Mostrando postagens com marcador City Tour Cidades Historicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador City Tour Cidades Historicas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

City tour em Belo Horizonte








Visita-se: Bairro nobre da Pampulha, com destaque para as obras de Oscar Niemeyer, Igreja São Francisco de Assis, Casa do Baile e Iate Tênis Clube. Museu Abílio Barreto (que é a casa mais antiga de BH que fica situada no bairro de Lourdes), logo após seguimos para o Bairro Mangabeiras, considerado região nobre com destaque a Rua do Amendoim, Praça do Papa, Residência Oficial do Governador em Exercício e o Mirante, onde avistamos toda a grande BH. E ainda visitamos a Praça da Liberdade, onde estão situadas as antigas instalações das secretarias do Estado e do Palácio do Governo, que pertencem ao estilo neoclássico.






Feira de Artesanato



Mercado Central de Belo Horizonte




Lagoa da Pampulha - Belo Horizonte



Praça Sete - Centro BH





(31) 94316649 / 85992169

henriktour@hotmail.com

tratar com Henrique Félix

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

CIDADES HISTÓRICAS DE MINAS - Ouro Preto e Mariana - Berços de Minas - 1 dia Ouro Preto e Mariana (ER) / MG






Ouro Preto – Muito ouro descoberto por mero acaso, por uma expedição de paulistas chefiada pelo bandeirante Antônio Dias. Assim nasce Ouro Preto, berço do Barroco Mineiro, localizada a 99 km de BH. Andar por suas ruas é contemplar o mais importante conjunto arquitetônico do país, suas igrejas, museus, pontes, chafarizes, casario e ruínas da mineração. Circundada pelo Parque Estadual do Itacolomi, Tripuí e por várias cachoeiras, Ouro Preto mescla história, cultura e natureza privilegiada, fazendo-a Patrimônio Cultural da Humanidade.
Mariana – Berço da religiosidade mineira, Mariana nasceu do arraial do Ribeirão do Carmo, fundado em 1703, próximo ao curso de água onde o bandeirante João Lopes de Lima descobriu o ouro na região. Após a Guerra dos Emboabas, a Coroa criou a capitania das Minas e passou a controlar a exploração do ouro. Em 1711, o arraial foi elevado a vila e passou a ser residência do governador Antônio de Albuquerque. Em 1745, a vila foi elevada a cidade e seu nome homenageou a Rainha Maria Ana da Áustria, mulher de D. João V, Rei de Portugal. Mariana tornou-se sede do primeiro bispado da região e a primeira cidade planejada do País, com suas linhas retas e praças retangulares. Localizada a 107 Km de BH, possui algumas atrações em seu entorno, como a Mina da Passagem.

Roteiro Detalhado 

08:00 - Encontro dos participantes em frente ao hotel - na região Centro-Sul de Belo Horizonte.
08:15 - Embarque no transporte com destino a Ouro Preto (94 km).
10:00 - Chegada a Ouro Preto. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Tiradentes, Igreja São Francisco de Assis, Nossa Senhora da Conceição, Museu do Aleijadinho e Rua Direita).
12:00 - Almoço.
13:00 - Tempo livre... Sugestão: Feira de Pedra Sabão, Museu da Inconfidência.
15:00 - Traslado até Mariana (8 km).
15:15 - Chegada a Mariana. Passeio a pé pelas Ruas e Ladeiras da cidade (Praça Minas Gerais, Casa de Câmara de Cadeia, Igrejas de São Francisco de Assis, do Carmo e Sé).
16:00 - Embarque no transporte para retorno a BH.
18:00 - Chegada à BH.
(ER) Roteiro da Estrada Real

Dicas para quem vai participar desse passeio

- Durante os passeios é aconselhável usar: roupas leves e claras, calçados e meias confortáveis, boné ou chapéu;
- Os participantes devem levar uma mochila com objetos pessoais, documentos, uma garrafa de água e medicamentos de uso pessoal;
- Aconselhamos levar ainda máquina fotográfica, protetor solar, óculos escuros e um agasalho para se proteger do frio.



Observações 

- Este roteiro acontece de terça a Domingo;
- Crianças de 0 a 5 – Grátis / 6 a 10 – desconto de 50%. Sempre acompanhados de 2 adultos;
- Passeio de Trem (sextas, sábados, domingos e feriados);
- As taxas de visitação não estão inclusas no preço do pacote;
- Igrejas e museus não abrem na segunda-feira;
- Passeio indicado para todas as pessoas;
- Desconto de 5% para pagamento a vista (agência ou deposito);
- Caso a (s) data (s) abaixo não se encaixe na sua agenda entre em contato.

Contato Henrique Félix 
(31) 94316649
(31) 25114469
E-mail henriktour@hotmail.com

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

INHOTIM HENRIK TOUR






O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhão
Foto: Divulgação/Daniela Paoliello










O artista plástico, em frente a uma de suas instalações no novo pavilhãoDIVULGAÇÃO/DANIELA PAOLIELLO
BRUMADINHO - Em 1998, o público viu “Tereza”, de Tunga, pela primeira vez. Ao som de Arnaldo Antunes e de uma espécie de mantra entoado pelos atores (contratados de uma agência de extras), “Tereza” nascia no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio. Saía das mãos do elenco como longa trança e, enfim, era deixada lá, sozinha, aos olhos do público já tomado por sua presença hipnótica.
Mais tarde, “Tereza” viajou, entre outros destinos, à Argentina (lá, foi tecida por anarquistas e sem-teto, em 1999), a São Paulo (foi vista no Centro Cultural Banco do Brasil, em 2001) e a Paris (esteve no Louvre, em 2005). Nesta quarta-feira, “Tereza” se mostra em Inhotim: será tecida pelos funcionários do instituto de arte contemporânea ao longo do dia, na abertura do pavilhão dedicado a seu consagrado autor.
Nascido em Palmares, em Pernambuco, e morador do Rio desde os anos 1970, Tunga mostrará hoje, das 9h30m às 17h, para convidados, outras cinco performances além da célebre “Tereza”. Para sua faceta performática — embora ele rejeite o termo “performance” e prefira se referir aos trabalhos como “instaurações” —, cem performers estão a postos do artista no Inhotim.
— Trata-se de reinstaurar uma situação que exacerba alguns aspectos de minhas obras. A cada vez que se reinstaura uma performance, cria-se algo novo. Não é a mesma performance, são os mesmos comandos e a mesma direção de exacerbação de um aspecto da obra — diz o artista ao GLOBO, entre as obras do pavilhão em Inhotim, a cerca de 60 km de Belo Horizonte. — Na “Tereza”, por exemplo, está presente a ideia de pensar em Santa Tereza de Ávila chamando em sonhos São João da Cruz para fazer uma trança com os lençóis e ir encontrá-la espiritualmente. É a estrutura da performance. Ou as “teresas” das prisões, feitas pelos presos para tentar escapar. A cada vez que é refeita essa estrutura, é uma nova situação, um novo pensamento. As obras de arte são como cebolas. Há sempre uma casca a mais.
‘Toda obra é performática’
Outra “instauração” emblemática a ser apresentada nesta quarta são as tranças em cobre e ferro de “Xifópagas capilares” — presença que, segundo o artista, “em geral, é solicitada, quando apresentam-se os ‘Lézart’ (1989)”, peças com cabelos, pentes e ímãs, que já estavam no acervo de Inhotim e agora ficarão no pavilhão. Além disso, uma atriz fará “a encarnação mimética de peças que foram feitas com fibra, lixadas e agora estão no osso”: nua e com muita maquiagem, a atriz vai maquiar as peças e, ao mesmo tempo, maquiar a si mesma, “terminando por integrar continuamente o corpo dela com a obra”. O diretor Murilo Salles, parceiro frequente do artista, deve registrar as apresentações.
Para além das performances, instalações grandiosas do artista vão ocupar os 2.600 m² do pavilhão Tunga, que é a estrela da inauguração de outros espaços no Instituto Inhotim (nesta quarta, o centro de arte contemporânea inaugura ainda o pavilhão que abriga “Ttéia”, de Lygia Pape, as instalações de Carlos Garaicoa e de Cristina Iglesias, e as novas obras da galeria Mata). Na entrada do pavilhão Tunga, “À la lumière des deux mondes”, exposta em 2005 no Louvre, em Paris, e no PS1, do MoMA, surge imponente na entrada da imensa galeria com paredes de vidro que dará conta de 30 anos de carreira do artista.
— Toda e qualquer peça é uma antologia permanente. Quando você faz um desenho, ele guarda vários momentos. Uma linha vai do ponto A ao ponto B, ou seja, implica em tempo. Expandir essa ideia durante a trajetória de um artista é dar um desenho mais extenso daquilo que está contido em cada obra — diz Tunga.
A escolha dos trabalhos e de refazer as performances é parte da ideia de criar “conectividade entre as obras”, já que o pavilhão foi “concebido como um acelerador de partículas”, tendo “Ão” (1980), filme de 1980 feito numa seção curva do túnel Dois Irmãos, no centro de tudo, numa espécie de subsolo dedicado a filmes. Dele, partem, como no movimento curvilíneo dentro do túnel, as demais esculturas do artista que diz ver “toda obra de arte como performance”.
*A repórter viajou a convite do Instituto Inhotim


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/tunga-mostra-performances-historicas-em-pavilhao-de-inhotim-6007007#ixzz2DKhyZx8u
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 


CONTATO : (31) 94316649
                     (31) 85992160

E-MAIL: henriktour@hotmail.com






quinta-feira, 22 de novembro de 2012

INHOTIM HENRIK TOUR


Inhotim é eleito "Passeio 5 estrelas" no Guia 4 Rodas 2010

08/10/2009



Pelo quarto ano consecutivo, o Instituto Inhotim recebeu do Guia 4 Rodas Brasil 2010, publicação da Editora Abril, classificação máxima, com cinco estrelas, na categoria ‘Passeio'.

Segundo o Guia Brasil, Inhotim é hoje "a maior combinação de museu de arte contemporânea e jardim botânico do mundo". O texto da publicação também destaca as galerias Cildo Meireles e Adriana Varejão, e a obra Forty Part Motet, da canadense Janet Cardiff. 

No Guia 4 Rodas 2010, o Inhotim está classificado entre as 28 melhores atrações do Brasil. Figuram na lista, entre outros destinos, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a Baía dos Porcos, em Fernando de Noronha.

Em 2007, o museu concorreu, com outras 20 atrações turísticas de todo o país, ao prêmio de "Melhor Atração Turística do Brasil", promovido pelo Guia 4 Rodas através da votação "O Melhor do Guia Brasil 2008". Inhotim ficou classificado em terceiro lugar, atrás apenas de Rio Prata, em Bonito, e da Chapada Diamantina, na Bahia.






Fazemos passeios regulares 

Investimento:
R$ 160,00 por pessoa (dinheiro ou cartão)
O valor cobre transporte  guia de turismo e ingresso
Esse valor minimo 2 pessoas 

Obs.:O valor deverá ser quitado com antecedência à data da viagem.


 INFORMAÇÔES E RESERVAS:
henriktour@hotmail.com
msn: henrique_guia@hotmail.com
FACEBOOK : HENRIK TOUR
Telefone:(31) 25114469
Celular:  (31) 85992160

PASSEIOS INHOTIM


Inhotim, o melhor passeio que você ainda não fez

A galeria de Matthew Barney, por fora
O que há de novo para dizer sobre Inhotim que ninguém tenha dito antes? Ainda estou para ler algum relato sóbrio — que dirá decepcionado. A reação parece ser uma só: visitou, deslumbrou. Todo mundo vai com expectativas altíssimas criadas por visitantes anteriores, e ainda assim consegue sair maravilhado.
Matthew Barney em Inhotim
Talvez isso aconteça porque Inhotim não se entrega totalmente por imagens. A visita a Inhotim é indescritível, na acepção mais literal da palavra. Você pode até achar que já viu isso antes — um jardim de esculturas, um museu dentro de um parque — mas a dimensão do lugar, e a relação das obras com o espaço, fazem da visita a Inhotim uma experiência singular.
Diango Hernández em Inhotim
E quem está falando (presente!) não é um rato de museu, não. Tenho pouca paciência com o gênero. 90 minutos, duas horas no máximo é o que agüento antes de virar abóbora. Até a cara de conteúdo eu costumo perder no meio do caminho. Em museus grandes e sobretudo em bienais acabo sofrendo uma overdose conceitual. Entro em coma artístico.
Adriana Varejão no Inhotim
Adriana Varejão no Inhotim
Mas não, isso não aconteceu comigo em Inhotim.
Eu não entendo xongas de arte, mas pelo jeito que fui tocado por tudo o que vi, me arrisco a palpitar que a curadoria busca obras que causem impacto também no público leigo. Nada passa batido. Pelo menos algum dos seus sentidos vai entender por que aquilo foi posto lá para você contemplar (às vezes, interagir).
Cildo Meirelles no Inhotim
Outro fator que certamente contribui para você não sofrer uma indigestão cerebral — e aqui tenho certeza de não estar falando besteira — é a existência de um respiro na sua visita entre uma obra e outra. No caminho entre uma galeria e a próxima você descansa a vista e a cabeça admirando o paisagismo (e o mato!) de Inhotim. Dá tempo de refletir, digerir e ficar com vontade de entrar na próxima.
Inhotim
Depois da terceira galeria, me senti num parque temático de arte contemporânea. Um Universal Studios Islands of Adventure cabeça — em que as atrações não são brinquedos, mas galerias de artistas. (Até brinquei: põe uma montanha russa, e dá pra inaugurar uma filial na Flórida!)
Galeria de Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Miguel Rio Branco no Inhotim
Mais uma semelhança: já está difícil visitar o museu inteiro num dia só. Novas galerias ocupam espaços mais distantes da entrada. A terceira onda do Inhotim são as instalações site-specific: o artista selecionado escolhe um local determinado (a specific site…) e cria não apenas a obra para aquele lugar, como interefere na concepção do edifício que vai abrigar a obra. Me belisca: tamo mesmo no Brasil?
Galeria de Doug Aitken no Inhotim
Não vou destacar obras, porque sei que não vi algumas das mais bacanas. (Minha visita foi feita na carona de uma press trip para mostrar as novidades 2010 a jornalistas de arte e cultura, então não deu tempo de conferir muitas das obras emblemáticas do Inhotim.) Acho mais importante dizer que, se você puder, estenda a sua visita em mais um dia. Ou fique com mais uma desculpa para voltar o mais breve possível a Belo Horizonte.
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Jarbas Lopes no Inhotim
Horário e ingresso
O Inhotim abre de quarta a sexta das 9h30 às 16h30 e sábado, domingo e feriados das 9h30 às 17h30. O ingresso custa R$ 16. Aceita-se cartões de crédito. Dá para comprar online (clique aqui).
Jardineiras elétricas levam às obras mais distantes. Pessoas com dificuldade de locomoção podem usar o serviço gratuitamente (com direito a um acompanhante). Os demais precisam comprar o serviço à parte; custa R$ 10 e você ganha a pulseirinha que libera o uso das jardineiras.
Nick e Patricia de Camargo
(Olha o Nick e a Patricia de Camargo aê!)
Como chegar
Inhotim fica nos arredores de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte. Existem duas possibilidades de saída de BH: uma muito feia, pela BR 262 em direção a Contagem, e outra bem mais bonita, via Nova Lima (trevo do BH Shopping), pela BR 040. (Saindo pelo caminho bonito, aproveite para passar no restaurante Topo do Mundo.)
Sem alugar carro dá para ir de passeio organizado (dei uma googladinha e achei, por exemplo, aBH Turismo, que cobra R$ 60 e faz o passeio com um mínimo de 5 passageiros confirmados) ou, no fim de semana, com o ônibus da Saritur, que sai da Rodoviária de Belo Horizonte às 9h (chegando às 10h30) e parte de volta às 16h (chegando às 17h30). Recomenda-se comprar a passagem com alguma antecedência; na hora pode ser que o ônibus já esteja lotado (tel. 31/3419-1800).
Visite a página de “como chegar” do site do Inhotim — há mapas (tanto do caminho feio quanto do bonito) para download.
Restaurante principal do Inhotim
Restaurantes
Há um bistrozinho (o Bar do Ganso), um bom restaurnate de buffet e duas lanchonetes. Um bandejão está nos planos.
Inhotim
HENRIK TOUR 
AGENCIA RECEPTIVO DO INHOTIM

Investimento:
R$ 160,00 por pessoa (dinheiro ou cartão)
O valor cobre transporte  guia de turismo e ingresso
Esse valor minimo 2 pessoas 

Obs.:O valor deverá ser quitado com antecedência à data da viagem.



 INFORMAÇÔES E RESERVAS:
henriktour@hotmail.com
msn: henrique_guia@hotmail.com
FACEBOOK : HENRIK TOUR
Telefone:(31) 25114469
Celular:  (31) 85992160

               (31) 94316649





terça-feira, 4 de setembro de 2012

INHOTIM




Inhotim recebe imprensa

Nesta terça-feira, 29 de setembro, mais de 20 de jornalistas, de diversos veículos de imprensa, e também “blogueiros”, visitaram as novas obras que estão sendo inauguradas pelo Inhotim. A visita faz parte da programação do evento “Nove Novos Destinos”.

O Instituto apresentou para a imprensa, em primeira mão, as obras dos artistas Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Valeska Soares, Rivane Neuenschwander, Jorge Macchi, Janet Cardiff & George Bures Miler, Edgard de Sousa e Yayoi Kusama. Amanhã, 30 de setembro, o Instituto, localizado em Brumadinho, a 60 quilômetros de  
Belo Horizonte, recebe a visita de autoridades dos setores Público, Privado e do Terceiro Setor.


Passeios de terça a domingo
contato: (31) 94316649 / 85992160

henriktour@hotmail.com




Ao fazer esse roteiro, você vai entrar em contato direto com a história, em um lugarejo formado nos fins do século XVII e que ainda conserva estruturas arquitetônicas dessa época. Um passeio em uma das mais belas paisagens de Minas e onde está instalado o maior museu de arte contemporânea do mundo, o Instituto Inhotim, em Brumadinho. Um lugar que impressiona todos que o visitam, com seu conjunto de obras de arte e jardins de Burle Marx, resultando na harmonia entre a cultura e a natureza.

Saídas de terça a domingo as 09:00hs
160,00 
minimo 02 pessoas 
duração aproximada de 06 horas

Museu Inhotim - o museu combina uma das maiores coleções de arte contemporânea do mundo com um extenso parque ambiental cerca de 500 obras de mais de 100 artitas, com grandes nomes da arte contemporânea nacional e internacional . Os pavilhões , galerias e obras extensas estão espalhadas por 97 hectares de jardin , com influência do grande paisagista Burle Max .

Inclui: transporte entrada e guia 
Nao inclui:   despesas pessoais .

Contato : (31) 94316649 
                 (31)85992160
Email: henriktour@hotmail.com