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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Caminhos e Descaminhos das Minas



    Durante os séculos 17 e 18 , uma teia de caminhos , atalhos , picadas e trilhas , mais ou menos concorridos,articularam o território mineiro ao ouro produzido em Goiás , ás fazendas de abastecimento de gado dos Gerais e da Bahia , ao porto de Cachoeira , centro da cultura de fumo do Recôncavo Baiano,á cidade de Salvador á vila de São Paulo de Piratininga e , evidentemente , ás pedras do cais de Parati e do Rio de Janeiro . Hoje em dia , boa parte dessa teia foi sepultada pelo asfalto de novas e velhas rodovias , ou incorporada á periferia de cidades sempre em expansão, ou , ainda , transformou- se em pastagens , mas permanecem ruínas nos trechos até hoje existentes e no seu encontro. 
Os bandeirantes paulistas entraram no território mineiro pelo caminho geral do sertão , também conhecido como caminho velho ou de São Paulo, que ligava São Paulo de Piratininga e São Sebastião do Rio de janeiro ao ouro recentemente descoberto  nos ribeirões de Ouro Preto e de Nossa Senhora do Carmo e nas margens do Rio das Mortes e do Rio das Velhas . A viagem era penosa, principalmente por conta da difícil travessia da Serra da mantiqueira , a " Serra que chora " , apelido que recebeu graças às suas inúmeras nascentes e seus ribeirões enovelados .Esguia como uma lâmina , na altura da Serra do Facão, recortada por uma massa verde escura de matas úmidas , fustigadas por chuvaradas constantes e nuvens de insetos , matas que começavam a brotar já nos primeiros dias de caminhada , na descida da garganta do Embaú , ainda no Vale do Paraíba . Primeira rota de abastecimento da região das Minas . pelo caminho velho transitou gente de todo tipo, mercadorias e muito ouro: contrabandistas que gastavam 
seu dinheiro com tabaco, aguardente e armas ; aventureiros atraídos pelas descobertas dos primeiros granetes negros de ouro de aluvião nas barrancas circunvizinhas aos ribeirões do Carmo e do Tripuí  , e nas bacias do Rios das Velhas , do Rio Doce, do Rio das Mortes ; comerciantes dispostos a enriquecer rápido; altos funcionários da administração colonial da época - todos trilhando terras estranhas que se movimentavam fluidamente entre realidade e mito.

(31) 41416726
(31) 94316649
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henriktour@hotmail.com





quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Nós fornecemos um serviço de transfer com motorista profissional, carros novos e espaçosos, e buscamos e deixamos você em seu hotel ou num local a ser combinado, dentro da cidade de Ouro Preto.



Consulte nos . (31) 94316649 / 85992160 henriktour@hotmail.com

A viagem para Ouro Preto leva cerca de 2h30. Uma vez que você entrar na cidade, o motorista será capaz de acompanhá-lo ao seu hotel ou o ponto combinado.


Fazemos passeios pela cidade com guia de turismo especializado e credenciado pelo Cadastur .

A distância entre o Aeroporto de Confins e Ouro Preto é de aproximadamente 140 km e leva cerca de 2h30. Existem belas paisagens no caminho e a estrada embora tenha muitas curvas é bem demarcada e a viagem bem segura.

Nas viagens de carro crianças com menos de 8 anos são obrigadas a utilizar cadeirinha especial, consulte nos antes para saber da disponibilidade e se existe valor adicional.
Chegue até os principais pontos turísticos de Minas Gerais (Belo Horizonte, Ouro Preto, Mariana, São João Del Rei, Congonhas, Tiradentes, etc.)

(31) 94316649 / 85992160
henriktour@hotmail.com


quinta-feira, 28 de março de 2013

Velório de gato chama atenção de moradores do interior de Minas Gerais


Gato Cristiano foi velado na casa da dona em São João do Manteninha. Enterro em cemitério da cidade não foi permitido pela polícia.
Patrícia Aparecida Coutinho /




Velório do gato Cristiano movimentou a pequena cidade de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais


Um velório inusitado chamou a atenção dos moradores de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais. Uma moradora da cidade resolveu velar o gato da filha.



No velório do gato Cristiano, realizado na noite dessa terça-feira (26), uma fila foi formada. A mãe da dona do gato ofereceu até um lanche para as 200 pessoas que foram dar adeus ao bichano.



Patrícia Aparecida Coutinho Lages é colega da dona do gato e enviou fotos do velório para o VC no G1. Ela conta que o gato tinha 13 anos e sua morte causou muita tristeza à dona. “Ela encontrou uma forma de prestar seus sentimentos ao gatinho tão amado por ela, comprou então um caixão, e fez o velório do seu estimado animal. Foi o comentário da cidade”, conta a internauta.



Uma funerária preparou o corpo do felino que foi coberto por flores brancas em seu pequeno caixão. O corpo do gato só não foi enterrado no cemitério na cidade, porque não teve autorização da Polícia Militar.