Mostrando postagens com marcador guia de turismo do inhotim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guia de turismo do inhotim. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de maio de 2015

Visita guiada no Inhotim



O Inhotim foi idealizado na década de 80 por Bernardo Paz e recebeu a colaboração do paisagista Roberto Burle Max. Na década passada em 2005, o museu recebia apenas visitas escolares e no ano seguinte abriu suas portas ao público.

Caminhar pelo parque é uma atividade indispensável para as pessoas que visitam o Inhotim, mesmo o museu disponibilizando transporte interno. Não há quem não se encante com as belezas espalhadas por toda a área do parque.

O Instituto Inhotim é a sede de um dos mais importantes museus de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina . Está localizado em Brumadinho (Minas Gerais), uma cidade com 30 mil habitantes, a apenas 60 km de Belo Horizonte.

Segundo os moradores de Brumadinho, o local foi uma fazenda pertencente a uma empresa mineradora que, noséculo XIX, atuava na região e cujo responsável era um inglês, de nome Timothy - o "Senhor Tim", que, na linguagem local, acabou virando "Nhô Tim" ou "Inhô Tim".


Surgiu em 2004 para abrigar a coleção de Bernardo Paz, empresário da área de mineração e siderurgia, que foi casado com a artista plástica carioca Adriana Varejão, e há 20 anos começou a se desfazer de sua valiosa coleção de arte modernista, que incluía trabalhos de Portinari, Guignard e Di Cavalcanti, para formar o acervo de arte contemporânea que agora está no Inhotim.

Em 2006, o local foi aberto ao público em dias regulares sem necessidade de agendamento prévio. O acervo abrigava obras da década de 1970 até a atualidade, em dezoito galerias (em 2011). São 450 obras de artistas brasileiros e estrangeiros, com destaque para trabalhos de Cildo Meireles, Tunga, Vik Muniz, Hélio Oiticica, Ernesto Neto, Matthew Barney, Doug Aitken, Chris Burden, Yayoi Kusama, Paul McCarthy, Zhang Huan, Valeska Soares, Marcellvs e Rivane Neuenschwander

O Instituto Inhotim localiza-se dentro do domínio da Mata Atlântica, com encraves de cerrado nos topos das serras. Situado a uma altitude que varia entre 700 m e 1.300 m acima do nível do mar, sua área total é de 786,06 hectares, tendo como área de preservação 440,16 ha, que compreendem os fragmentos de mata e incluem uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), com 145,37 ha.

A área de visitação do Inhotim tem 96,87 ha e compreende jardins, galerias, edificações e fragmentos de mata, além de cinco lagos ornamentais, com aproximadamente 3,5 hectares de espelho d'água. O jardim botânico tem 4.300 espécies em cultivo - marca atingida em 2011 - e está cercado por mata nativa , com trinta por cento de todo o acervo em exposição para o público (cerca de 102 hectares em 2011). Em reconhecimento à necessidade de preservar os 145 hectares de reserva, o instituto recebeu do Ministério do Meio Ambiente, em fevereiro de 2011, a classificação oficial de jardim botânico, na categoria C. Nesse jardim, estão cerca de 1.500 espécies catalogadas de palmeira, a maior coleção do tipo do mundo.

Agende sua visita com a Henrik Tour agencia de turismo receptivo de Minas Gerais .
Temos guias especializados em artes 
(31) 94316649 
(31) 85992160 
contato@henriktour.com.br
www.henriktour.com.br



quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Inhotim de arte contemporânea e Jardim botânico







É difícil escapar do superlativo para falar de Inhotim. “O maior museu a céu aberto do mundo” exala grandiosidade por cada metro quadrado. De cara, parece a Xanadu de Charles Foster Kane, a fortaleza do personagem vivido por Orson Welles no clássico “Cidadão Kane”, de 1941. Esta foi a primeira impressão que tive ao pisar lá, em 2011. No caso, o nosso Charles Foster Kane é o empresário Bernardo Paz, 63 anos, bilionário da siderurgia. Especulações afirmam que Inhotim tenha consumido mais de R$ 500 milhões, num espaço de mais de 2.000 hectares, com a maior coleção de palmeiras e uma das maiores coleções botânicas do Brasil, espaço que abriga obras de 500 artistas brasileiros e estrangeiros, recebeu mais de 250 mil visitantes em 2011, tem mais de 1.000 funcionários e deve receber um complexo que envolve 10 hotéis, anfiteatro para 15 mil pessoas, um aeroporto e até “lofts” para quem quiser viver lá.



Em pouco tempo, Inhotim se tornou um dos destinos turísticos mais visitados do Brasil, transformando a economia de Brumadinho, que fica a 60 km de Belo Horizonte. Bernardo, o estereótipo do que podemos chamar de “excêntico”, tem opiniões fortes sobre a arte moderna em contraposição à arte contemporânea. Segundo ele, nesta entrevista:


“A arte passou por cem anos em que não se transformou em processo educativo nem cultural. Quem era Picasso? Um devasso que gostava de mercado, gostava de comércio, ia à galeria e perguntava qual quadro estava vendendo mais. Aí, fazia mais dez. Assim foi a arte moderna. Não ensinou nada a ninguém.”



Já a contemporânea seria uma arte crítica:


“Aí, entrou Duchamp, primeiro exemplar da arte contemporânea. Entrou com uma curiosidade, a arte passou a ser uma curiosidade. E, da curiosidade, ela passou à crítica. Hoje, toda a arte contemporânea é crítica. Em todos os sentidos: crítica na ecologia, na religião, na situação política, nas questões sociais. Ela exalta os benefícios criados, critica e destrói a sociedade atual, tentando criar uma sociedade melhor. Você passa por Inhotim e entra no Através. O que é o Através? Uma simplificação das dificuldades da vida. Você pisa em cacos de vidro, vai atravessando um monte de obstáculos para chegar ao outro lado. O que significa isso? Você enxerga o outro lado, mas não vai reto.”

Há boas matérias com Bernado Paz


De fato, a arte contemporânea busca o choque, o confronto, quer criticar, refletir, induzir a uma experiência legítima, um happening, quer que você se envolva com ela, experimente o que ela consegue provocar. Neste sentido, para uma arte que demanda tanto espaço e se relaciona diretamente com o ambiente em que está inserida, Inhotim é perfeito. Já que várias instalações e obras foram pensadas exatamente para aquele lugar.



Na ânsia desesperada em provocar, no entanto, a arte contemporânea também é frívola, rasteira, extremamente pretensiosa e vazia. “Restore Now”, do suiço Thomas Hirschhorn, recentemente incorporada numa nova galeria de Inhotim, reúne ferramentas de oficinas em tamanho família, reproduções de livros de filósofos como Derrida, Deleuze, Foucault e outros, imagens de corpos mutilados e uma crítica infantil na imagem do próprio artista dançando atrás de um manequim com um livro gigante de Foucault do lado. A “paródia”, a “provocação”, mesmo a “zombaria”, neste caso, serve para um tipo de “arte” que se perde exatamente no que tenta abordar.



Há diálogos incessantes com a morte, a grandiosidade, o megalomaníaco, as barreiras – Tunga, Cildo Meireles – os medos e anseios, a nossa relação conturbada com a natureza – Giuseppe Penone, Chris Burden – a carne, as vísceras e o mítico – Adriana Varejão – o abstrato, a potência e o poder do som – Cardiff & Miller – a cosmococa de Hélio Oiticica e seu convite a mergulhar – literalmente – na cultura pop do século XX, seja na piscina amarela com John Cage de fundo, seja nas redes, colchões e espumas com Jimi Hendrix e Luiz Gonzaga. E muito mais.



Como reflexo da arte contemporânea, as galerias, os morros, as instalações e a natureza exuberante de Inhotim são um coice e um engodo. Um mimo para a classe A que se converteu em inevitáveis projetos para a comunidade. A megalomania de um bilionário excêntrico que gosta de arrotar pobreza (vide entrevistas). Você não sai ileso de Inhotim, claro. É o reino do paradoxo em que estamos metidos no século XXI. Te atrai e te suga para uma experiência sem volta. É belo, caótico, profano e reverente. Distorce símbolos tradicionais apenas para explorá-los. Te pega pela jugular e te faz sentir num jardim irreal, numa experiência que, em última instância, você é a própria cobaia da arte.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PASSEIO ARTE E CULTURA - Instituto Cultural Inhotim - Traslado Belo Horizonte e Brumadinho / MG


Belo Horizonte - Capital de Minas Gerais, localizada em um ponto geográfico estratégico do país, é cercada pelas montanhas da Serra do Curral, que lhe servem de moldura natural e referência histórica. Além das vantagens naturais e das facilidades de acessos aéreo e rodoviário, a capital mineira destaca-se pela beleza de seus conjuntos arquitetônicos, pela forte vocação do comércio e da prestação de serviços, além de uma rica produção artística e cultural. Os diversos bares e restaurantes agitam sua vida noturna.
Brumadinho - O centro de Brumadinho fica a 50 km da capital Belo Horizonte, podendo-se chegar pela BR040 ou pela rodovia Fernão Dias, sentido São Paulo. Brumadinho tem 30 mil habitantes e destaca-se como o melhor clima da grande Belo Horizonte. Destacam-se no município as seguintes regiões: Serra da Moeda, Piedade do Paraopeba, Casa Branca e o Bairro do Inhotim. O nome Brumadinho deve-se a estar próximo a cidadezinha de Brumado Velho na qual os Bandeirantes, segundo a história do município, colocou este nome devido as brumas (neblina) que se formam no período da manhã em toda região.
Inhotim – Localizado na cidade mineira de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte, com uma área total de 300 hectares, o Inhotim é o maior centro de arte contemporânea a Céu aberto do mundo. O Inhotim tem um acervo de arte com aproximadamente 500 obras de 100 artistas, de 30 nacionalidades, expostas em galerias e espalhadas pelos jardins, que teve o seu projeto inicial inspirado na obra de Burle Marx. O Jardim Botânico possui 4.500 espécies e começou a ser composto em 1980, a coleção acumula 20.000 exemplares de várias partes do mundo.






Roteiro Detalhado
08:00 - Encontro dos participantes em frente ao hotel, pousada, albergue, prédio público ou residência (Região Central de Belo Horizonte ou pousada em Brumadinho).
08:15 - Embarque no transporte (carro de passeio, dobló, van ou microônibus) com destino ao Inhotim.
Obs.: durante o traslado (cerca de 1:20), passaremos pelas cidades de Contagem, Betim, Mateus Leme e Brumadinho (este roteiro sofrerá alterações, em virtude do trânsito ou endereço do hotel).
- Eventualmente podemos fazer este traslado passando pela BR040 e Serra da Moeda.
09:30 - Chegada ao Inhotim. Tempo livre...
16:00 – Embarque no transporte para retorno a BH ou Brumadinho.
17:00 – Chegada a BH (ou pousada em Brumadinho).

- Este roteiro faz parte do programa: CONHECER MELHOR BH

Dicas para quem vai participar deste passeio

- Durante o passeio é aconselhável usar: roupas leves e claras, tênis ou botas, meias grossas e boné ou chapéu;
- O participante deve levar uma mochila pequena com objetos pessoais, uma garrafa com água, medicamentos de uso pessoal e uma muda de roupa extra;
- Aconselhamos levar ainda máquina fotográfica, protetor solar, óculos escuros e um agasalho para se proteger do frio.

AGENDA SUA VISITA COM A HENRIK TOUR 






quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PASSEIO - Instituto Cultural Inhotim - 1 dia Brumadinho / MG



Inhotim – Localizado na cidade mineira de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte, com uma área total de 300 hectares, o Inhotim é o maior centro de arte contemporânea a Céu aberto do mundo. O Inhotim tem um acervo de arte com aproximadamente 500 obras de 100 artistas, de 30 nacionalidades, expostas em galerias e espalhadas pelos jardins, que teve o seu projeto inicial inspirado na obra de Burle Marx. O Jardim Botânico possui 4.500 espécies e começou a ser composto em 1980, a coleção acumula 20.000 exemplares de várias partes do mundo.

Roteiro Detalhado






08:00 - Encontro dos participantes em frente ao hotel, pousada, albergue, prédio público ou residência (Região Central de Belo Horizonte) ou Brumadinho.

08:05- Embarque no transporte com destino ao Museu Inhotim - Brumadinho / MG (60 km).

09:30- Chegada ao Museu Inhotim. Tempo livre para visitar o museu...

16:00 - Embarque no transporte para retorno a BH.

17:00 - Chegada a BH (ou Brumadinho)




Dicas para quem vai participar deste passeio







- Durante o passeio é aconselhável usar: roupas leves e claras, tênis ou botas, meias grossas e boné ou chapéu;

- O participante deve levar uma mochila pequena com objetos pessoais, uma garrafa com água, medicamentos de uso pessoal e uma muda de roupa extra;

- Aconselhamos levar ainda máquina fotográfica, protetor solar, óculos escuros e um bom agasalho.




Observações




- Este roteiro acontece de terça a domingo;

- Crianças de 0 a 5 – Grátis / 6 a 10 – desconto de 50%. Sempre acompanhados de 2 adultos;

- Passeio indicado para todas as pessoas;

- Quando estiver efetivando a sua reserva, favor informar no campo "Local de Embarque" o endereço do local que vai se hospedar em Belo Horizonte;

- O ALMOÇO e o TRANSPORTE INTERNO (dentro do Inhotim) NÃO ESTÃO incluídos no preço deste passeio;

- Caso a (s) data (s) abaixo não se encaixe na sua agenda entre em contato.




Datas
Saída: 19/10/2013 às 08:00

Retorno: 19/10/2013 às 17:00
Saída: 26/12/2013 às 08:00

Retorno: 26/12/2013 às 17:00

Saída: 15/01/2014 às 08:00

Retorno: 15/01/2014 às 17:00


Investimento por pessoa

Depósito - à vista

Primeira Pessoa: R$450,00

Individual: R$250,00

2 pessoas: R$230,00

3 a 6 pessoas: R$220,00

7 a 10 pessoas: R$210,00

Desconto para crianças (acompanhadas de dois adultos):

De 0 a 5 anos: GRÁTIS

De 6 a 10 anos: 50%





PASSEIO CULTURAL - Instituto Cultural Inhotim - 1 dia
Brumadinho / MG


(31) 94316649 / 85992160 
henriktour@hotmail.com