessíveis. Já o restaurante Tamboril é um pouco mais refinado, com opções um pouco mais caras e mais elaboradas. Lá existe a opção de um buffet com preço fixo, ou pratos a la carte. A carta de vinhos é super variada e eles tem uma mesa de sobremesas maravilhosa. Eu sempre aconselho meus clientes a irem nesse e eles adoram.




Entrada





Bilheteria





Detalhe de uma parte do jardim





Restaurante Tamboril, no meio do jardim





Buffet do Tamboril





Mesa de doces do restaurante Tamboril





Entrada do restaurante Oiticica





Salão do restaurante Oiticica






Das informações úteis, esses são os principais pontos que você precisa saber antes de ir. Vale lembrar que perto da bilheteria tem a lojinha, com souvenirs do instituto, peças de design e livros de arte, vale dar uma passadinha antes de ir embora. Caso vocês queiram saber de algo mais, consulte nos através do nosso e-m henriktour@hotmail.com você pode nos perguntar que ajudaremos com prazer!
http://www.inhotim.org.br/




(31) 94316649 / 85992160


henriktour@hotmail.com

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

EXCURSÕES E TURISMO EM INHOTIM





  • Saída de Belo Horizonte as 8 h 


Investimento:
R$ 160,00 por pessoa (dinheiro ou cartão)
O valor cobre transporte, guia de turismo e ingresso.
Esse valor minimo 2 pessoas 

Obs.:O valor deverá ser quitado com antecedência à data da viagem.



 INFORMAÇÔES E RESERVAS:
henriktour@hotmail.com
msn: henrique_guia@hotmail.com
FACEBOOK : HENRIK TOUR
Telefone:(31) 25114469
Celular:  (31) 85992160

             (31) 94316649

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

INHOTIM HENRIK TOUR






O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhão
Foto: Divulgação/Daniela Paoliello










O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhãoDIVULGAÇÃO/DANIELA PAOLIELLO
BRUMADINHO - Em 1998, o público viu “Tereza”, de Tunga, pela primeira vez. Ao som de Arnaldo Antunes e de uma espécie de mantra entoado pelos atores (contratados de uma agência de extras), “Tereza” nascia no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio. Saía das mãos do elenco como longa trança e, enfim, era deixada lá, sozinha, aos olhos do público já tomado por sua presença hipnótica.
Mais tarde, “Tereza” viajou, entre outros destinos, à Argentina (lá, foi tecida por anarquistas e sem-teto, em 1999), a São Paulo (foi vista no Centro Cultural Banco do Brasil, em 2001) e a Paris (esteve no Louvre, em 2005). Nesta quarta-feira, “Tereza” se mostra em Inhotim: será tecida pelos funcionários do instituto de arte contemporânea ao longo do dia, na abertura do pavilhão dedicado a seu consagrado autor.
Nascido em Palmares, em Pernambuco, e morador do Rio desde os anos 1970, Tunga mostrará hoje, das 9h30m às 17h, para convidados, outras cinco performances além da célebre “Tereza”. Para sua faceta performática — embora ele rejeite o termo “performance” e prefira se referir aos trabalhos como “instaurações” —, cem performers estão a postos do artista no Inhotim.
— Trata-se de reinstaurar uma situação que exacerba alguns aspectos de minhas obras. A cada vez que se reinstaura uma performance, cria-se algo novo. Não é a mesma performance, são os mesmos comandos e a mesma direção de exacerbação de um aspecto da obra — diz o artista ao GLOBO, entre as obras do pavilhão em Inhotim, a cerca de 60 km de Belo Horizonte. — Na “Tereza”, por exemplo, está presente a ideia de pensar em Santa Tereza de Ávila chamando em sonhos São João da Cruz para fazer uma trança com os lençóis e ir encontrá-la espiritualmente. É a estrutura da performance. Ou as “teresas” das prisões, feitas pelos presos para tentar escapar. A cada vez que é refeita essa estrutura, é uma nova situação, um novo pensamento. As obras de arte são como cebolas. Há sempre uma casca a mais.
‘Toda obra é performática’
Outra “instauração” emblemática a ser apresentada nesta quarta são as tranças em cobre e ferro de “Xifópagas capilares” — presença que, segundo o artista, “em geral, é solicitada, quando apresentam-se os ‘Lézart’ (1989)”, peças com cabelos, pentes e ímãs, que já estavam no acervo de Inhotim e agora ficarão no pavilhão. Além disso, uma atriz fará “a encarnação mimética de peças que foram feitas com fibra, lixadas e agora estão no osso”: nua e com muita maquiagem, a atriz vai maquiar as peças e, ao mesmo tempo, maquiar a si mesma, “terminando por integrar continuamente o corpo dela com a obra”. O diretor Murilo Salles, parceiro frequente do artista, deve registrar as apresentações.
Para além das performances, instalações grandiosas do artista vão ocupar os 2.600 m² do pavilhão Tunga, que é a estrela da inauguração de outros espaços no Instituto Inhotim (nesta quarta, o centro de arte contemporânea inaugura ainda o pavilhão que abriga “Ttéia”, de Lygia Pape, as instalações de Carlos Garaicoa e de Cristina Iglesias, e as novas obras da galeria Mata). Na entrada do pavilhão Tunga, “À la lumière des deux mondes”, exposta em 2005 no Louvre, em Paris, e no PS1, do MoMA, surge imponente na entrada da imensa galeria com paredes de vidro que dará conta de 30 anos de carreira do artista.
— Toda e qualquer peça é uma antologia permanente. Quando você faz um desenho, ele guarda vários momentos. Uma linha vai do ponto A ao ponto B, ou seja, implica em tempo. Expandir essa ideia durante a trajetória de um artista é dar um desenho mais extenso daquilo que está contido em cada obra — diz Tunga.
A escolha dos trabalhos e de refazer as performances é parte da ideia de criar “conectividade entre as obras”, já que o pavilhão foi “concebido como um acelerador de partículas”, tendo “Ão” (1980), filme de 1980 feito numa seção curva do túnel Dois Irmãos, no centro de tudo, numa espécie de subsolo dedicado a filmes. Dele, partem, como no movimento curvilíneo dentro do túnel, as demais esculturas do artista que diz ver “toda obra de arte como performance”.
*A repórter viajou a convite do Instituto Inhotim


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/tunga-mostra-performances-historicas-em-pavilhao-de-inhotim-6007007#ixzz2DKhyZx8u
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