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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PASSEIO ARTE E CULTURA - Instituto Cultural Inhotim - Traslado Belo Horizonte e Brumadinho / MG


Belo Horizonte - Capital de Minas Gerais, localizada em um ponto geográfico estratégico do país, é cercada pelas montanhas da Serra do Curral, que lhe servem de moldura natural e referência histórica. Além das vantagens naturais e das facilidades de acessos aéreo e rodoviário, a capital mineira destaca-se pela beleza de seus conjuntos arquitetônicos, pela forte vocação do comércio e da prestação de serviços, além de uma rica produção artística e cultural. Os diversos bares e restaurantes agitam sua vida noturna.
Brumadinho - O centro de Brumadinho fica a 50 km da capital Belo Horizonte, podendo-se chegar pela BR040 ou pela rodovia Fernão Dias, sentido São Paulo. Brumadinho tem 30 mil habitantes e destaca-se como o melhor clima da grande Belo Horizonte. Destacam-se no município as seguintes regiões: Serra da Moeda, Piedade do Paraopeba, Casa Branca e o Bairro do Inhotim. O nome Brumadinho deve-se a estar próximo a cidadezinha de Brumado Velho na qual os Bandeirantes, segundo a história do município, colocou este nome devido as brumas (neblina) que se formam no período da manhã em toda região.
Inhotim – Localizado na cidade mineira de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte, com uma área total de 300 hectares, o Inhotim é o maior centro de arte contemporânea a Céu aberto do mundo. O Inhotim tem um acervo de arte com aproximadamente 500 obras de 100 artistas, de 30 nacionalidades, expostas em galerias e espalhadas pelos jardins, que teve o seu projeto inicial inspirado na obra de Burle Marx. O Jardim Botânico possui 4.500 espécies e começou a ser composto em 1980, a coleção acumula 20.000 exemplares de várias partes do mundo.






Roteiro Detalhado
08:00 - Encontro dos participantes em frente ao hotel, pousada, albergue, prédio público ou residência (Região Central de Belo Horizonte ou pousada em Brumadinho).
08:15 - Embarque no transporte (carro de passeio, dobló, van ou microônibus) com destino ao Inhotim.
Obs.: durante o traslado (cerca de 1:20), passaremos pelas cidades de Contagem, Betim, Mateus Leme e Brumadinho (este roteiro sofrerá alterações, em virtude do trânsito ou endereço do hotel).
- Eventualmente podemos fazer este traslado passando pela BR040 e Serra da Moeda.
09:30 - Chegada ao Inhotim. Tempo livre...
16:00 – Embarque no transporte para retorno a BH ou Brumadinho.
17:00 – Chegada a BH (ou pousada em Brumadinho).

- Este roteiro faz parte do programa: CONHECER MELHOR BH

Dicas para quem vai participar deste passeio

- Durante o passeio é aconselhável usar: roupas leves e claras, tênis ou botas, meias grossas e boné ou chapéu;
- O participante deve levar uma mochila pequena com objetos pessoais, uma garrafa com água, medicamentos de uso pessoal e uma muda de roupa extra;
- Aconselhamos levar ainda máquina fotográfica, protetor solar, óculos escuros e um agasalho para se proteger do frio.

AGENDA SUA VISITA COM A HENRIK TOUR 






INHOTIM

COMO CHEGAR NO INHOTIM




AGENCIA DE TURISMO RECEPTIVO DO INHOTIM

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

INHOTIM

Museu de novidades
O Inhotim Instituto de Arte Contemporânea, em Minas Gerais, rompeu tanto com os moldes de museu que virou um Jardim Botânico. Conheça uma proposta artística única num lugar sem igual.
Por Por Renata Valério de Mesquita


O projeto surgiu com jeito mineiro. Foi aos poucos sendo divulgado pelo boca a boca, cresceu, encorpou e atualmente recebe 200 mil visitantes por ano, de todas as nacionalidades. Virou uma instalação de referência no mundo das artes. Localizado a 60 quilômetros de Belo Horizonte, na cidade de Brumadinho, o Inhotim Instituto de Arte Contemporânea e Jardim Botânico propõe uma quase revolução: mudou a concepção de museu que se tinha até agora, mudou o entendimento - ou a falta dele - que o grande público tem da arte contemporânea e também está ajudando a mudar a comunidade local.


Criado em meio a uma paisagem que reúne 4.500 espécies de plantas e cinco lagos ornamentais, distribuídos por quase 5,5 km2, esse museu a céu aberto conquistou o título oficial de Jardim Botânico em 2011. Do total do terreno, localizado em uma área de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado, mais da metade é de vegetação nativa preservada, 1,5 km2 é Reserva Particular do Patrimônio Natural e 1 km2 está aberto à visitação.

Nesse espaço encontram-se, ao ar livre, esculturas e intervenções artísticas em pequena, média, grande e gigantesca escala. Quatro pavilhões - de 1.000 m2 cada um - estão reservados a exposições temporárias, e mais um está em construção. Treze galerias foram projetadas para abrigar obras permanentes dos artistas Tunga, Cildo Meireles, Miguel Rio Branco, Hélio Oiticica, Neville D'Almeida, Adriana Varejão, Doris Salcedo, Victor Grippo, Matthew Barney, Rivane Neuenschwander, Valeska Soares, Janet Cardiff & George Miller e Doug Aitcken.



Elevazione, de Giuseppe Penone.

Inmensa, de Cildo Meireles.

Beehive Bunker, de Chris Burden.

Fuscas da obra Troca-Troca, de Jarbas Lopes



O acervo do centro possui 500 obras de 100 artistas. Começou com a coleção particular de Bernardo Paz, empresário do setor siderúrgico, dono da empresa Itaminas, produtora de ferro gusa e reflorestamento, que em 2004 passou a receber visitas agendadas na sua propriedade. Dois anos depois, foi aberto para o público em geral. Há oito anos a proposta apresentada atualmente não estava formulada. Nem mesmo hoje está concluída. "A própria prática leva à concepção do Inhotim. Ainda não chegamos à forma final. Aos poucos vamos consolidando ideias que surgem, principalmente, do contato com os visitantes", diz Maria Eugenia Salcedo Repolês, coordenadora de Arte e Educação.

Natureza e arte

Essa evolução constante está presente em algumas das novas obras inauguradas em outubro de 2011. A mineira Marilá Dardot montou A Origem da Obra de Arte com 1.500 vasos de cerâmica em forma de letras, produzidos por artesãos da região. A instalação não só permite que o público toque na obra como o convida a "plantar" palavras e frases postas à disposição para a inteiração. Em Elevazione, escultura do italiano Giuseppe Penone, a réplica em bronze de uma castanheira centenária foi apoiada em quatro árvores que a fa- Acima, da esquerda para a direita, De Lama Lâmina, de Mathew Barney; estátua de Edgard de Souza em meio ao parque; ao fundo, Boxhead, de Paul McCarthy. À esquerda, o Sonic Pavillion, de Doug Aitken, que revela sons da Terra. Abaixo, um dos bancos de madeira de Hugo França; e A Bica, de Marepe. rão "crescer". Num dos pontos mais altos do terreno, o norte-americano Chris Burden construiu o forte Beehive Bunker com tradicionais sacos de cimento da construção civil que, expostos às intempéries, irão se desgastar com o tempo e virarão estrutura de concreto.

Da esquerda para a direita, De Lama Lâmina, de Mathew Barney; estátua de Edgard de Souza em meio ao parque; ao fundo, Boxhead, de Paul McCarthy. À esquerda, o Sonic Pavillion, de Doug Aitken, que revela sons da Terra. Abaixo, um dos bancos de madeira de Hugo França; e A Bica, de Marepe.



Outros casos emblemáticos em que as obras de arte interagem com a natureza e se modificam permanentemente são: Narcissus Garden, de Yayoi Kusama, formado por 510 esferas metálicas movidas pelo vento no espelho d'água que ocupa o teto de uma das galerias; e Sound Pavilion, de Doug Aitken, que permite escutar os sons das entranhas da Terra, em tempo real, graças a um poço de 200 metros de profundidade, onde foram colocados microfones de alta sensibilidade.

"O maior diferencial de Inhotim é fazer arte e natureza dialogarem, se envolverem entre si", arremata Laura Neres, coordenadora do Núcleo de Educação Ambiental. Além de usar esse diferencial como instrumento para o trabalho, ela e a equipe de educação ambiental contam ainda com uma área especial de 25.000 m2, o Viveiro Educador. O conjunto é composto pelo Jardim dos Sentidos, de plantas medicinais, aromáticas e tóxicas; pelo Bosque da Juçara, que recria a Mata Atlântica; e pela Estufa Equatorial, que reproduz o microclima de uma floresta tropical, onde está exposta uma das joias do jardim botânico: a "flor-cadáver" (Amorphophallus titanum), a maior e mais malcheirosa espécie de flor do mundo.



Arte da inclusão

Apesar da estrutura voltada ao conhecimento e à pesquisa, faltam em Inhotim iniciativas de sustentabilidade ecológica, como a coleta seletiva do lixo. "Não adianta fazer algo para 'inglês ver'; não temos galpão para triagem do lixo reciclável, ainda", confessa Laura. "Fazemos sensibilização ambiental. Não conscientizamos ninguém, porque as pessoas mesmas é que elaboram isso, esse é um processo interior. A gente só sensibiliza. Quem conhece cuida, se apropria e valoriza."

Baseada nessa ideologia, a comunidade local, desde o princípio do projeto, vem sendo trazida para participar do museu a céu aberto. Dos 700 funcionários que mantêm a estrutura do local funcionando, 95% são das vizinhanças, mais da metade é de Brumadinho e o restante, da região metropolitana de Belo Horizonte.

Brumadinho possui 33 mil habitantes, segundo o Censo de 2010. Originou-se de um quilombo e se desenvolveu em torno da estação de trem, criada para transportar os minérios das redondezas. A versão mais provável para o nome de Inhotim deriva da possibilidade de as terras terem pertencido a um inglês de nome Tim, que, conforme uso e costume da região, era chamado "Nhô Tim". Algumas instalações da antiga vila foram mantidas, como a marcenaria que hoje abriga um relógio de sol, obra do argentino Victor Grippo, em que mesas marcam as horas, mostrando a evolução de um trabalho ao longo do dia.

Da esquerda para a direita,estátua sem título, de Edgard de Souza; e detalhe do totem Gui Tuo Bei, de Zhang Huan. Ao lado, parte do painel Abre a Porta, de John Ahearn e Rigoberto Torres. Abaixo, instalação Através, de Cildo Meireles. Na página ao lado, a Galeria Miguel Rio Branco, destinada a fotos e vídeo.



Bernardo Paz, fundador e integrante do Conselho de Administração do Instituto Inhotim, acredita que o museu- jardim é uma instalação que ajuda as pessoas a crescer mentalmente. O programa "Inhotim para todos" é um forte empenho nesse sentido, pois leva comunidades carentes para o centro de arte. Diariamente, 400 crianças da periferia visitam o espaço. Por meio da diretoria de Inclusão e Cidadania, criada em 2007, o instituto vai ao encontro da comunidade local, trabalhando ao seu lado em três frentes: revitalização musical, artística e cultural do Vale do Rio Paraopeba; desenvolvimento comunitário, visando à geração de renda; e recuperação e valorização da memória do Vale.

"Inhotim representa também a possibilidade de profissionalização em arte", destaca Maria Eugenia. Em parceria com o museu britânico Tate Modern, o museu desenvolve atualmente um trabalho de formação contínua. Cerca de 20 jovens de 12 a 16 anos pesquisam sobre arte em dois encontros por semana. Em setembro de 2012, acontecerá o encontro dos dois grupos. Se a arte contemporânea costumava ser pouco atraente aos olhos do grande público, era porque ela ainda não havia encontrado um lugar como Inhotim.



"Isso aqui nunca acaba"

"Tudo começou com uma viagem a Acapulco", conta Bernardo Paz, dono das terras, idealizador do parque e presidente do Conselho de Administração do Instituto Inhotim. "No balneário mexicano, vi um muro enorme. Subi para descobrir o que havia do outro lado e me deparei com um jardim extraordinário. Havia uma orquestra tocando, um lago enorme e um monte de gente dançando. Essa experiência marcou minha vida."

Em dado momento, o empresário resolveu se afastar das empresas e colocar profissionais à frente da condução dos negócios. Já havia adquirido a fazenda Inhotim e resolveu fazer um jardim. "Tornei-me amigo do paisagista Roberto Burle Marx, que tinha muito bom gosto e era inteligente. O jardim cresceu e eu passei a me interessar por arte. A partir de uma conversa com o artista brasileiro Tunga, percebi que a arte tem de ser política, instrutiva e interativa. E para isso precisava de espaços grandes." Para Paz, é problemático instalar obras enormes e interativas em museus dentro de cidades. "Intuitivamente, fui construindo os pavilhões e colocando as obras, e trazendo artistas para escolherem onde queriam colocá-las."

Depois de algum tempo, o empresário conta que, como museu e jardim botânico, passou a achar Inhotim elitista. "Vi que precisava introduzir conhecimento e fui buscar pessoas para ampliar as ações sociais nas artes, no ambiente e na produção de conhecimento. Não sei qual vai ser o próximo passo. Isso aqui não acaba".

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

INHOTIM HENRIK TOUR






O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhão
Foto: Divulgação/Daniela Paoliello










O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhãoDIVULGAÇÃO/DANIELA PAOLIELLO
BRUMADINHO - Em 1998, o público viu “Tereza”, de Tunga, pela primeira vez. Ao som de Arnaldo Antunes e de uma espécie de mantra entoado pelos atores (contratados de uma agência de extras), “Tereza” nascia no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio. Saía das mãos do elenco como longa trança e, enfim, era deixada lá, sozinha, aos olhos do público já tomado por sua presença hipnótica.
Mais tarde, “Tereza” viajou, entre outros destinos, à Argentina (lá, foi tecida por anarquistas e sem-teto, em 1999), a São Paulo (foi vista no Centro Cultural Banco do Brasil, em 2001) e a Paris (esteve no Louvre, em 2005). Nesta quarta-feira, “Tereza” se mostra em Inhotim: será tecida pelos funcionários do instituto de arte contemporânea ao longo do dia, na abertura do pavilhão dedicado a seu consagrado autor.
Nascido em Palmares, em Pernambuco, e morador do Rio desde os anos 1970, Tunga mostrará hoje, das 9h30m às 17h, para convidados, outras cinco performances além da célebre “Tereza”. Para sua faceta performática — embora ele rejeite o termo “performance” e prefira se referir aos trabalhos como “instaurações” —, cem performers estão a postos do artista no Inhotim.
— Trata-se de reinstaurar uma situação que exacerba alguns aspectos de minhas obras. A cada vez que se reinstaura uma performance, cria-se algo novo. Não é a mesma performance, são os mesmos comandos e a mesma direção de exacerbação de um aspecto da obra — diz o artista ao GLOBO, entre as obras do pavilhão em Inhotim, a cerca de 60 km de Belo Horizonte. — Na “Tereza”, por exemplo, está presente a ideia de pensar em Santa Tereza de Ávila chamando em sonhos São João da Cruz para fazer uma trança com os lençóis e ir encontrá-la espiritualmente. É a estrutura da performance. Ou as “teresas” das prisões, feitas pelos presos para tentar escapar. A cada vez que é refeita essa estrutura, é uma nova situação, um novo pensamento. As obras de arte são como cebolas. Há sempre uma casca a mais.
‘Toda obra é performática’
Outra “instauração” emblemática a ser apresentada nesta quarta são as tranças em cobre e ferro de “Xifópagas capilares” — presença que, segundo o artista, “em geral, é solicitada, quando apresentam-se os ‘Lézart’ (1989)”, peças com cabelos, pentes e ímãs, que já estavam no acervo de Inhotim e agora ficarão no pavilhão. Além disso, uma atriz fará “a encarnação mimética de peças que foram feitas com fibra, lixadas e agora estão no osso”: nua e com muita maquiagem, a atriz vai maquiar as peças e, ao mesmo tempo, maquiar a si mesma, “terminando por integrar continuamente o corpo dela com a obra”. O diretor Murilo Salles, parceiro frequente do artista, deve registrar as apresentações.
Para além das performances, instalações grandiosas do artista vão ocupar os 2.600 m² do pavilhão Tunga, que é a estrela da inauguração de outros espaços no Instituto Inhotim (nesta quarta, o centro de arte contemporânea inaugura ainda o pavilhão que abriga “Ttéia”, de Lygia Pape, as instalações de Carlos Garaicoa e de Cristina Iglesias, e as novas obras da galeria Mata). Na entrada do pavilhão Tunga, “À la lumière des deux mondes”, exposta em 2005 no Louvre, em Paris, e no PS1, do MoMA, surge imponente na entrada da imensa galeria com paredes de vidro que dará conta de 30 anos de carreira do artista.
— Toda e qualquer peça é uma antologia permanente. Quando você faz um desenho, ele guarda vários momentos. Uma linha vai do ponto A ao ponto B, ou seja, implica em tempo. Expandir essa ideia durante a trajetória de um artista é dar um desenho mais extenso daquilo que está contido em cada obra — diz Tunga.
A escolha dos trabalhos e de refazer as performances é parte da ideia de criar “conectividade entre as obras”, já que o pavilhão foi “concebido como um acelerador de partículas”, tendo “Ão” (1980), filme de 1980 feito numa seção curva do túnel Dois Irmãos, no centro de tudo, numa espécie de subsolo dedicado a filmes. Dele, partem, como no movimento curvilíneo dentro do túnel, as demais esculturas do artista que diz ver “toda obra de arte como performance”.
*A repórter viajou a convite do Instituto Inhotim


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/tunga-mostra-performances-historicas-em-pavilhao-de-inhotim-6007007#ixzz2DKhyZx8u
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

INHOTIM HENRIK TOUR


Inhotim é eleito "Passeio 5 estrelas" no Guia 4 Rodas 2010

08/10/2009



Pelo quarto ano consecutivo, o Instituto Inhotim recebeu do Guia 4 Rodas Brasil 2010, publicação da Editora Abril, classificação máxima, com cinco estrelas, na categoria ‘Passeio'.

Segundo o Guia Brasil, Inhotim é hoje "a maior combinação de museu de arte contemporânea e jardim botânico do mundo". O texto da publicação também destaca as galerias Cildo Meireles e Adriana Varejão, e a obra Forty Part Motet, da canadense Janet Cardiff. 

No Guia 4 Rodas 2010, o Inhotim está classificado entre as 28 melhores atrações do Brasil. Figuram na lista, entre outros destinos, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a Baía dos Porcos, em Fernando de Noronha.

Em 2007, o museu concorreu, com outras 20 atrações turísticas de todo o país, ao prêmio de "Melhor Atração Turística do Brasil", promovido pelo Guia 4 Rodas através da votação "O Melhor do Guia Brasil 2008". Inhotim ficou classificado em terceiro lugar, atrás apenas de Rio Prata, em Bonito, e da Chapada Diamantina, na Bahia.






Fazemos passeios regulares 

Investimento:
R$ 160,00 por pessoa (dinheiro ou cartão)
O valor cobre transporte  guia de turismo e ingresso
Esse valor minimo 2 pessoas 

Obs.:O valor deverá ser quitado com antecedência à data da viagem.


 INFORMAÇÔES E RESERVAS:
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PASSEIOS INHOTIM


Inhotim, o melhor passeio que você ainda não fez

A galeria de Matthew Barney, por fora
O que há de novo para dizer sobre Inhotim que ninguém tenha dito antes? Ainda estou para ler algum relato sóbrio — que dirá decepcionado. A reação parece ser uma só: visitou, deslumbrou. Todo mundo vai com expectativas altíssimas criadas por visitantes anteriores, e ainda assim consegue sair maravilhado.
Matthew Barney em Inhotim
Talvez isso aconteça porque Inhotim não se entrega totalmente por imagens. A visita a Inhotim é indescritível, na acepção mais literal da palavra. Você pode até achar que já viu isso antes — um jardim de esculturas, um museu dentro de um parque — mas a dimensão do lugar, e a relação das obras com o espaço, fazem da visita a Inhotim uma experiência singular.
Diango Hernández em Inhotim
E quem está falando (presente!) não é um rato de museu, não. Tenho pouca paciência com o gênero. 90 minutos, duas horas no máximo é o que agüento antes de virar abóbora. Até a cara de conteúdo eu costumo perder no meio do caminho. Em museus grandes e sobretudo em bienais acabo sofrendo uma overdose conceitual. Entro em coma artístico.
Adriana Varejão no Inhotim
Adriana Varejão no Inhotim
Mas não, isso não aconteceu comigo em Inhotim.
Eu não entendo xongas de arte, mas pelo jeito que fui tocado por tudo o que vi, me arrisco a palpitar que a curadoria busca obras que causem impacto também no público leigo. Nada passa batido. Pelo menos algum dos seus sentidos vai entender por que aquilo foi posto lá para você contemplar (às vezes, interagir).
Cildo Meirelles no Inhotim
Outro fator que certamente contribui para você não sofrer uma indigestão cerebral — e aqui tenho certeza de não estar falando besteira — é a existência de um respiro na sua visita entre uma obra e outra. No caminho entre uma galeria e a próxima você descansa a vista e a cabeça admirando o paisagismo (e o mato!) de Inhotim. Dá tempo de refletir, digerir e ficar com vontade de entrar na próxima.
Inhotim
Depois da terceira galeria, me senti num parque temático de arte contemporânea. Um Universal Studios Islands of Adventure cabeça — em que as atrações não são brinquedos, mas galerias de artistas. (Até brinquei: põe uma montanha russa, e dá pra inaugurar uma filial na Flórida!)
Galeria de Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Mais uma semelhança: já está difícil visitar o museu inteiro num dia só. Novas galerias ocupam espaços mais distantes da entrada. A terceira onda do Inhotim são as instalações site-specific: o artista selecionado escolhe um local determinado (a specific site…) e cria não apenas a obra para aquele lugar, como interefere na concepção do edifício que vai abrigar a obra. Me belisca: tamo mesmo no Brasil?
Galeria de Doug Aitken no Inhotim
Não vou destacar obras, porque sei que não vi algumas das mais bacanas. (Minha visita foi feita na carona de uma press trip para mostrar as novidades 2010 a jornalistas de arte e cultura, então não deu tempo de conferir muitas das obras emblemáticas do Inhotim.) Acho mais importante dizer que, se você puder, estenda a sua visita em mais um dia. Ou fique com mais uma desculpa para voltar o mais breve possível a Belo Horizonte.
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Horário e ingresso
O Inhotim abre de quarta a sexta das 9h30 às 16h30 e sábado, domingo e feriados das 9h30 às 17h30. O ingresso custa R$ 16. Aceita-se cartões de crédito. Dá para comprar online (clique aqui).
Jardineiras elétricas levam às obras mais distantes. Pessoas com dificuldade de locomoção podem usar o serviço gratuitamente (com direito a um acompanhante). Os demais precisam comprar o serviço à parte; custa R$ 10 e você ganha a pulseirinha que libera o uso das jardineiras.
Nick e Patricia de Camargo
(Olha o Nick e a Patricia de Camargo aê!)
Como chegar
Inhotim fica nos arredores de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte. Existem duas possibilidades de saída de BH: uma muito feia, pela BR 262 em direção a Contagem, e outra bem mais bonita, via Nova Lima (trevo do BH Shopping), pela BR 040. (Saindo pelo caminho bonito, aproveite para passar no restaurante Topo do Mundo.)
Sem alugar carro dá para ir de passeio organizado (dei uma googladinha e achei, por exemplo, aBH Turismo, que cobra R$ 60 e faz o passeio com um mínimo de 5 passageiros confirmados) ou, no fim de semana, com o ônibus da Saritur, que sai da Rodoviária de Belo Horizonte às 9h (chegando às 10h30) e parte de volta às 16h (chegando às 17h30). Recomenda-se comprar a passagem com alguma antecedência; na hora pode ser que o ônibus já esteja lotado (tel. 31/3419-1800).
Visite a página de “como chegar” do site do Inhotim — há mapas (tanto do caminho feio quanto do bonito) para download.
Restaurante principal do Inhotim
Restaurantes
Há um bistrozinho (o Bar do Ganso), um bom restaurnate de buffet e duas lanchonetes. Um bandejão está nos planos.
Inhotim
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terça-feira, 4 de setembro de 2012

INHOTIM




Inhotim recebe imprensa

Nesta terça-feira, 29 de setembro, mais de 20 de jornalistas, de diversos veículos de imprensa, e também “blogueiros”, visitaram as novas obras que estão sendo inauguradas pelo Inhotim. A visita faz parte da programação do evento “Nove Novos Destinos”.

O Instituto apresentou para a imprensa, em primeira mão, as obras dos artistas Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Valeska Soares, Rivane Neuenschwander, Jorge Macchi, Janet Cardiff & George Bures Miler, Edgard de Sousa e Yayoi Kusama. Amanhã, 30 de setembro, o Instituto, localizado em Brumadinho, a 60 quilômetros de  
Belo Horizonte, recebe a visita de autoridades dos setores Público, Privado e do Terceiro Setor.


Passeios de terça a domingo
contato: (31) 94316649 / 85992160

henriktour@hotmail.com




Ao fazer esse roteiro, você vai entrar em contato direto com a história, em um lugarejo formado nos fins do século XVII e que ainda conserva estruturas arquitetônicas dessa época. Um passeio em uma das mais belas paisagens de Minas e onde está instalado o maior museu de arte contemporânea do mundo, o Instituto Inhotim, em Brumadinho. Um lugar que impressiona todos que o visitam, com seu conjunto de obras de arte e jardins de Burle Marx, resultando na harmonia entre a cultura e a natureza.

Saídas de terça a domingo as 09:00hs
160,00 
minimo 02 pessoas 
duração aproximada de 06 horas

Museu Inhotim - o museu combina uma das maiores coleções de arte contemporânea do mundo com um extenso parque ambiental cerca de 500 obras de mais de 100 artitas, com grandes nomes da arte contemporânea nacional e internacional . Os pavilhões , galerias e obras extensas estão espalhadas por 97 hectares de jardin , com influência do grande paisagista Burle Max .

Inclui: transporte entrada e guia 
Nao inclui:   despesas pessoais .

Contato : (31) 94316649 
                 (31)85992160
Email: henriktour@hotmail.com