Mostrando postagens com marcador Ecoturismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ecoturismo. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Excursão para a Serra do Cipó - Cachoeira Véu da Noiva dia 23 de fevereiro
Excursão saindo de Belo Horizonte ,dia 23 de fevereiro terminal turístico JK as 07:30 retorno as 17:30
Passeio inclui transporte, guia de turismo , entrada da cachoeira véu da noiva
valor R$ 75,00 por pessoa
Contato: Henrique Félix
E-mail contato@henriktour.com.br
(31) 994316649 Wapp
(31) 985992160
www.henriktour.com.br
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Distrito Tabuleiro de Conceição do mato dentro - cachoeira do Tabuleiro
Distrito do Tabuleiro do Mato Dentro Pertencente à Conceição do Mato Dentro, possui a maior Cachoeira de Minas Gerais, Cachoeira do Tabuleiro com seus 273 metros de queda, sendo a 3ª maior do Brasil e da Estrada Real. Faz parte do Circuito Serra do Cipó, braço da Serra do Espinhaço, está localizado o Parque Estadual Serra do Intendente, onde estão localizadas as maiores Cachoeiras de Minas e espetaculares Cânions.
É uma bucólica vila simples e tranquila, com 500 habitantes, grande parte descendente de holandeses, apresentam olhos e cabelos claros, onde por todos os lados se elevam montanhas cobertas por matas nativas, cerrados e campos rupestres, cortadas por cânions e formando imensas cachoeiras com mais de 100 metros de altura.
O nome Tabuleiro vem das mulheres da vila que iam para os povoados vizinhos equilibrando em sua cabeças os ¨tabuleiros¨ repletos de quitandas (bolos, doces, rocas, pães de queijo) que faziam para vender. Quando chegavam em Conceição, era comum as pessoas dizerem ¨la vêm as mulheres do Tabuleiro¨. Diz a lenda que esta é a origem do nome do lugar, outra atribuição é a formação rochosa em forma de tabuleiro dos paradões de onde escorre a Cachoeira do Tabuleiro.
Um lugar místico, encantador com muita introspecção que inspiram: quadros, sonhos, poemas, os mais bonitos campos, quedas d´agua, mata atlântica, cerrado e encostas rochosas habitadas por animais silvestres como o quati, onça-parda, tamanduá-mirim, veado campeiro, lobo guará, 37 anfíbios, 86 espécies de pássaros silvestres, mais de 1600 espécies de plantas entre outros e, uma árvore Gameleira com mais de 300 anos, localizada na Pousada Gameleira.
Somente na década de 80 o primeiro jipe conseguiu chegar ao povoado. Até então, apenas cavalos, mulas e pessoas tinham acesso pelas trilhas no meio do mato, onde hoje pode ser usado para fazer trekking, bike e cavalgada, passando uma região de grande beleza, cachoeiras e pinturas rupestres.Uma culinária cheia de temperos e cheiros, hospitalidade do povo mineiro, suas tradições com manifestações barrocas do Brasil colônia, a festa do Rosário, seus doces e cachaças, características marcantes deste importante núcleo da Estrada Real.
Cachaça, rapadura, farinha de mandioca e fubá, são alguns dos produtos fabricados de forma artesanal que podem ser comprados na região e na fazenda do Crido (Euclídio Rodrigues de Queiroz), onde o visitante pode acompanhar a moedura do milho para fazer fubá ou o processo de fabricação da rapadura e da cachaça.
Por um capricho da natureza, no coração de Minas Gerais, com seu paredão de quartzito em tons alaranjados, vermelhos e outras cores, forma a Cachoeira do Coração, como é descrita pela população local a Cachoeira do Tabuleiro. Outra curiosidade deste capricho é o número 2 estampado no paredão da Cachoeira do Tabuleiro, fazendo com que cada turista faça uma reflexão do que poderia ter ocorrido.
Muitos dos seus moradores contam histórias sobre luzes e objetos voadores não identificados. Seu Joaquim Eloi conta que era noite quando sua casa foi focada por uma luz forte à vinte anos atrás que o impedia de firmar o olhar, o que forçava a colocar o antebraço esquerdo sobre os olhos para protegê-los, ele percebeu que a luz vinha de um objeto que parecia dois pratos unidos pelas bordas e conseguia ouvir barulho de vozes conversando, embora não compreendesse o que diziam. A Luz apagava e acendia repetidamente, chamou os filhos para ver, mas eles se negaram a sair da cama. Depois de um tempo, as luzes se apagaram, ouviu um barulho e o objeto desapareceu. No dia seguinte, seu braço amanheceu doendo e um pouco dormente, e assim ficou por seis meses. Ao sair de cavalo pela manhã, viu que os fios de energia haviam sido rompidos e, ao que tudo indicava, por causa desse objeto não identificado. Depois disso, sua visão começou a diminuir e em quatro anos estava totalmente cego.
No Distrito partem trilhas para trekking, mountain bike, cavalgada, sempre acabam em alguma cachoeira, poço para mergulhos refrescantes e sítio arqueológico com pinturas rupestres.
vejam nosso site:
É uma bucólica vila simples e tranquila, com 500 habitantes, grande parte descendente de holandeses, apresentam olhos e cabelos claros, onde por todos os lados se elevam montanhas cobertas por matas nativas, cerrados e campos rupestres, cortadas por cânions e formando imensas cachoeiras com mais de 100 metros de altura.
O nome Tabuleiro vem das mulheres da vila que iam para os povoados vizinhos equilibrando em sua cabeças os ¨tabuleiros¨ repletos de quitandas (bolos, doces, rocas, pães de queijo) que faziam para vender. Quando chegavam em Conceição, era comum as pessoas dizerem ¨la vêm as mulheres do Tabuleiro¨. Diz a lenda que esta é a origem do nome do lugar, outra atribuição é a formação rochosa em forma de tabuleiro dos paradões de onde escorre a Cachoeira do Tabuleiro.
Um lugar místico, encantador com muita introspecção que inspiram: quadros, sonhos, poemas, os mais bonitos campos, quedas d´agua, mata atlântica, cerrado e encostas rochosas habitadas por animais silvestres como o quati, onça-parda, tamanduá-mirim, veado campeiro, lobo guará, 37 anfíbios, 86 espécies de pássaros silvestres, mais de 1600 espécies de plantas entre outros e, uma árvore Gameleira com mais de 300 anos, localizada na Pousada Gameleira.
Somente na década de 80 o primeiro jipe conseguiu chegar ao povoado. Até então, apenas cavalos, mulas e pessoas tinham acesso pelas trilhas no meio do mato, onde hoje pode ser usado para fazer trekking, bike e cavalgada, passando uma região de grande beleza, cachoeiras e pinturas rupestres.Uma culinária cheia de temperos e cheiros, hospitalidade do povo mineiro, suas tradições com manifestações barrocas do Brasil colônia, a festa do Rosário, seus doces e cachaças, características marcantes deste importante núcleo da Estrada Real.
Cachaça, rapadura, farinha de mandioca e fubá, são alguns dos produtos fabricados de forma artesanal que podem ser comprados na região e na fazenda do Crido (Euclídio Rodrigues de Queiroz), onde o visitante pode acompanhar a moedura do milho para fazer fubá ou o processo de fabricação da rapadura e da cachaça.
Por um capricho da natureza, no coração de Minas Gerais, com seu paredão de quartzito em tons alaranjados, vermelhos e outras cores, forma a Cachoeira do Coração, como é descrita pela população local a Cachoeira do Tabuleiro. Outra curiosidade deste capricho é o número 2 estampado no paredão da Cachoeira do Tabuleiro, fazendo com que cada turista faça uma reflexão do que poderia ter ocorrido.
Muitos dos seus moradores contam histórias sobre luzes e objetos voadores não identificados. Seu Joaquim Eloi conta que era noite quando sua casa foi focada por uma luz forte à vinte anos atrás que o impedia de firmar o olhar, o que forçava a colocar o antebraço esquerdo sobre os olhos para protegê-los, ele percebeu que a luz vinha de um objeto que parecia dois pratos unidos pelas bordas e conseguia ouvir barulho de vozes conversando, embora não compreendesse o que diziam. A Luz apagava e acendia repetidamente, chamou os filhos para ver, mas eles se negaram a sair da cama. Depois de um tempo, as luzes se apagaram, ouviu um barulho e o objeto desapareceu. No dia seguinte, seu braço amanheceu doendo e um pouco dormente, e assim ficou por seis meses. Ao sair de cavalo pela manhã, viu que os fios de energia haviam sido rompidos e, ao que tudo indicava, por causa desse objeto não identificado. Depois disso, sua visão começou a diminuir e em quatro anos estava totalmente cego.
No Distrito partem trilhas para trekking, mountain bike, cavalgada, sempre acabam em alguma cachoeira, poço para mergulhos refrescantes e sítio arqueológico com pinturas rupestres.
vejam nosso site:
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Grutas Mineiras
Gruta de Maquiné
A maior gruta de Minas Gerais fica próxima à cidade de Cordisburgo, a 120 km de Belo Horizonte. Uma beleza natural que foi descoberta e explorada em 1834 pelo cientista dinamarquês Dr.Peter Lund. São 440 metros de extensão abertos ao público para conhecer e admirar os sete salões e galerias, formados pelo trabalho de erosão da água. Os estalactites formam figuras inusitadas que lembram um urso, um elefante e há também cristais brilhantes em formato de franjas, grinaldas e lustres.
Na área foram encontradas pedras, ossadas humanas, pinturas rupestres e restos de animais pré-históricos, tornando a Gruta de Maquiné o berço da Paleontologia Brasileira. A gruta possui iluminação e passarelas que permitem aos visitantes transitarem com segurança pelas maravilhas do lugar, e todo o percurso é acompanhado por um guia local. Recomenda-se ir pela manhã ou no final da tarde, porque a gruta fica quente durante o dia. Está aberta diariamente de 8h às 17h.
Gruta da Lapinha
Uma obra de arte esculpida pela natureza e de uma beleza extraordinária. Quem conhece a Gruta da Lapinha se surpreende por não imaginar o que está escondido dentro dela. Localizada na região arqueológica de Lagoa Santa, a 38 Km de Belo Horizonte, a gruta possui uma área de 511 metros de extensão abertos à visitação com profundidade de 40 metros.
Surgiu a partir de rochas calcárias formadas pelos restos marinhos do fundo do mar raso da bacia do Rio das Velhas. Em seus salões existem os chamados espeleotemas, depósitos minerais do interior da caverna que possuem variadas formas, destacando a couve-flor, cascata, cortinas e pirâmides. A Gruta da Lapinha foi descoberta em 1835 pelo cientista dinamarquês Peter Lund, que vivia na região. Em suas escavações Lund descobriu fósseis de animais e as ossadas do chamado “homem de Lagoa Santa”, fundamental para as pesquisas da paleontologia no Brasil.
A Gruta da Lapinha funciona diariamente das 8:30h às 16:30h, com atendimento de guias especializados. Há iluminação artificial, escadas e passarelas que dão acesso aos locais mais difíceis. Na parte externa o visitante pode conferir o museu do castelinho e o Espaço Cultural e Ambiental Dr. Lund, com exposições sobre a região da APA – Carste de Lagoa Santa, além da réplica em tamanho natural da famosa Preguiça Gigante. A região de muito verde também é um convite para um agradável piquinique, e encontra-se próximo à entrada dois restaurantes que oferecem a tradicional comida mineira, além de quiosques de doces e artesanatos.
Gruta Rei do Mato
A Gruta Rei do Mato está a 70 quilômetros de Belo Horizonte e a aproximadamente 600 quilômetros das principais capitais brasileiras. A apenas 6 quilômetros do centro de Sete Lagoas, é possível percorrer 220 metros de extensão com desnível de 30 metros. As formações de estalagmite da gruta chamam a atenção de geólogos e visitantes de todo o mundo.
A gruta passou a ser visitada turisticamente em 1988 e recebeu o nome de Gruta Rei do Mato em homenagem a um forasteiro, que chegou na região na década de 1930 e passou a morar nas imediações da caverna e a extrair da Mata Seca, própria das regiões Calcárias, o seu sustento, alguns diziam que era um soldado fugitivo da Revolução de 30. Ficou conhecido na cidade como Rei do Mato, porque morava na Mata. Desapareceu da mesma forma que chegou na região, sem ninguém saber qual o seu destino.
Em 2010 o IEF assumiu a proteção e preservação da gruta e da área em torno da mesma, passando então a ser denominada toda a região de Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato. Dessa forma a SELTUR ficou com a administração financeira e turística especificamente da Gruta e o IEF de todo o monumento.
Quem pretende visitar a Gruta Rei do Mato deve se preparar para um espetáculo gracioso e harmonioso da natureza.
A maior gruta de Minas Gerais fica próxima à cidade de Cordisburgo, a 120 km de Belo Horizonte. Uma beleza natural que foi descoberta e explorada em 1834 pelo cientista dinamarquês Dr.Peter Lund. São 440 metros de extensão abertos ao público para conhecer e admirar os sete salões e galerias, formados pelo trabalho de erosão da água. Os estalactites formam figuras inusitadas que lembram um urso, um elefante e há também cristais brilhantes em formato de franjas, grinaldas e lustres.
Na área foram encontradas pedras, ossadas humanas, pinturas rupestres e restos de animais pré-históricos, tornando a Gruta de Maquiné o berço da Paleontologia Brasileira. A gruta possui iluminação e passarelas que permitem aos visitantes transitarem com segurança pelas maravilhas do lugar, e todo o percurso é acompanhado por um guia local. Recomenda-se ir pela manhã ou no final da tarde, porque a gruta fica quente durante o dia. Está aberta diariamente de 8h às 17h.
Gruta da Lapinha
Uma obra de arte esculpida pela natureza e de uma beleza extraordinária. Quem conhece a Gruta da Lapinha se surpreende por não imaginar o que está escondido dentro dela. Localizada na região arqueológica de Lagoa Santa, a 38 Km de Belo Horizonte, a gruta possui uma área de 511 metros de extensão abertos à visitação com profundidade de 40 metros.
Surgiu a partir de rochas calcárias formadas pelos restos marinhos do fundo do mar raso da bacia do Rio das Velhas. Em seus salões existem os chamados espeleotemas, depósitos minerais do interior da caverna que possuem variadas formas, destacando a couve-flor, cascata, cortinas e pirâmides. A Gruta da Lapinha foi descoberta em 1835 pelo cientista dinamarquês Peter Lund, que vivia na região. Em suas escavações Lund descobriu fósseis de animais e as ossadas do chamado “homem de Lagoa Santa”, fundamental para as pesquisas da paleontologia no Brasil.
A Gruta da Lapinha funciona diariamente das 8:30h às 16:30h, com atendimento de guias especializados. Há iluminação artificial, escadas e passarelas que dão acesso aos locais mais difíceis. Na parte externa o visitante pode conferir o museu do castelinho e o Espaço Cultural e Ambiental Dr. Lund, com exposições sobre a região da APA – Carste de Lagoa Santa, além da réplica em tamanho natural da famosa Preguiça Gigante. A região de muito verde também é um convite para um agradável piquinique, e encontra-se próximo à entrada dois restaurantes que oferecem a tradicional comida mineira, além de quiosques de doces e artesanatos.
Gruta Rei do Mato
A Gruta Rei do Mato está a 70 quilômetros de Belo Horizonte e a aproximadamente 600 quilômetros das principais capitais brasileiras. A apenas 6 quilômetros do centro de Sete Lagoas, é possível percorrer 220 metros de extensão com desnível de 30 metros. As formações de estalagmite da gruta chamam a atenção de geólogos e visitantes de todo o mundo.
A gruta passou a ser visitada turisticamente em 1988 e recebeu o nome de Gruta Rei do Mato em homenagem a um forasteiro, que chegou na região na década de 1930 e passou a morar nas imediações da caverna e a extrair da Mata Seca, própria das regiões Calcárias, o seu sustento, alguns diziam que era um soldado fugitivo da Revolução de 30. Ficou conhecido na cidade como Rei do Mato, porque morava na Mata. Desapareceu da mesma forma que chegou na região, sem ninguém saber qual o seu destino.
Em 2010 o IEF assumiu a proteção e preservação da gruta e da área em torno da mesma, passando então a ser denominada toda a região de Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato. Dessa forma a SELTUR ficou com a administração financeira e turística especificamente da Gruta e o IEF de todo o monumento.
Quem pretende visitar a Gruta Rei do Mato deve se preparar para um espetáculo gracioso e harmonioso da natureza.
(31) 41416726
(31) 94316649
(31) 85992160
henriktour@hotmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)






