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domingo, 28 de abril de 2013

Conheça o projeto Salão do Encontro em Minas Gerais


O Salão do Encontro fica em Betim, Minas Gerais. O programa educacional atende mais de 600 crianças. Todas têm direito a creche, pré-escola e à escola complementar.


“Aqui nós fazemos uma interação das crianças com o mundo, através do lúdico”, conta Ângela Batermarque, coordenadora da creche.
O quarto do cochilo pode receber até 16 dorminhocos.
Já as crianças de quatro a seis anos ficam na pré-escola. Para cada idade uma cor e um nome de passarinho. Periquitos, canarinhos, azulões, juntos são mais de 400 alunos.
“As crianças se deslocam de um espaço para o outro, numa interação dela com o coleguinha, a gente não trabalha no sistema de fila, estão todos próximos, dialogando, observando, podendo usufruir de tudo que a natureza pode estar nos proporcionando”, diz Léia Rodrigues, pedagoga.
“A gente está debaixo aqui da mangueira, ouvindo e contando histórias. É muito diferente de uma sala de aula, quatro paredes. é inspirador e prazeroso”, fala Janete da Costa, educadora,
“Aqui eu não tenho lista de material. É a natureza que nos dá o material pra gente trabalhar. A gente colhe o que está no chão pra transformar numa arte”, afirma Cleusa de Almeida, instrutora de artes.
Até a tinta vem da terra.
“A primeira coisa pega a terra e joga num pilão. Aí nós temos a mão de pilão pra socar a terra e colocar numa peneira pra ela ficar mais fina. Depois coloca numa bacia com água, mistura e depois passa num coador”, explica Cleusa de Almeida, instrutora de artes.
“Nós trabalhamos a estrutura familiar, onde cada dia é representado uma família diferente e com isso eles vão crescendo aprendendo a diferença do cotidiano de cada um, onde famílias são tradicionais, convencionais, outras criadas só por pai, por avó”, fala Cátia Gomes, coordenadora educacional.
“Nessa reprodução do dia-a-dia a gente consegue detectar algumas dificuldades familiares e com isso a gente pode também atuar melhor na vida do aluno na escola”, completa Cátia.
“Às vezes os homens não dão tanto valor e os meninos aqui não. Eles trabalham exercendo a função com o maior cuidado, o maior capricho”, conta Vanessa de Lima, professora.
“Eu acho que vai formar famílias mais capazes”, conta Vanessa.
“A alfabetização ocorre de uma forma lúdica, onde nós temos na fazendinha, por exemplo, a situação da atividade do separar da semente. A gente está contribuindo pra criança desenvolver habilidades que vão ajudar ela no pegar o lápis, no trabalho de pinça da coordenação motora fina, que vem contribuir para esse processo de desenvolvimento dela, diz Léia Rodrigues, pedagoga.
Dos sete aos 14 anos, os alunos passam por atividades de complementação escolar.
“A criança vão, de manhã ou à tarde, pra escola regular, e vem pra cá onde faz o dever de casa, tem as atividades que são nos setores: marcenaria, tapeçaria, bonecas. Eles têm diversificação de atividades aqui”, conta Maria de Farias, coordenadora da escola complementar.
Daniel começou como marceneiro. Hoje ajuda a formar futuros artesãos.
“Esses brinquedos que são feitos aqui, eles fazem e no final, no meio do ano tem uma exposição, mas no final do ano eles levam os brinquedos pra casa deles”, conta Daniel Barbosa, educador.
“Quando você faz você faz do seu jeito, e o brinquedo que você vai comprar fora não é do seu jeito”. Breno Rossi, de 12 anos.
“O mais importante é que eles descubram aqui que eles têm habilidade, que conseguem fazer outras coisas, fora deste espaço, que é o Salão de Encontro. Duzentas crianças participam do programa de educação complementar, que tem até aulas de circo”, explica Maria de Farias, coordenadora da escola complementar.

“A atividade circense tem trabalhado mais do que nunca a disciplina, que é uma coisa fundamental. Aqui a gente não precisa se descabelar pra manter o respeito com a criança”, afirma Wilson Soares, o Palhaço Beterraba.
“Eu já aprendi perna-de-pau e daibolô chinês e aqui eu acho muito legal, aqui além de você aprender as coisas, você aprende ainda mais a educação”, conta Daiane Souto, de 11 anos.
“A gente fica diferente no dia-a-dia, e a gente fica muito alegre”, afirma Arthur prates
11 anos
Pelo quarto ano seguido, o projeto recebe o apoio do Criança Esperança. A nova biblioteca foi montada com a doação de 2009. Este ano, os recursos também serão aplicados no programa educacional da entidade.
“Aqui nós temos um lema: qualidade e beleza. Por que repassar pra eles o mais ou menos. Eu quero repassar o melhor, o mais bonito”, diz Noemi Gontijo, fundadora do Salão do Encontro.
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henriktour@hotmail.com

terça-feira, 16 de abril de 2013

Cidades Históricas de Minas Gerais

Uma viagem pelo túnel do tempo para conhecer parte da história do Brasil e vivenciar pessoalmente tudo aquilo que está nos livros e se aprende na escola. As cidades históricas de Minas Gerais possuem um rico e incomparável acervo artístico e arquitetônico, encontrados nas suntuosas igrejas, museus, ruas e casas que preservam toda a tradição e cultura.

Marcadas pelo ciclo do ouro, escravidão e ideais revolucionários como a Inconfidência Mineira, as cidades históricas guardam relíquias como a arte barroca, conhecida no mundo inteiro pelas obras de artistas como Aleijadinho e Ataíde. O estado possui o maior acervo barroco do Brasil e algumas cidades como Diamantina e Ouro Preto receberam o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. A religiosidade de Minas está expressa nas belíssimas igrejas e festas populares que atraem turistas de todas as partes, que se encantam com a hospitalidade de um povo tão acolhedor.

Além de toda riqueza desse patrimônio as cidades históricas possuem várias atrações como festivais de cinema, de inverno, de gastronomia, os carnavais e principalmente as paisagens exuberantes das montanhas de Minas. Conheça as Cidades Históricas de Minas Gerais e redescubra o Brasil em lugares onde se respira história, cultura e bons ares.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Estrada Real: Minas para todos os gostos


Muitos ainda têm dúvidas, acham que é um atrativo específico, outros duvidam que ela realmente existiu, mas a Estrada Real vem se consolidando a cada ano como um dos maiores complexos turísticos e culturais do país, unindo cidades e vilas de Minas Gerais e garantindo aos turistas experiências inesquecíveis.
A Estrada Real são caminhos formados ao longo de muitos anos de idas e vindas, das Minas ao litoral em buscas de riquezas, desde o século XVII. Os caminhos foram abertos oficialmente pela Coroa Portuguesa e ligam as antigas regiões das minas e das pedras preciosas, do interior do estado de Minas Gerais ao litoral do Rio de Janeiro, passando ainda por São Paulo. Constituída basicamente pelas vias de acesso, os pontos de parada, as cidades e vilas históricas que se formaram durante o passar dos homens e do tempo.
Estrada Real: os caminhos do ouro e dos diamantes
Estrada Real: os caminhos do ouro e dos diamantes
Assim se formou o complexo da Estrada Real, cercado de montanhas, natureza, cultura e arte. Hoje o complexo reúne uma série de atrativos para turistas que querem se encantar com tanta beleza e história.
A Estrada Real é formada por quatro caminhos. Conheça:
Caminho Velho
Do mar às minas, soma 630 quilômetros. Saindo de Paraty, no litoral fluminense, passa pela Serra da Mantiqueira, pelo Circuito das Águas, por antigas vilas transformadas em cidades de médio porte e grande potencial turístico. A parada final é em Ouro Preto, ponto central da Estrada Real.
O Caminho Velho foi a primeira via aberta oficialmente pela Coroa Portuguesa para o tráfego entre o litoral fluminense e a região mineradora. A notícia da riqueza das minas fez com que fosse decretado como legal somente o Caminho Velho, instituindo crime de lesamajestade quem adentrasse o interior do país sem passar pelos registros de fiscalização e controle.
Caminho Novo
Os 515 quilômetros do Caminho Novo são os mais jovens da Estrada Real. Sua criação ocorreu em 1698, mas foi entre 1722 e 1725 que a rota estava finalmente definida. De Ouro Preto ao Rio de Janeiro, liga Minas Gerais ao mar da capital fluminense. Hoje, repleto de atrativos turísticos, guarda dezenas de vestígios da época mineradora, um verdadeiro convite para o viajante.
Aberto para ser alternativa ao Caminho Velho, devido às necessidades de recebimento de mais trabalhadores e equipamentos e do escoamento da crescente produção de ouro e diamantes, o Caminho Novo guarda para os turistas uma série de elementos da época das bandeiras e das primeiras explorações do território. São túneis, chafarizes e fazendas, alguns hoje transformados em confortáveis meios de hospedagem, que resgatam construções e costumes dos séculos XVIII e XIX.
A Inconfidência Mineira é a principal marca histórica de uma série de municípios do Caminho Novo. As dificuldades, lutas e ideais defendidos pelos inconfidentes estão até hoje marcadas em locais como Conselheiro Lafaiete e Ouro Branco, em Minas Gerais, e Inconfidência, distrito de Paraíba do Sul, no estado do Rio de Janeiro, que guarda o Museu de Tiradentes.
As sinalizações fazem a demarcação dos trechos da Estrada Real
As sinalizações fazem a demarcação dos trechos da Estrada Real
Caminho dos Diamantes
O Caminho dos Diamantes tem cerca de 350 quilômetros e liga Diamantina a Ouro Preto. Passou a ter grande importância a partir de 1729, quando as pedras preciosas de Diamantina ganharam destaque nas economias brasileira e portuguesa.
Além da história de seus municípios, da cultura latente e da gastronomia típica, o Caminho dos Diamantes destaca-se pela beleza natural. Abriga o Parque Nacional da Serra do Cipó – trecho da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço – e suas cachoeiras, paredões e serras que permitem atividades como canoagem, rafting, moutain bike, cavalgadas, escaladas e, claro, boas viagens de carro por estradas de terra, entre pequenas cidades e vilarejos, ricos em fauna e flora.
Seu entorno conta ainda com outras sete unidades de conservação. São os Parques Estaduais do Rio Preto, de Biribiri, do Itambé, da Serra da Candonga, da Serra do Rola-Moça e do Itacolomi, além do Parque Nacional das Sempre-Vivas. A paisagem do Cerrado, que marca toda a região, mescla vegetação de campos de altitude com zonas de transição para Mata Atlântica.
Próximo ao Caminho dos Diamantes, no município de Confins, está o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, importante elo entre cidades do sudeste brasileiro com diversas regiões do mundo.
Caminho de Sabarabuçu
O Caminho de Sabarabuçu foi criado como uma rota alternativa entre o Caminho dos Diamantes e a cidade de Ouro Preto. Seus 160 quilômetros conectam os distritos de Cocais (Barão de Cocais) e de Glaura (Ouro Preto).
A curta distância é suficiente para abrigar lugares com muita história para contar. Há cerca de trezentos anos, as serras íngremes do trecho, cortadas por cursos d’água como o rio das Velhas, eram vistas como verdadeiros tesouros, onde seria possível achar ouro e outros metais preciosos. Essa crença devia-se ao brilho que a atual Serra da Piedade (antigo Pico de Sabarabuçu) tem. O que os bandeirantes imaginavam ser ouro é, na verdade, o minério de ferro do topo da montanha, que reflete a luz do sol.
O caminho segue margeando o rio das Velhas e tem a Serra da Piedade, do alto dos seus 1.762 metros, como um dos atrativos. Além da mítica história da serra que reluz, servia também como referência de localização para a chegada nas minas a partir de Raposos, Sabará e Caeté.
Conhecer a Estrada Real é reviver o passado e a história de Minas e do Brasil. Caminhar pela Estrada Real é reviver os passos e os caminhos percorridos pelos escravos, pelo ouro e pela história.
Instituto Estrada Real: desenvolvimento do turismo regional
O desenvolvimento das regiões que compõem a Estrada Real tem um parceiro de peso que vem contribuindo para melhoria, em todos os aspectos, para a recepção de turistas que procuram vivenciar o que Minas Gerais tem de melhor: o Instituto Estrada Real (IER).
O Instituto Estrada Real (IER) é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1999 pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Com uma equipe de técnicos especializados em turismo, transformou o antigo caminho, aberto há mais de 300 anos pela Coroa Portuguesa, em um destino turístico reconhecido no Brasil e no exterior.
Hoje, a ER passa por 199 municípios – 169 em Minas Gerais, 22 em São Paulo e oito no Rio de Janeiro – e tem 1,6 mil quilômetros de extensão e mais de 80 mil quilômetros quadrados de área de influência.
Com o fortalecimento da cadeia produtiva do turismo, o IER busca o desenvolvimento sustentável dos municípios da Estrada Real. A demanda gerada pelos milhões de visitantes do destino é capaz de movimentar mais de 50 setores da indústria, criando oportunidades de lucrativos negócios, de mais empregos e renda, contribuindo de forma efetiva para a redução das desigualdades sociais do país.
Nos 12 anos da sua fundação, o Instituto Estrada Real, em parceria com diversas entidades, vem trabalhando para identificar potencialidades turísticas, industriais e de negócios das cidades e regiões pertencentes ao destino Estrada Real, com especial atenção à manutenção da cultura regional e respeito ao meio ambiente, baseados em um modelo de Turismo Sustentável.
A Henrik Tour sempre teve o apoio do IER para suas ações de divulgação das regiões que compõe o complexo. “O IER sempre foi um grande parceiro da Henrik Tour, estamos sempre juntos em prol do turismo e do desenvolvimento das regiões que compõe a Estrada Real”, declara Henrique félix , Gerente de Operações da Henrik Tour.
Conheça os roteiros da Estrada Real da Henrik Tour e viva histórias em nossa companhia.


Fonte: Estrada Real
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Vejam nosso site www.henriktour.com.br 



Turistas encontram em Minas Gerais atrações para todos os gostos

Minas Gerais tem se posicionado com cada vez mais força no mapa das principais rotas turísticas do país. Nos últimos anos, o Estado tem investido na diversificação e na qualidade de suas atrações, que agradam a todos os públicos. Hoje, Minas é destino de milhares de turistas que buscam em suas terras novas oportunidades de negócios, diversão, cultura e contato com a natureza. O leque de opções é amplo e segmentos como o turismo religioso, o turismo histórico, o turismo gastronômico e o turismo ecológico também vem ganhando relevância.
No segmento do turismo ecológico e histórico, um dos recentes destaques é a Rota das Grutas Lund, projeto realizado pelas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, de Cultura e de Turismo, com apoio da PUC Minas e da Organização Mundial do Turismo (OMT). A rota apresenta um roteiro turístico único e singular, pautado em elementos naturais e culturais da região cárstica de Minas Gerais, que está ligada à passagem do naturalista Peter W. Lund pelo Brasil. Em 2011, o projeto conquistou a segunda colocação no 6º prêmio de Excelência em Gestão Pública.
O turismo religioso também ganhou um importante componente este ano. No dia 31 de julho, o governador Antonio Anastasia assinou, no município de Caeté (MG), decreto que declara Atrativo Turístico de Especial Relevância o conjunto paisagístico, artístico e cultural do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade. O título aumentará a visibilidade do local, além de fomentar o turismo e atrair recursos, gerando mais empregos e renda.
O Santuário da Serra da Piedade também é ponto de partida e de chegada do Caminho Religioso da Estrada Real (Crer). O projeto envolve 86 municípios mineiros e liga os santuários das padroeiras de Minas Gerais e do Brasil – Nossa Senhora de Aparecida. Com aproximadamente 850 km, o Crer é destinado à peregrinação e meditação. Com recursos de R$ 2 milhões, a implantação será concluída até maio de 2013.
No campo da gastronomia, o Governo de Minas Gerais vem realizando visíveis esforços no sentido de promover este que é um bem cultural mineiro dos mais valorizados. Em agosto, o governador Antonio Anastasia definiu a participação de Minas Gerais no Madrid Fusión, o maior evento de gastronomia do mundo. Minas vai representar o Brasil no congresso que acontece anualmente e reúne chefs e jornalistas de vários países. O café, o queijo e a cachaça são os produtos escolhidos para representar as culinárias mineira e brasileira na próxima edição do encontro, que vai promover uma visibilidade internacional e estimular a cadeia produtiva dos produtos típicos da culinária do Estado.
Business à mineira
Segundo estudo do ICCA, Ouro Preto, subiu da 13ª posição em 2010, para a 9º posição em 2011, no ranking das cidades brasileiras que mais recebem eventos. O resultado reflete de maneira positiva o empenho da Secretaria de Estado de Turismo de promover a cidade como destino de turismo de negócios e eventos. Destaca-se que o Governo de Minas finalizou a implementação do Sistema Integrado para Captação de Eventos em Rede e Gerenciamento de Dados, que irá operacionalizar a rede de serviços visando à ampliação do número de eventos captados e realizados no estado.



Vista de Ouro Preto – Crédito: Sérgio Mourão / Acervo Setur MG

Outros exemplos de iniciativas que apóiam o turismo em Minas Gerais são o Circuito Cultural Praça da Liberdade, implantado pelo Governo de Minas – que oferece à população cultura, arte, educação, tecnologia e conhecimento nos espaços culturais da Praça da Liberdade – e a reforma do estádio Mineirão, prevista para ser entregue à população em dezembro de 2012.

Em 2011, o Estado de Minas Gerais teve um incremento de 27,1% no número de turistas, em relação ao ano anterior, ultrapassando a média nacional de 15,5%. Os desembarques no aeroporto Tancredo Neves cresceram 39,5% no período, de acordo com dados da Infraero.
“A posição que Minas Gerais ocupa hoje reafirma a assertividade do governo no trabalho de planejamento e na preparação dos destinos para os grandes eventos, tais como a Jornada Mundial da Juventude, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas”, explicou o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus Filho.
Dia Mundial do Turismo
O Dia Mundial do Turismo, comemorado no dia 27 de setembro, foi instituído pela OMT, órgão com sede na Espanha que compõe as Nações Unidas. Os príncipes de Astúrias, Felipe e Letizia, estão presidindo este ano as comemorações do Dia Mundial do Turismo. O evento ocorre em Maspalomas, na Ilha de Gran Canaria.

Para este ano o tema escolhido é “turismo e energia sustentável”, que coincide com o Ano Internacional das Nações Unidas sobre Energia Sustentável para Todos. Segundo a OMT, até o fim de 2012 o número de turistas internacionais deverá ultrapassar a casa de um bilhão. De janeiro a junho, foram registradas 467 milhões de viagens internacionais, 5% a mais do que no primeiro semestre do ano passado.


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INHOTIM

Ao fazer esse roteiro, você vai entrar em contato direto com a história, em um lugarejo formado nos fins do século XVII e que ainda conserva estruturas arquitetônicas dessa época. Um passeio em uma das mais belas paisagens de Minas e onde está instalado o maior museu de arte contemporânea do mundo, o Instituto Inhotim, em Brumadinho. Um lugar que impressiona todos que o visitam, com seu conjunto de obras de arte e jardins de Burle Marx, resultando na harmonia entre a cultura e a natureza.

A Henrik Tour Receptivo de Turismo é a empresa turística oficial do Circuito Veredas do Paraopeba e de Brumadinho. Formada por profissionais com mais de 15 anos de experiencia em atendimento turístico, a Henrik Tour  é uma empresa Capacitada pela Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais através do Programa Minas Recebe.

Possuímos uma equipe especialidade em consultoria turística com alto padrão de atendimento em:

- Passagem aérea, como melhores opções de vôos;
- Traslados em veículos executivos (carro, van ou micro ônibus);
- Motoristas e guias especializados nos roteiros;
- Reserva em Pousadas e hotéis de acordo com sua necessidade;
- Aluguel de carro com assistência 24hs.;
- Roteiros exclusivos e personalizados;
- Atendimento bilingue (inglês, espanhol, francês, italiano e alemão);
- Atendimento a grupos de agências de viagem, estudantes, melhor idade, artistas e GLS
- Guias especializados para visita ao Museu do Inhotim;
- Reservas nos Restaurantes do Museu do Inhotim e compra de ingressos antecipados.

TOUR INHOTIM – Passeio de dia todo – Saída da Pousada às 09:00hs com retorno às 17:00hs

Escolha uma das nossas opções e bom passeio.

O TRANSFER REGULAR acontece de acordo com a disponibilidade da agência. São feitos em van ou micro ônibus com ar condicionado e DVD.
O TRANSFER PRIVATIVO acontece no horário que você escolher. São feitos em carro executivo, van ou micro ônibus com ar condicionado.

Como solicitar uma cotação:
1) Informe a cidade de origem;
2) Informe o(s) passeio(s) de seu interesse;
3) Informe o número de pessoas que viajaram com você;
4) Informe a data prevista de chegada e partida;

Tarifas especiais para grupos em passeios ou pacote

Viste com quem conhece o Inhotim.




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segunda-feira, 1 de abril de 2013

IBITIPOCA


O que fazer em Ibitipoca - MG

Ibitipoca é um lugar que soa familiar aos adeptos do turismo ecológico e, principalmente aos estudiosos que descobriram neste parque a segunda maior gruta de quartzito do planeta.




CACHOEIRAS




Cachoeira dos Macacos - Após a Ponte de Pedra, caminhando pela encosta do Rio do Salto, numa trilha não tão evidente e de declividade acentuada, chegamos à uma bela queda d’água de cerca de 25m, a Cachoeira dos Macacos, vale conferir!!!




Cachoeirinha - Uma das mais altas cachoeiras da serra, com aproximadamente 40 metros é passagem praticamente obrigatória para se chegar na Janela pro Céu, outro ponto deslumbrante.




Cachoeira da Pedra Quadrada - Último ponto turístico do parque em direção ao sul. Local de fácil acesso e de grande tranquilidade. Para se chegar neste ponto do parque é necessário passar por um grade fenômeno da natureza, que se deu o nome de Ponte de Pedra.




CAMPING




Camping no Parque Estadual

Tel.: (32) 281-1101




Camping IbitiLua

Tel.: (32) 281-1155




Camping Sítio Meu Recanto

Tel.: (32) 281-8123




EXPLORAÇÃO DE CAVERNAS




As cavidades subterrâneas exercem um fascínio especial, pois compõem um dos principais distritos espeleológicos quartzíticos de Minas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Espeleologia, a segunda maior caverna de formação quartzítica do mundo está em Ibitipoca. Com 2.750 metros de extensão, aGruta das Bromélias impressiona logo nos primeiros metros. Uma imensa clarabóia, bem na entrada, é invadida pelos raios de sol, mais intensos a partir do meio-dia. No alto da cavidade, a presença das bromélias, que também acompanham toda a trilha que leva à gruta, justifica seu nome. Continuando a incursão, as passagens ficam mais estreitas e difíceis, levando, muitas vezes, a grandes salões. A curiosidade, aliada ao fascínio do subterrâneo, se encarrega de convidar e encorajar o visitante a enfrentar um verdadeiro desafio.




A clarabóia mais alta da caverna fica no Salão dos Anjos, após cerca de 800 metros de percurso. A abertura externa está a uma altura de 18 metros do piso. O Claraboião é a maior abertura da caverna, com 13 metros de diâmetro, possibilitando a sobrevivência de plantas em seu interior, ao lado de um pequeno córrego, que continua escavando a gruta. A presença dos turistas está sendo refletida nas frágeis formações quartzíticas. A visitação já começa a provocar o deslocamento do quartzito, destruindo a vegetação e levando ao assoreamento do rio.




Todo cuidado é pouco para percorrer as extensas galerias das grutas de Ibitipoca. A aventura deve ser experimentada sempre em grupo. Apesar de existirem 15 grutas cadastradas e outras tantas por estudar, apenas oito estão no roteiro indicado para visitação. Os percursos devem ser planejados, calculando-se o tempo de duração e definindo-se o trajeto, pois o visitante caminha, em média, 10 quilômetros de trilhas bastantes íngremes por dia.




As imensas cavernas, hoje à disposição do turismo e das pesquisas, já serviram de abrigo no passado. AGruta dos Viajantes é famosa por ter sido freqüentada por muitos que, de passagem, pernoitavam ali. Os negros também formaram quilombos na Serra de Ibitipoca. Acredita-se que escravos dos grandes engenhos de cana-de-açúcar buscavam proteção e liberdade nas sombrias cavernas. No início do século foram encontradas ruínas de um desses quilombos na Gruta do Fugitivo, próxima à dos Moreiras, que possui um grande espaço interno. Hoje, várias delas são habitadas apenas por adorinhões-de-coleira-falha, que lá passam o verão.




Outra gruta, próxima a um dos pontos mais altos do parque, o Pico do Pião, não pode ficar fora do roteiro. A pequena caverna, também chamada de Pião, mistura-se à vegetação em um conjunto de formas e cores. Outra verdadeira obra-prima é a Gruta dos Três Arcos, que não exige o uso de lanterna para ser visitada. As três aberturas na rocha permitem a entrada da luz do dia. Vale ainda conferir as belezas dasGrutas dos Coelhos, ao lado do camping, e do Monjolinho, cujo nome é uma referência ao engenho movido à água de um antigo morador.




A Gruta da Catedral, apesar de parecer um pequeno abrigo com entrada estreita, leva a um lugar paradisíaco. Os raios de sol conseguem penetrar na mata que protege as pequenas aberturas e ressaltam o verde dos liquens e samambaias característicos do lugar, dando mais brilho ao riacho que desliza por ali. A luz no fim do túnel vem acompanhada de uma pequena cachoeira, de onde se avista a entrada de mais duas cavernas. Essas belezas, entretanto, estão reservadas à vegetação e aos animais que vivem no local, ficando fora do roteiro turístico do parque.




PARQUE NACIONAL




A área correspondente ao Parque era considerada como terra devoluta e recebeu seu primeiro administrador em 1964. O Parque foi criado em 04/07/1973 através de Lei Estadual número 6.126, pelo Governo de Minas Gerais, que passou o domínio das terras, totalizando 1.488 hectares, ao Instituto Estadual de Florestas (IEF). Entre os anos de 1984 e 1987, foi fechado para visitação pública a fim de se implantarem equipamentos de infra-estrutura. Hoje é considerado um dos mais bem equipados parques do Estado.




A capacidade do camping é para 50 barracas, mas o número de visitantes é muito grande devido à existência de campings, pousadas e casas de veraneio, no Arraial e redondezas. Devido à sua proximidade, o Arraial pode ser considerado uma extensão da infra-estrutura turística do Parque, que dispõe de áreas de camping (com vestiários, banheiros, churrasqueiras, pias, mesas, lanchonete e estacionamento), trilhas que levam aos principais pontos turísticos e que recebem manutenção, Portaria, Centro de Informações e Educação Ambiental, Casas de Pesquisadores, Casas de Funcionários (administradores), Casa de Visitantes (ilustres), Centro de Manutenção (almoxarifado) e Pronto Socorro.




Existem 3 grandes eixos no Parque, e cada um deles pode ser percorrido em um dia - o Circuito das Águas, a Janela do Céu e o Pico do Pião. Para os que possuem mais disposição a volta completa é um desafio, seguindo-se da Prainha até ao Pico do Pião e dali à Lagoa Seca, continuando em direção à Cachoeirinha e Janela do Céu, com retorno ao Camping pela Lombada. O Circuito das Águas é que menos exige esforço físico e possui grande variedade de atrações, com quedas d'água e poços naturais. As trilhas são bem nítidas, embora a sinalização deixe a desejar em alguns trechos - é aconselhável caminhar com auxílio de guia local. Quando chegar ao Parque, não deixe de visitar o Centro de Informações e Educação Ambiental.




As visita ao parque pode ser feita diariamente, das 7h/18h; campistas podem entrar até às 20h e tem que ligar com antecedência para marcar.




ATENÇÃO: A partir de Novembro de 2000 a administração passou a restringir o acesso ao Parque. Somente é permitida a entrada de até 800 (oitocentos) visitantes por dia, incluindo a estimativa de 120 pessoas acampadas.




História do Parque




Os bandeirantes, vindos de São Paulo, na ânsia da busca do ouro pelos rios e solos da região, criaram o povoado de Conceição de Ibitipoca. O que consta na história é que o padre João de Faria Fialho, vigário de Taubaté, fincou bandeira no "Monte de Ebitipoca" em 1692, apesar de que na fachada da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, a data de construção, 1768, é tomada como um marco histórico.




A cidade foi considerada, durante um tempo, um dos mais importantes centros da capitania da Minas Gerais e, com o declínio do ciclo do ouro houve uma dispersão de seus habitantes.




A partir da década de 70, juntamente com a descoberta de seus pontos turísticos e ecossistema exuberante, a região passou por nova fase de prosperidade, incluindo até mesmo a vinda permanente de estudiosos e cientistas.




Em 1987, o parque, então totalmente estruturado, passou a receber turistas de todas as partes do país e exterior, concretizando sua vocação pelo turismo ecológico.




Aspecto Geológico




Segundo estudos, acredita-se que a região de Ibitipoca era banhada por um mar, há milhões e milhões de anos atrás. Isto explica a concentração de areia branca no local, sedimentada em arenito e posteriormente em quartzito.




O desenvolvimento mais acentuado da erosão, nos gnaisses das áreas adjacentes (compostas por morros, colinas e formas intermediárias), devido a menor resistência e maior resposta às forças exógenas, permitiu o realce topográfico da Serra, onde o controle estrutural predominou em relação ao intemperismo. Resultante dos dobramentos, formaram-se duas cristas anticlinais na área do Parque, sendo elas paralelas e correspondendo as áreas mais altas da localidade. Atingem 1784m de altitude no Morro da Lombada e, na crista paralela 1762m, no Pico do Pião.




Grutas




O relevo de declives abruptos, composto de quartzo, ou seja, uma rocha sujeita às fraturas e de alta porosidade sob a ação do lençol freático (proveniente das águas de chuva que infiltra sobre as camadas inferiores) sofre um processo de erosão, formando pequenas cavidades cilíndricas, onde a água corre e vai configurando-se uma cavidade maior, a gruta.




Um bom exemplo deste processo é a Gruta das Bromélias, com 2.750 metros de extensão, considerada a segunda maior caverna de formação quartzítica do Mundo.




Flora




Uma das características de Ibitipoca é a sua raridade de espécies encontradas em uma vegetação típica de campos de altitude com afloramentos rochosos e matas ciliares ao longo dos cursos d'água. Como exemplo podemos citar a boca-de-peixe, uma Gesneriaceae encontrada junto à Gruta da Cruz, o líquen Cladonia ibitipocae e o Anthocereus melaneus, espécie de cacto que apoia-se nas pedras e nos presenteia com uma flor branca de hábito noturno. Recentemente, duas novas bromélias foram descobertas, a Nidularium marigoi, já encontrada em outras regiões, e a Wittrockia ibitipocensis.




O parque também é considerado como a região mais importante do Hemisfério Sul para o estudo de líquens, e normalmente as árvores estão cobertas pela barba-de-velho.




Além desta espécie não é difícil encontrar bromélias, orquídeas, samambaias, quaresmeiras, candeias caracterizando-se por uma vegetação baixa, rica em canelas-de-ema, cactus e sempre-vivas.




Os observadores mais cuidadosos poderão encontrar, junto aos rios, exemplares exóticos da Drosera, uma planta "carnívora" que alimenta-se de insetos, e com paciência é possível acompanhar seu ritual de caça, quando ela estende suas longas folhas avermelhadas e cheias de espinhos, atrai o inseto e depois enrola sua folha, aprisionando-o, para enfim devorá-lo.




Fauna




Com certeza, quando falamos da fauna de Ibitipoca, logo destacamos o Lobo-guará, este mamífero em extinção é facilmente encontrado no parque quando chega a noite, rondando os acampamentos a procura de comida. Habitam também o parque as seriemas e o monocarvoeiro (o maior macaco das Américas), que convivem com onças pardas, jaguatiricas, porcos-do-mato, micos-estrela, sauás, barbados, macacos-prego, o guigó, o coati, o tapeti, a cuica-verdadeira, e a onça-parda, algumas destas ameaçadas de extinção.




Entre os anfíbios, destaca-se a perereca Hyla ibitipoca, levando o nome da serra por ter sido descoberta no parque, apesar de não ser espécie endêmica.




Cerca de 230 espécies de aves foram registradas nesta unidade de conservação e arredores, correspondendo a 29% do total de espécies já catalogadas em Minas Gerais. Entre estas são comuns o andorinhão-de-coleira-falha, o capitão-de-saíra, a maria-preta-de-garganta-vermelha, o chauá, o pavó e o papagaio-de-peito-roxo.




Recentemente, uma espécie com características de milhões de anos, que sobreviveu a mudanças climáticas, gelo e queimadas, foi encontrada acidentalmente. O Peripatus acacioci, um misto de inseto e minhoca, com pouco mais de 1,5 centímetro, possuindo tentáculos na cabeça e patas laterais, "esta descoberta tem a mesma importância de se encontrar um dinossauro vivo nos dias de hoje", segundo seu descobridor.




Curiosidades




Águas - A cor da água, que vai do laranja ao vermelho, resultado da decomposição da matéria orgânica vegetal humificada, também responsável pela acidez dos rios, fornece um empecilho para a sobrevivência dos peixes.




Diversas nascentes brotam na Serra do Ibitipoca, divisora das bacias dos rios Grande e Paraíba do Sul. Em uma das encostas, nascem os ribeirões da Conceição, Bandeira e o córrego do Pilar, afluentes do Rio Doce. Em outras, vários córregos formam os rios do Salto e Vermelho, o primeiro pertencente à bacia do Paraíba do Sul e o último, à do Rio Grande.




História - Os negros também formaram quilombos na Serra de Ibitipoca. Acredita-se que escravos dos grandes engenhos de cana-de-açúcar buscavam proteção e liberdade nas sombrias cavernas. No início do século foram encontradas ruínas de um desses quilombos na Gruta do Fugitivo.




A primeira missa celebrada no Pico do Pião foi em 15 de Agosto de 1925, muito antes de sua construção.




Lendas dizem que o sino de bronze da capela se encontra perdido na mata abaixo do Paredão do Pico do Pião, um tal de Sr. Lino ficou a dar badaladas a noite inteira até que ele rolou paredão abaixo.




Em Conceição do Ibitipoca quem é testemunha do fato é o Sr. Zuzú, nascido em 1911 que participou da construção da capela.




Geologia - Não se pode precisar com exatidão a idade das grutas. Invariavelmente posteriores as formações rochosas, enquanto estas, na região sul de Minas Gerais, têm cerca de 1,7 a 1,1 bilhão de anos, as grutas não ultrapassam os 11 mil anos.




Por ser uma rocha bastante resistente, os quartzitos da Serra do Ibitipoca acabaram por ter um destaque na paisagem, assumindo uma forma de ferradura. Esta feição é responsável pelo mito de que Ibitipoca seria a boca de um vulcão extinto.




Descoberta - O professor de Zoologia do Departamento da UFJF descobriu o Peripatus acacioci, um misto de inseto e minhoca, com pouco mais de 1,5 centímetro, possuindo tentáculos na cabeça e patas laterais, "esta descoberta tem a mesma importância de se encontrar um dinossauro vivo nos dias de hoje", segundo seu descobridor.




Parque Estadual de Ibitipoca

Caixa Postal, 17

Lima Duarte/MG - 36.140-000

Telefax: (032) 281-1101 / 281-8126




TREKKING




Janela do Céu - Um dos pontos mais procurados da região. É uma corredeira emparedada por um cânion, que termina bruscamente em uma cachoeira, despencando de 20m de altura. Para chegar lá, enfrenta-se uma caminhada de 3h por trilha íngrime. É o último ponto turístico do parque em direção Norte. Local de difícil acesso, devido a sua grande distância do Camping.




Pico do Ibitipoca - Último ponto turístico do parque em direção ao Oeste. A grande vantagem de se ir a este ponto é a possibilidade de se ter uma visão panorâmica de todo o parque e de tudo que o cerca. É o ponto mais alto do Parque do Ibitipoca.




Prainha - Local de fácil acesso, onde as crianças ficam bricando nas águas calmas do rio que desse a Serra.




Lago dos Espelhos - O Lago dos Espelhos é um dos pontos mais visitados no parque devido a sua beleza e a facilidade de acesso, pois fica a aproximadamente 20 minutos de caminhada do Camping.




Pico do Cruzeiro - Local onde se encontra uma grande cruz, que acaba servindo de para raio. Passagem obrigatória para chegar à Lombada.




Ponte de Pedra - A Ponte de Pedra tem uma altura aproximada de 40 metros. O arco da ponte foi formado milhares de anos atrás, quando a correnteza era gigantesca e violenta. Da Ponte de Pedra pode-se chegar a Cachoeira da Pedra Quadrada.




Pico do Pião - Para muitos, chegar no alto do Pico do Pião, a 1762mt de altitude, é uma conquista devido ao rigor imposto pela subida. Uma das primeiras visões é a presença de um altar de cimento no alto da Serra de Ibitipoca. São as ruínas da Capela Senhor Bom Jesus da Serra, destruída pelos raios, pelo vento e pelas tempestades que assolam o cume, restando apenas o altar.




A Capela do Senhor Bom Jesus da Serra, no Pico do Pião, foi inaugurada em 10 de Agosto de 1932. A construção foi autorizada por um bispo de Juiz de Fora com a finalidade de consolidar a posse de terras devolutas do Estado. Vale enfatizar o bonito penhasco de grande desnível formado nas adjacências do Pico do Pião.




Morro da Lombada - O Morro da Lombada com 1784 metros, possibilita uma visão privilegiada do Parque de Ibitipoca. O ponto culminante do parque também é um ótimo ponto para curtir o espetáculo do pôr do sol.




Lagoa Seca - Um deserto, uma praia? Esse lugar no mínimo exótico é composto de uma boa porção de areia branca e uma área que parecia estar reservada a água foi tomada pela grama, assemelhando-se a um pântano.




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quinta-feira, 28 de março de 2013

Parque Nacional da Serra da Canastra


Localização
A serra da Canastra é uma cadeia montanhosa localizada no centro-sul do estado de Minas Gerais, nas proximidades dos municípios de Delfinópolis, Sacramento e São Roque de Minas.
Está a cerca de 310 quilômetros de distância da capital mineira, Belo Horizonte e a cerca de 350 km de São Paulo.
Superfície
71.525 ha.
O Parque Nacional da Serra da Canastra é um dos mais importantes parques nacionais brasileiros, criado em 1972 através do decreto 70.355.
Aqui se encontra a nascente do rio São Francisco.
Previsto com uma área inicial de 200.000 hectares o Parque Nacional só se efetivou em uma área de 71.525 ha e isto até hoje é causa de muito conflito na região, devido à intenção do IBAMA de desapropriar o restante da área originalmente prevista.


Nascente Rio São Francisco
Bioma
O Parque protege um cenário de rara beleza, sua vegetação de transição entre a "borda da Mata Atlântica" e o "início do Cerrado", com predominância de Campos de Altitude que abrigam inúmeras espécies da fauna e da flora do cerrado, como o lobo guará, o tamanduá-bandeira, o veado-campeiro, diversos gaviões e espécies ameaçadas de extinção como o pato mergulhão e o tatu-canastra.

Nascente Rio São Francisco
A área reúne basicamente dois maciços: a Serra da Canastra e a Serra das Sete Voltas, com o vale dos Cândidos no meio. As altitudes variam entre 900 e 1.496 (torre da Serra Brava) e a vegetação predominante são os campos rupestres, com manchas de cerrado e matas ciliares.

Serra da Canastra




A Serra da Canastra tem o formato de um baú, daí a origem do nome, pois canastra é um tipo de baú antigo. A cachoeira Casca d'Anta com aproximadamente 186 metros de altura é um dos principais atrativos do Parque, saindo de um corte natural da Serra de aproximadamente 144 metros, ou seja, a altura da Serra chega a 330 metros.
O Rio São Francisco nasce 14 quilômetros antes desta sua queda principal.


Cachoeira Casca d'Anta




Fauna
Os animais são uma das maiores atrações da Serra da Canastra, especialmente na área do Parque Nacional. A fauna típica da região reúne várias espécies ameaçadas de extinção, como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará e o veado-campeiro, que podem ser vistos com relativa facilidade.


tamanduá-bandeira




Outros bichos também ameaçados que, havendo um pouco de sorte, os turistas podem ver, são a lontra, o macaco sauá e as três maiores e mais fascinantes raridades: o tatu-canastra, o pato-mergulhão e a onça parda.
As áreas de campos e cerrados da Canastra exibem também o cachorro-do-mato, a seriema, a ema, o gavião carcará e o magnífico gavião-caboclo.
Nas matas ciliares e nas fazendas, o show é do mico-estrela, dos quatis, do bonito e imponente urubu-rei, do jacu, do tucano-açu e do canário-da-terra.


urubu-rei


Flora
A Serra da Canastra está na região do cerrado mineiro, mas apresenta uma vegetação bem mais variada, que inclui campos, campos rupestres e florestas.
O cerrado brasileiro é caracterizado por árvores de pequeno e médio porte, de cascas grossas e galhos retorcidos, bem adaptadas ao solo pobre e resistentes à seca e ao fogo.

São mais de 6 mil espécies vegetais, mais de oitocentas espécies de aves e quase duzentas espécies de mamíferos, números superiores, por exemplo, aos do Pantanal.
Na Serra da Canastra, porém, o cerrado ocupa uma parte inferior à dos campos e campos rupestres (ou de altitude, localizados em áreas com altitude superior a 900 metros).

Nesses campos, a ausência de vegetação de grande porte e os contrastes do relevo formam imensas vistas panorâmicas, onde a paisagem exibe, no detalhe, imensos canteiros de flores. Nas áreas mais baixas e úmidas, formam-se os capões (matas) de formas arredondadas, com exuberante vegetação atlântica.

Todo o chapadão da serra onde está o Parque Nacional alterna essas áreas de campos e campos rupestres, com variações intermediárias que os especialistas chamam de campo cerrado, campo sujo e campo limpo. Além disso, há pequenos trechos de floresta e cerrado típico.


Serra da Canastra


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sábado, 9 de março de 2013

SERRA DA GANDARELA




CARTA ABERTA
EM REPÚDIO AOS ATAQUES À LIBERDADE DE EXPRESSÃO DOS DEFENSORES E DEFENSORAS DO MEIO AMBIENTE E DOS DIREITOS HUMANOS DAS COMUNIDADES IMPACTADAS PELA VALE S.A. EM CARAJÁS 

Foram necessários dois meses de trabalho intenso para recuperar os estragos decorrentes de uma agressão violenta de hackers ao site "Justiça nos Trilhos" (http://www.justicanostrilhos.org/). Em todo esse tempo o site ficou fora do ar e as newsletters não puderam ser mandadas a seus seguidores.

Esse veículo de comunicação tem procurado, ao longo dos últimos quatro anos, apresentar o lado perverso dos empreendimentos da cadeia de mineração e de siderurgia no Brasil e no mundo e em especial daqueles levados a cabo pela empresa Vale S.A., que investe anualmente dezenas de milhões de reais somente em ações de propaganda.
Continua . . . AQUI!

NOTA À IMPRENSA E À SOCIEDADE

JOÃO ZINCLAR - FALECIMENTO

NOTA DE FALECIMENTO
O Movimento pelas Serras e Águas de Minas (MovSAM), que participa do Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela, comunica o falecimento de João Zinclar, no dia 19, em acidente rodoviário. Era um homem do bem, de uma sensibilidade marcante e excelente fotógrafo.
 . . . 

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!

CONTAGEM REGRESSIVA. . .
Virada do Ano. Mais uma volta em torno do sol. 
O que poderia ser mais democrático que esta condição de poeira cósmica? 
Não importa o que façamos, a terra continuará seu percurso de translação.
Nós prosseguiremos em torno do sol, que desconhece nossa existência, porém nasce todos os dias, iluminando a todos e nos preenchendo com sua energia.
E ao final dos dias quentes sempre poderá vir a chuva, para limpar o solo, lavar a alma e nos mostrar que estamos a mercê da natureza.
Embora não tenhamos nenhum poder sobre o movimento dos astros e forças da natureza, o fato é que cada decisão nossa afeta nossos irmãos, portanto vamos ser mais fraternos e pensar no próximo neste 2013.
E para compensar toda devastação ambiental, que quase sempre é oculta e silenciosa, nós, do Movimento Gandarela, prosseguiremos diariamente na luta pela criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela.
Que 2013 seja um ano de esperança e que fiquemos mais atentos. 
Que neste ano finalmente vinguem nossos esforços: “Gandarela: Serra, Agua e vida”. 
Que a prosperidade venha de mãos dadas com a humanidade.
Se um dia estamos aqui na terra, no outro podemos estar em outro lado do universo, pois mesmo parados estamos em movimento. Somos poeira cósmica.
E que a felicidade pela chegada do ano novo seja perene, assim como nossas conquistas.
Abraço e felicidades!
NASCIMENTO DA BACIA DO PRATA 
Serra do Gandarela
Neste vale nasce a Bacia do Prata e dezenas de nascentes que formam o balneário do prata, tão utilizado na recreação dos habitantes e visitantes de Raposos. O Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela luta e deseja que continue assim preservado definitivamente dentro do Parque Nacional da Serra do Gandarela.

EVENTOS

ANPUR REPÚDIO PRÊMIO CAPES VALE

A ANPUR (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional) divulga carta de repúdio à associação entre a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e a Vale S.A. Posição exemplar pela coerência com os preceitos básicos do ensino e pesquisa acadêmicos.
Entre as justificativas para esta manifestação, a ANPUR cita o caso da Serra do Gandarela, em Minas Gerais, onde a Vale pretende implantar um gigantesco projeto de exploração de minério em uma das últimas áreas ainda preservadas do Quadrilátero Aquífero e que representa importante reserva estratégica para a segurança hídrica da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Click na imagem e leia a carta na integra:

PARQUE NACIONAL DA SERRA DO GANDARELA AMEAÇADO

FREI FRANCISCAN​O FALA SOBRE MEIO AMBIENTE, MINERAÇÃO E GANDARELA

ECOLOGIA & CIDADANIA

Veja mais videos do programa " Ecologia & Cidadania" da ONG  PONTO DA TERRA: http://pontoterra.org.br/

NOTAS

ANASTASIA, AÉCIO, FHC E LEO BURGUÊS recebem material sobre PARQUE NACIONAL

Criado por Maurílio Nogueira 27 Fev 2013 at 17:53. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 2 Mar.

GANDARELA NO CARNAVAL

Criado por Maurílio Nogueira 10 Fev 2013 at 0:27. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 10 Fev.

EM REPÚDIO AOS ATAQUES À LIBERDADE DE EXPRESSÃO - CARTA ABERTA DA JnT

Criado por Maurílio Nogueira 4 Fev 2013 at 17:16. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 4 Fev.

INSTITUTO CHICO MENDES ENVIA PROJETO AO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

Criado por Maurílio Nogueira 30 Jan 2013 at 17:21. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 1 Fev.

ABA - Repúdio ao Prêmio CAPES VALE

Criado por Maurílio Nogueira 28 Jan 2013 at 13:51. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 28 Jan.

João Zinclar - Falecimento

Criado por Maurílio Nogueira 23 Jan 2013 at 11:29. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 23 Jan.

HOJE EM DIA - Parque Nacional da Serra do Gandarela ameaçado

Criado por Maurílio Nogueira 11 Jan 2013 at 14:22. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 11 Jan.

NOTA À IMPRENSA E À SOCIEDADE

Criado por Maurílio Nogueira 9 Jan 2013 at 21:07. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 9 Jan.

DIREITOS HUMANOS & PARQUE NACIONAL DA SERRA DO GANDARELA

Criado por Maurílio Nogueira 6 Dez 2012 at 17:40. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 7 Dez, 2012.

PELAS FLORESTAS, SERRAS E ÁGUAS GERAIS & DIREITO DE DIZER NÃO!

Criado por Maurílio Nogueira 22 Nov 2012 at 9:33. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 11 Jan.

Dia 06/10/2012 - Travessia Serra da Gandarela

Criado por Maurílio Nogueira 3 Out 2012 at 2:13. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 30 Out, 2012.

Comunidado - VALE S.A. NÃO DESISTE DE DESTRUIR A SERRA DO GANDARELA

Criado por Maurílio Nogueira 24 Set 2012 at 22:38. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 24 Set, 2012.

ECOLOGIA & CIDADANIA

Criado por Maurílio Nogueira 13 Set 2012 at 12:47. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 13 Set, 2012.

Dia Gandarela - Pela criação do Parque Nacional

Criado por Maurílio Nogueira 28 Ago 2012 at 14:06. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 29 Set, 2012.

Temporada da exposição Missão Gandarela foi estendida até 09/09

Criado por Maurílio Nogueira 22 Ago 2012 at 15:15. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 22 Ago, 2012.

Missão Gandarela II - Exposição de 14 a 19 de agosto

Criado por Maurílio Nogueira 13 Ago 2012 at 5:01. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 22 Ago, 2012.

VOCÊ CONHECE A SERRA DO GANDARELA/MG?

Criado por Maurílio Nogueira 7 Ago 2012 at 19:53. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 10 Set, 2012.

COMUNICADO IMPORTANTE

Criado por Maurílio Nogueira 7 Ago 2012 at 19:20. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 10 Set, 2012.

Show pelo Gandarela, domingo, 22/07 às

Criado por Maurílio Nogueira 21 Jul 2012 at 15:18. Atualizado pela última vez por Maurílio Nogueira 24 Jul, 2012.

MÚSICAS DO ESPINHAÇO FAZ SHOW NA SERRA DO GANDARELA

BANNER

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VALE S.A. NÃO DESISTE DE DESTRUIR A SERRA DO GANDARELA

PARQUE NACIONAL DA SERRA DO GANDARELA AMEAÇADO







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Félix